sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

PORQUE BEIJAMOS?


Porque beijamos? Muitas pessoas já se fizeram esta pergunta. Pois bem existe uma ciência que estuda o beijo e suas origens e funções (filematologia/philematology).

O beijo desencadeia uma cascata de mensagens e químicos neuronais que transmitem sensações, excitação sexual e proximidade.
Os defensores de que o beijo é aprendido, e não inato, referem que em determinadas tribos não se beija. Aliás, 10% da população não beija e não conhece o beijo.
Aqueles que argumentam que o beijo é um instincto inato apontam os comportamentos semelhantes por parte dos animais.Por exemplo, os bonobos “beijam” depois de lutas, para se comfortarem e para desenvolver relações sociais.
Actualmente a teoria mais aceite na comunidade científica é que beijar permite aos humanos “cheirar/snifar” a qualidade do parceiro. Quando as faces estão frente a frente feromonas são transmitidas entre os parceiros e fornecem informação sobre se essas duas pessoas terão uma boa descendência. Por exemplo, as mulheres preferem homens que têm determinadas proteínas do sistema imunitário diferentes das suas. Isto permite descendência com melhores sistemas imunitários do que se fossem iguais. E no fim tudo se resumiria a melhorar as hipóteses de sobrevivência e de ter a melhor descendência possível.
No entanto a explicação de que o ser humano beija porque é bom parece ser uma explicação satisfatória.

Fontes:
http://scienceline.org/2006/10/02/ask-fiore-kiss/
http://www.sciam.com/article.cfm?id=affairs-of-the-lips-why-we-kiss

DIFERENÇAS CEREBRIS ENTRE HOMENS E MULHERES

Bom dia!

Este artigo citdo pelo site REDEPSICOLOGIA.COM é importante, pois, traz a baila o tema das diferenças existentes entre os homens e mulheres quanto a estrutura cerebral no processo da linguagem.

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Brain Res. 2008 Apr 24;1206:76-88. Epub 2008 Jan 11.

Sex differences in handedness, asymmetry of the planum temporale and functional language lateralization.

Sommer IE, Aleman A, Somers M, Boks MP, Kahn RS.
Neuroscience Division of the University Medical Center Utrecht, The Netherlands. I.Sommer@umcutrecht.nl

Many studies have investigated sex differences in language lateralization. Despite the large number of investigations, controversy about the presence of sex differences in lateralization remains. This study aims to provide a complete overview of sex differences in several reflections of language lateralization: handedness, asymmetry of the Planum Temporale (PT) and functional lateralization of language, measured by asymmetric performance on dichotic listening tests (Right Ear Advantage) and asymmetry of language activation as measured with functional imaging techniques. Meta-analysis of studies that assessed handedness in males and females yielded more left-handedness in males (mean weighted odds ratio: 1.25, p<0.001). Meta-analysis of studies on PT asymmetry yielded no sex difference (Hedges g=-0.11, p=0.68). Results of the meta-analysis on dichotic listening studies also retrieved no sex difference in lateralization (Hedges g=0.09, p=0.18). When the studies were subdivided according to the paradigm they applied, studies that used the consonant-vowel task yielded a sex difference favouring males, while studies that applied other paradigms yielded no sex difference. The subdivision into applied paradigm largely overlapped with the subdivision into studies that did or did not focus on sex differences as their main topic. The observed sex effect may therefore be caused by publication bias. Meta-analysis of functional imaging studies yielded no sex difference (Hedges g=0.01, p=0.73) in language lateralization. Sub-analyses of studies that applied different paradigms all yielded no sex difference. In conclusion, males are more frequently non-right handed than females, but there is no sex difference in asymmetries of the Planum Temporale, dichotic listening or functional imaging findings during language tasks.

PMID: 18359009 [PubMed - indexed for MEDLINE]

Homicide rate as a predictor of traffic fatality rate.

Amigos, este pequeno artigo é bom para os colegas que atuam diretamente na área do TRANSITO. Em síntese eles concluem que os aspectos interacionais dentro das relações sociais desempenham um importante papael quando se dirige os veículos no trânsito.

Abcs,

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Traffic Inj Prev. 2009 Dec;10(6):511-2.

Homicide rate as a predictor of traffic fatality rate.

Sivak M.

The University of Michigan Transportation Research Institute, Ann Arbor, Michigan 48109-2150, USA. sivak@umich.edu

BACKGROUND: In the United States, traffic fatality rates per distance driven vary greatly from state to state, with the maximum rate being 2.9 times the minimum rate. This study was designed to examine factors associated with this variability. METHOD: A multiple regression was performed on the 2006 state data. The dependent variable was the fatality rate per distance driven. There were 10 independent variables. RESULTS: The analysis identified seven statistically significant factors: homicide rate per capita (used in the analysis as a proxy for aggression), physicians per capita, safety-belt usage rate, proportion of male drivers, proportion of drivers over 64 years of age, income per capita, and deaths caused by alcohol-related liver failures per capita (a proxy for the extent of intoxicated driving). These seven factors accounted for 71 percent of the variance in the traffic fatality rates. The strongest predictor of the traffic fatality rate was the homicide rate. CONCLUSION: This finding suggests that social aspects of human interaction may play an important role in traffic safety.

PMID: 19916119 [PubMed - indexed for MEDLINE]

Para consultar leia o link:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19916119

DSM V - está pronto pra ser PUBLICADO...Aguarde!

Achei importane esta nota e estou replicando aos amigos da área de Psicologia...Aproveito pra desejar um BOM DIA de NATAL.

Abcs,


Na sequência de posts prévios sobre alterações do DSM-IV-TR para o DSM-V (”DSM-V em segredo e adiado para 2012” e “Possível escândalo no novo DSM“), existem agora novas informações.


O novo manual psiquiátrico, a ser lançado em 2012, incorporará avaliações dimensionais para depressão, ansiedade, défice cognitivo e distorção da realidade. Desta forma o clínico poderá diagnosticar uma perturbação psicótica e classificar estas quatro dimensões, de modo a caracterizar o paciente de uma forma mais detalhada.

Contudo, como relata o site PsychCentral, asaletrações realizadas não significm uma grande mudança. A própria APA reconhece que seria impossível retreinar 300000 profissionais de saúde mental (já para não falar dos médicos de clínica geral) . Desta forma o DSM-V procede como os seus antecessores e introduz apenas afinações de forma incremental.

Fonte: RededePsicologia.
Link:http://redepsicologia.com/dsm-v-adiado-de-novo?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+RedePsicologia+%28Rede+Psicologia%29&utm_content=Twitter

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL! Momento de Reflexão...


Amigos,

Ao nos aproximarmos de mais um NATAL espero que todas as tarefas profissionais tenham sido executadas da melhor forma possivel, com  competencia e ética profissional.

Na convivência profissional a cada ano temos que conviver com determinados profissionais que são verdadeiros tormentos. Criam situações de dificuldade para os colegas e organização e em geral não se posicionam adequadamente no processo e junto a equipe. Para estes, desejo que, com o tempo venham a perceber que os OUTROS não são os seus problemas e, sim, as suas questões emocionais mal resolvidas é que são o problema. Em geral são estas emoções tormentosas que comandam em sua grande maioria as sua ações.

Para este grupo neste NATAL aproveitem o clima de sensibilização emocional para refletir sobre a própria conduta, pois, enquanto cidadões precisamos amadurecer, pois, um individuo doente nas emoções faz com que o todo, ou seja, a organização também venha adoeçer.

Enfim, para todos eu quero desejar um FELIZ NATAL a todos os colegas que me acompanharam pelo BLOGG nesse ano de 2009.

Grande Abraço,

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Acidentes de trabalho crescem 13,4% entre 2007 e 2008

na Agência Brasil

Brasília - O número de acidentes de trabalho registrados em 2008 aumentou 13,4% em relação a 2007. Em 2008 foram registrados 747.663 casos, contra 659.523 no ano anterior, segundo o Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho, divulgado hoje (15) pelo Ministério da Previdência Social. O documento foi elaborado em conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwartz, afirmou que entre as seis principais causas de acidentes, quatro envolvem ferimentos nos punhos e nas mãos dos trabalhadores, mostrando que os processos de trabalho e a manipulação de objetos precisam ser redesenhados. O número de óbitos em 2008 foi de 2.757 casos, contra 2.845 em 2007, uma redução de 3,1%. Os casos de incapacidade permanente, no entanto, aumentaram em 28,6% em 2008 (12.071) em relação a 2007 (9.389).

O secretário vê também a necessidade de investimento em prevenção e maior preparo dos trabalhadores para evitar queimaduras, esmagamentos, amputações, cortes e inflamações e também mortes. Segundo ele, o Brasil registra hoje dados melhores do que na década de 90, embora os números ainda sejam preocupantes e exijam grande esforço das empresas, dos trabalhadores e do governo para o combate aos acidentes.

Helmut Schwartz lembrou que a partir de janeiro de 2010 as empresas receberão incentivos por meio da flexibilização das alíquotas do seguro de acidente de trabalho em casos de redução do número desses acidentes. Atualmente, elas pagam 1% sobre a folha de pagamento quando o índice de acidentes é baixo, 2% quando é médio e 3% quando os índices são altos. A instituição feita neste ano do fator acidentário de prevenção, que será informado pelas empresas anualmente, permitirá a flexibilização da alíquota, beneficiando as empresas que reduzirem os números de acidentes com o pagamento de alíquota menor.

Fonte: http://mariolobato.blogspot.com/

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Mônica A Almeida
Moderadora do Grupo "RH Manaus".

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ARTIGO DA DANA FOUNDATION - A RELIGIAO E O CEREBRO

Amigos do Bloggg,

Para preservar o conteudo original do artigo postado ainda ha pouco que referese ao tema RELIGIAO E O CEREBRO o que os autores pretendem é discutir como a evolução permitiu ao cerebro ter estas condições de crer no processo religioso.
Po esse motivo o artigo cita os nomes de Dimitrios Kapogiannis Grafman e Jordânia, os cientistas dos Institutos Nacionais de Saúde, que realizaram, segundo entendi, um acompanhamento ou elaboração de um artigo cientifico que afirma o seguinte:

1 - As redes neurais evoluiram para outros aspectos e por isso deram nesse processo ou tiveram as condições de terem dado condições para que tenhamos uma capacidade em crenças religiosas.

2- Ja o autor  Andrew Newberg, radiologista e psiquiatra diz que o cérebro pode ser um instrumento da experiência religiosa, mas não é, necessariamente, a origem dessa experiência.

Nesse artigo portanto voce irá verificar as discussões referente a este tema tão interessante a nós psicólogos. Espero que gostem da abordagem apresentada.

Religion and the Brain

                                                             Religion and the Brain





December 01, 2009

Does evolution explain why the human brain supports religious belief? Dimitrios Kapogiannis and Jordan Grafman, scientists at the National Institutes of Health, follow up on a recent scientific paper by stating that brain networks that evolved for other purposes have given rise to our capacity for religious belief and experience. Andrew Newberg, the radiologist and psychiatrist who wrote How God Changes Your Brain, takes a different approach. He argues that the brain may be an instrument of religious experience but is not necessarily the origin of that experience. Each side of the debate first wrote a position statement; the sides then exchanged statements and wrote rejoinders.

This story has four sections: Dimitrios Kapogiannis and Jordan Grafman’s opening statement; Andrew Newberg’s opening statement; Kapogiannis and Grafman's response to Newberg; Newberg's response to Kapogiannis and Grafman.

How Our Brains Evolved to Accommodate Religious Belief

Dimitrios Kapogiannis and Jordan Grafman’s opening statement

Every school of philosophical thought has proposed its own account of how religious belief originated. Philosophers typically consider religion to be a cultural and historical phenomenon without a foundation in science. They neither attempt to bridge different approaches to religion—psychological, cognitive, behavioral, social, political and historical—nor distinguish among religion’s different aspects, such as belief, experience and ritual, in a way that enables people to test concrete hypotheses. However, recent progress in understanding the neurobiology of social cognition has opened the door to a neuroscientific perspective on religion.

Scientific explanations for complex biological phenomena are not reductionist. Rather, they require synthesis of the various components and their interactions at different levels. To explain religion in biological terms, therefore, we need to define both its characteristics in an individual and the variability of its expression among people and cultures.

Religions and their accompanying belief systems are cultural universals. Relying upon cultural evolution alone to explain this ubiquity requires acceptance that the innovation of religion transpired at the dawn of human history and all human societies have perpetuated it separately, which seems highly unlikely. Moreover, we now know that other evolutionary phenomena, such as symbolic language and morality, have solid bases in biology and information processing.

Many current theorists regard religion as either an evolutionary adaptation or a byproduct of certain adaptive changes, driven in either case by the development of larger social groups and more complex interactions among them. These theories link the emergence of religion in our ancestors with the development of cognitive processes: theory of mind, the ability to interpret the intentions and emotions of others; social cognition, or neural processes concerned with such social phenomena as morals and group identity; intuitive (prescientific) theories about natural phenomena; causal reasoning; and symbolic language. These cognitive processes have different evolutionary origins, and presumably they resulted from the expansion of specific brain regions. Indeed, our research involving functional brain imaging of the invoking of religious beliefs leads us to conclude that religion emerged as a combination of cognitive functions, the main evolutionary advantage of which was probably unrelated to religion.

In an individual, the term religiosity refers to a cluster of personality traits related to the adoption of religious beliefs and engagement in behaviors reflecting those beliefs. Due to both environmental and genetic factors, degrees of religiosity vary widely among modern humans. From an evolutionary standpoint, the variety stems from a lack of selection pressure—no single set of beliefs and associated behaviors conferred a survival advantage relative to others. As an evolutionary adaptation, religiosity resembles language, which humans adapted for social communication. The evolution of linguistic ability in the ancestors of modern homo sapiens clearly occurred at the biological level, and this evolution is a hallmark of modern humans. Fossil records reveal a gradual increase in the size of brain areas critical for language over tens of thousands of years. When groups of biologically nearly identical modern humans became geographically and socially separated, individual languages—like discrete religions— emerged and acquired their own cultural evolutionary histories (with a rate of change higher than Darwin’s theory of evolution would predict for biological traits). These distinct histories result from an accumulation of seemingly random changes, but also from the selection of features that conferred some advantage, such as languages’ differential prevalence of vowels and consonants based on climate.

Yet virtually all human beings have a comparable capacity for language, while the capacity for religion appears to be highly variable. Among our predecessor primate species—or groups within them—natural selection must have extinguished those with language deficiencies. In contrast, there are people with no supernatural beliefs—at least in the Western world, where alternative theories about how the world was created and how it evolved are widespread. It appears, therefore, that because natural selection did not eradicate populations that did not hold religious beliefs—or did not strongly adhere to them—there can be a high degree of variability in modern populations with regard to religion.


Brain Networks Involved in Religion

What, then, is the neurobiological basis of the highly variable human belief system? We found evidence that well-characterized brain networks are involved. Despite seemingly daunting differences, we organize religious belief around three principles, or dimensions, at the cognitive level—at least among members of Western societies—and both religious and non-religious people share these organizing principles. A secondary process, then, determines an individual’s specific expression of his or her beliefs. Researchers previously have implicated these neural circuits in understanding others’ actions, intents and emotions, as well as in processing abstract language and imagery.1 These basic cognitive and social skills are prerequisites for developing a sophisticated religious belief system.

In particular, the evolution of brain networks concerned with understanding the actions of others seems to have made possible concepts of a godlike entity’s involvement in human life. The crucial brain areas for this function are in the part of the frontal portion of the brain that also is involved in observing purposeful human action and detecting underlying intentions. These brain areas work with other regions to decode the emotional impact of the actions we observe.

A self-centered analysis of complex social interactions must have been crucial not only for the survival and status of an individual among larger social groups, but also for the evolutionary stability of these groups. An individual’s emotional life includes decoding others’ emotions and employing them in association with his own goals. Moreover, regulating emotions—through such skills such as deception, for example—optimizes social performance. Our research demonstrates that a person’s sense of love and anger from a godlike entity derives from these social functions.1 This sense is based in brain areas whose evolution enabled us to detect emotion from others’ facial expressions and tones of voice, as well as attribute personal relevance to social phenomena.

The previous two dimensions—understanding others’ actions and intents and decoding their emotional impact—encompass perceptions of the level of involvement and emotion of God or another supernatural entity in the construction of religious belief. The third dimension refers to the source of religious knowledge—what individuals have learned and experienced. This final dimension, we propose, influences how our brains code beliefs and connect them with other sources of knowledge. Together, the three dimensions we have identified help individuals construct religious belief systems that interact with other belief systems, social values and morals to help determine goals, control behaviors and balance emotions.

We should note that detecting another person’s intent is perhaps the earliest (pre-linguistic) form of causal reasoning;2 it allows us to predict future outcomes based on others’ current behaviors. Perhaps, in early, prescientific attempts to explain physical phenomena or historical coincidences, our ancestors needed to imagine supernatural intervention. Children arrive at such default explanations at specific times during their development and sometimes hold on to them as superstitions throughout adulthood.

Such supernatural explanations may be reinforced by evolutionarily ancient neural networks that code rewards and punishments, and the uncertainty regarding expected rewards and events we find threatening.3,4 In a danger-laden world, such as the one in which our ancestors evolved, the human brain may indeed have coded as a reward any explanation minimizing fear or the uncertainty of threats,3,4 and this coding might even have offered a survival advantage.5,6 A coherent world theory that assumed the existence of a supernatural being or beings may thus have had survival value at the individual level. Furthermore, adoption of such explanations by members of a group may have increased the predictability of their behavior, defined and signaled group membership and, therefore, promoted cooperation and had survival value at the group level.

The complexity of social interactions in these larger groups required abstract symbolic coding of ideas and mental states, and thus paved the way for symbolic language to evolve. This complexity also required people to mentally simulate possible social scenarios and outcomes, which supported the evolution of mental imagery (an ability that, in turn, promotes learning, even at the elementary level of motor imagery). These abilities, along with the associated brain areas, enabled humans to develop a wide variety of religious and other beliefs. Doctrine, which refers to beliefs that are transmitted culturally rather than grounded in personal experience, is a special type of abstract idea; it engages brain areas involved in the processing of abstract language.

Another piece of the puzzle is the key involvement of visceral emotions that occur in both social interactions and religious behavior. In the course of human evolution, basic emotions such as disgust and fear acquired new social equivalents such as moral outrage and guilt. Religious practice successfully engages these social emotions. We have shown that, when devout people disagree with certain religious beliefs, activity increases in the brain’s anterior insular cortices—areas involved in disgust, aversion, guilt and fear of loss.

More Than a Primitive Response

We conclude that there is nothing special about the source of religious knowledge or the brain networks involved. In the brain, religious knowledge relates to, and may be vulnerable to modification by, other sources of knowledge. These neural connections could account for the historical observation that religious ideas tend to cluster with certain political or social ideas more than we would expect simply from a random co-occurrence—an observation suggesting that religious ideas could be subordinate to a higher-order classification of concepts.

Critics might seize upon our findings as evidence that religion is a phenomenon of the primitive mind, and it might one day disappear as science “enlightens” humanity. Not so fast: Our need for religion might be embedded in our biology. Religious belief engages some of the most recently evolved brain areas, which perform uniquely human functions that define our species: the ability to comprehend the intentions and feelings of our fellow humans, symbolic language, reasoning. For better or worse, humans are not strictly logical creatures but social animals. We imagine, observe, interpret, love, and occasionally detest each other. Therefore, we cannot consider religion strictly an outdated response to the modern world.

Instead, we believe that religious belief emerged for the purpose of social structure. Social structure originally was based upon principles derived from small family, group and tribal social interactions and a need to explain natural phenomena that did not appear to have an obvious human or animal physical cause. Then, as societies grew larger, religious belief further developed through the establishment of greater religious infrastructure. This emergence and adaptation of religious belief depended on the sophisticated cognitive and neurobiological processes we have described. In addition, if human brain evolution gave us foresight as a weapon against stronger foes and natural phenomena, then religious beliefs that concerned an afterlife might have been an effort to extend the boundaries of life in a way that was consistent with this newly found ability.

Although we have rightly ceded explanations for natural phenomena to science, we still struggle to create optimal social relations within and among societies, and in this quest, religion continues to play a vital role.

Religion, Evolution and the Brain: What Caused What?

Andrew Newberg’s opening statement

Where did religious and spiritual beliefs come from? The answer to this question depends on your own belief system. The position of some people who are not religious echoes Sigmund Freud and, more recently, Richard Dawkins: Religion is primarily a pathological mistake made by the brain. Others with a less negative view consider religion to be a constructive creation of the brain. People holding the latter view might claim that evolutionary forces affected the human brain in such a way that it created religion as a means to better adapt to the world around us. Can evolution explain why the human brain supports religious beliefs? I argue that although explanations that focus on how brain structures and functions have evolved may provide important information regarding the raison d’être of religion, this “neuroevolutionary” approach can be limited.

One problem with this approach to religion is the difficulty in discerning the element or elements that are adaptive—that undergo change to enhance the probability of survival. For instance, different models have focused on the sense of control over the world that religion helps us to achieve, religion’s provision of social cohesiveness and moral foundations, its potential physical and mental health benefits or its utility in providing answers to questions that we cannot fathom. Still other theorists cite the importance of religious and spiritual experiences as primary evolutionary sources of religion.

A religious perspective challenges all of these neuroevolutionary approaches by reversing the causal arrow’s direction: Perhaps religious belief causes the brain to change rather than the other way around.

A religious individual looks outward for religion’s origin. Thus, the most common answer is straightforward: Religion comes from God. For a religious individual, it is no surprise that religion and spirituality are a part of the human brain—a God who provided human beings with no physiological way of having any kind of relationship with God would leave us with a fundamental theological problem. This explanation holds that religious beliefs originate with God, but thereafter, the human brain takes over to determine how we manifest those beliefs in our religious and spiritual practices. So, while an understanding of the brain may help us better comprehend how we become religious or spiritual, the brain only constrains or directs us toward those beliefs; it does not create them. This argument also helps explain why each religion has a different perspective on the meaning and nature of God, particularly God’s relationship to human beings.

We can question the validity of the religious explanation—which clearly argues against a neuroevolutionary cause of religion—because there are no scientifically derived empirical data to support it. How, then, do we know which explanation is correct? The fundamental problem is in evaluating how the brain perceives and understands reality. This dilemma forces us to re-evaluate what constitutes absolute fact and consider the potential need for an integrated epistemological approach to the question of how we know what is real.

The difficulty we face is how to evaluate the validity of different perspectives on the origins of religious and spiritual beliefs. Members of the emerging discipline of neurotheology—the study of how spiritual experiences and neural processes affect one another— are attempting to address this quandary by striving to combine neuroscience data with religious and theological ideas in order to better understand the intersection of religion and neuroscience. Neurotheology differs from other approaches to neuroscience in that it maintains a strong foothold in religious and spiritual beliefs. Thus, neurotheologians do not necessarily attempt to explain religion exclusively on the basis of neuroscience. Religious thinkers might have some things to say about neuroscience as well.

Ultimately, neurotheologians should both maintain and take into account religious and spiritual doctrines, practices and experiences while upholding appropriate scientific rigor. Trying to strike this balance raises fascinating and challenging methodological issues. So, while some of my arguments might sound more rational than others, depending on your belief system, it is important at least to reflect on each of the perspectives before reaching any conclusions about such a complex subject.

Scientific Approaches to Religion

When we evaluate evolution-based theories and other perspectives on religion, we must address several methodological concerns. Many scientific approaches explore religion; each can lead to a different conclusion about religion’s nature and origin. Therefore, even after we avoid the major temptation to explain away religion because of the lack of scientific evidence, methodological complications hinder our quest to make rigorously derived conclusions supporting an evolutionary basis for religion.

The Neurophysiology of Spiritual Practices

One scientific model for studying the origin of religion employs brain-imaging technologies to explore the physiological changes associated with a spiritual practice such as prayer or meditation. For example, using positron emission tomography (PET), single photon emission computed tomography (SPECT) and functional magnetic resonance imaging (fMRI),7 researchers derive simultaneous measures of biological changes in the brain, including cerebral blood flow and metabolism, and electrical and electrochemical (neurotransmitter) activity. Investigators use subjective measures to assess each participant’s psychological and spiritual feelings or thoughts, and then they compare the biological and subjective measures. Researchers evaluate additional physiological measures such as blood pressure, body temperature, heart rate and galvanic skin response (a measure of autonomic nervous systems activity) because these are frequently associated with brain changes, and previous research has shown that religious and spiritual phenomena affect body physiology.

The ideal result of these procedures would be a detailed portrait of brain activity correlated with a particular religious or spiritual experience. Such research has indeed helped to delineate the physiological correlates of such experiences, but physiological correlates by themselves cannot explain origin and nature—in other words, we cannot conclude that the brain activity is the specific cause of religious experience. Most studies have shown that multiple brain areas are involved, which complicates the ability to identify one or two physiological mechanisms that explain religion.

Other problems are more fundamental. Most important, it is difficult to assess whether the brain generates or simply receives certain types of experiences, such as the feeling of being in God’s presence. A brain scan shows associated changes but does not demonstrate whether these changes caused the experience or were produced in response to an external stimulus.

Furthermore, researchers typically cannot obtain the psychological and spiritual data during such an experience, since that would require interrupting it. Even one tap on the shoulder to ask a research participant how he felt at that moment would destroy the occurrence we are trying to study. Thus, we can never be certain exactly when an intense religious experience actually occurred during an imaging session.

Finally, subjective measures typically are based on participants’ responses to questions about what they felt, thought or perceived during the experience, but these responses, reflecting cognitive processes, are not necessarily the basis of a true spiritual episode. An inherent scientific bias in such studies is that investigators are measuring nothing more than cognitive processes of thought, feeling and experience, rather than something inherently spiritual (whatever that means from a scientific perspective).

Creating or Altering Spiritual Experiences

A second scientific method for studying the origin of religion involves trying to alter a participant’s religious and spiritual experiences. This approach might employ the use of drugs to directly affect or stimulate a spiritual experience. Because certain hallucinogenic drugs and stimulants can induce spiritual experiences, careful research, perhaps utilizing modern imaging techniques, may help elucidate which neurobiological mechanisms are involved. Researchers already have investigated the use of such hallucinogenic agents, but more extensive study, particularly related to religious and spiritual episodes, is necessary to gain a better understanding of the range of their effects.8 From a scientific perspective, one of the limitations of such studies is that different hallucinogens affect different neurotransmitter systems, thus making it difficult to determine whether any one neurotransmitter system is responsible for the drug-induced religious experience. Moreover, if multiple neurotransmitters are involved, how can we conclude which neural pathway—and hence, which evolutionary element—resulted in religion?

In addition, the role of drugs in many shamanic and native cultures turns the neuroevolutionary theory of religion on its head. For thousands of years these groups have used psychotropic compounds to induce spiritual states. But rather than conceiving of such effects as biological or artificial, these cultures see the drugs as opening the mind up to the spiritual realm. For them, drug use is not unlike putting on a pair of glasses to see more clearly. The drugs merely take the brain to another level where it can perceive the world in a clearer or, perhaps, higher way. From this viewpoint, the brain enables spiritual and religious phenomena rather than causing them. To put it another way, such cultures would think brain evolution an effect of the spiritual realm rather than a cause of it.

Spiritual Experiences Related to Brain Injury or Disorders

A third neuroscientific method for exploring spiritual and religious phenomena is to study patients diagnosed with neurological or psychiatric conditions. For instance, studies have linked temporal lobe epileptic seizures, brain tumors, stroke and other brain injuries to spiritual experiences or alterations in religious beliefs. Temporal lobe epilepsy in particular has been associated with hyperreligiosity and religious conversions.9 Psychiatric disorders such as schizophrenia and mania also have been associated with spiritual experiences and conversions. Delineating the type and location of the brain alterations involved in these conditions will help scientists explore the biological substrates associated with patients’ spiritual episodes. However, clinical researchers must take care to avoid referring to spiritual experience only in pathological terms or as associated with conditions of brain disease or injury. This approach sometimes leads people to classify religion as delusional or abnormal because they define it only as part of a disease state.

In contrast, most religious individuals do not exhibit signs of a neurological or psychological disorder, and researchers have demonstrated that religion can help people cope with stress and, in many cases, reduce anxiety and depression. Thus, while psychopathological approaches provide a unique perspective on religious phenomena, they suggest that religion is not at all adaptive. This conclusion contradicts theories proposing that religion is an evolutionary process.

A Specific Focus on Brain Evolution

A more specific evolutionary approach to the study of religion typically focuses on two important aspects of human evolutionary development: social interactions and cognitive processes. Both appear central to religion.1 Socially, it seems that human beings need to seek out and develop personal relationships that eventually can lead to the formation of a society on a grander scale. Cognitively, the human brain appears to continuously categorize and analyze the world to develop meaning and, perhaps more important, to determine appropriate social behaviors that will have survival benefits. Therefore, even though social behavior and religion appear to involve the same brain structures, we cannot assume that social behavior, rather than cognitive understanding and control, was the primary adaptive advantage that led to expansion of religion throughout the human world. Rather, any evolutionary advantage of religion could be multifactorial; it could include beneficial adaptations to social, cognitive, health, ethical and environmental factors.

The abilities to perceive and evaluate environmental dangers, to respond appropriately to situations and to weigh alternatives are critical to evolutionary adaptation. Our brains differentiate self from other, order things in space and time, perceive interrelationships among objects in the world and use symbols and language to express ideas. Religion may help to engage these cognitive processes, which we use to try to understand and control our world.

At issue is how each of us understands reality. Our individual perceptions of reality ultimately lead each of us to conclude whether religion is nothing more than a product of the brain (adaptive or not) or a necessary result of a spiritual realm that our brain may occasionally access. This fundamental epistemological problem challenges all aspects of human thought—scientific, philosophical and theological.

How Do We Know What’s Real?

This epistemological problem may prove to be the ultimate challenge to a purely scientific understanding of religion. How do we know whether anything we perceive is real or not? Put another way, how do we know if the reality of the external world corresponds, at least partially, to our mental representation of it? Humans have posed the question of realness since the dawn of philosophy, science and religion, and the question has generated various answers.

This reality question lies at the very heart of neuroscience. If our understanding of the world comes from the brain, it is subject to a variety of misinterpretations, misperceptions and misunderstandings. How, then, are we to know whether the reality we perceive—scientific, religious or otherwise—is the true representation of the world? Ultimately, after much philosophical, theological and scientific exploration, we may be forced to arrive at the rather uncomfortable circular statement that what we take to be real is dependent only on how real it feels to us. From the neuroscientific perspective, this is consistent with a wide array of research showing how our brains construct our senses of reality.

We return at last to neurotheology as an approach to understanding the nature of all types of experiences of reality. Both science and religion provide potentially important information about the world that our brains perceive. We may ultimately find that religion is nothing more than a manifestation of the brain’s function set in place by millions of years of evolution. We might find that perceived spiritual dimensions help us to get in touch with the more fundamental nature of reality. Either way, we should tread carefully and strive to understand reality—on all levels.

Response to Andrew Newberg

Dimitrios Kapogiannis and Jordan Grafman

We read Newberg’s essay with an eye toward common ground. We wholeheartedly agree with Newberg that religion can help people cope with stress by lowering anxiety and also may provide an ethical basis for interacting with the world.

Our quarrel with Newberg’s perspective is that he shies away from the scientific method’s commonly accepted grounding in natural causes and effects, reproducible experience and logical reasoning. Our essay is a purely scientific dialogue: We did not seek to criticize the usefulness of experimental design, but instead explored whether religious beliefs are special compared with other belief systems by discovering the brain systems and cognitive/social processes involved.

Newberg raises a number of points that we think deviate from a rigorous examination of religion. For example, he argues that religious belief may “cause the brain to change rather than the other way around.” But research demonstrates that almost all behaviors cause the brain to change via practice and adaptation. Religious belief is not unique in that regard.

Furthermore, Newberg implies that exercise of brain functions over time wouldn’t significantly influence the development of new knowledge or ways of being. Yet it is absurd to suggest that brain functions don’t influence the development of belief systems. At the level of the individual, exercise of a brain function (say logical reasoning or imagination) can have a profound influence over the range of beliefs she accepts. Similarly, at the level of society, promotion of the use of brain functions (say abstract language or empathy) can also change the prevailing pattern of beliefs.

It is also reasonable to speculate that, in an evolutionary time scale, gradual evolution of a range of brain functions enabled the emergence and adoption of myriad religious beliefs. Even modern biblical scholars and many religious practitioners would admit that there is little objective evidence that God has completely scripted the requirements of religious belief. The hypothesis to challenge here should be that religious belief emerged out of the cognitive and social capabilities of humans and that those abilities depended upon the structure and function of the human brain.

Even if we could persuade Newberg that the above argument is valid, he still might argue that we need a special branch of cognitive neuroscience, including dedicated neurotheologians, to study religious belief, and he may be on solid ground here. Nonetheless, psychology has always had a theoretical and an applied component. We and others on the theoretical side work to determine the underlying principles of human behavior and neural functions, while those in the applied school assess how those basic principles relate to specific circumstances. The key to understanding both theoretical and applied findings is to maintain the link between the two and to identify analogies to results in other disciplines.

At times we found Newberg’s statement confusing. For example, he wrote that it is difficult to assess whether the brain generates or receives (our italics) certain types of experiences, such as the feeling of God’s presence. Let us be clear: It is simply a supernatural declaration to say that God has issued a stimulus to alert us to his presence without our having the ability to detect it with modern instrumentation. For better or worse, no scientific instrument ever designed by humans can detect God, and our findings suggest that we don’t have a dedicated sensory organ or neural area dedicated to Him. On the other hand, many cognitive functions, such as imagination, do not have any obvious external causes and instead are generated internally. Scientifically, we can approach those functions only by correlating subjective experiences with objective measurements of neuronal activity. Here again, there is nothing special about the study of religion in the brain. It seems that Newberg only plays devil’s advocate in raising the issue of the legitimacy of the neuroscientific methods for studying religion, since he bases his research on the same scientific principles as we do.

Newberg does not seem to observe the distinction between the evolutionary origins of religion as an almost universal human trait, which fits the timescale of biological evolution, and the origins of specific religions, which are better explained by cultural evolution. Moreover, he seems to wonder how it is possible for religion to have evolved for adaptive reasons, since much of the evidence for its neural correlates has emerged from the study of pathological states, such as epilepsy or schizophrenia. Again, there is nothing unique to religion, since our knowledge of physiology in general largely stems from studies of disease states. The deregulation of a mental or physiological function often provides the clues that lead to the understanding of its normal function. Lastly, Newberg refers to cultures that use drugs and shamans to explore religious belief and to reach ecstatic states. These are social phenomena worthy of documentation and study for their cultural effects and their impact on a person’s experience and life view. Study of these agents or rituals likely will lead to the detection of brain regions important for these activities but not unique to them.

Science and religion may never reach common ground. Newberg seems to advocate a balance between incompatible reasoning systems. We have quite a different view of neurotheology, which we consider a branch of neuroscience that seeks to categorize and explain cultural phenomena based on tried and true neuroscience methods. Shamanistic cultures may offer different explanations for the origin of the world than does modern science; what we do not see is why this is relevant to the scientific study of religion.

In our view, religion constitutes a legitimate domain for scientific study, since the relevant phenomena are real and of great importance. We should determine the merit of any approach in terms of generalizeable knowledge. To quote Einstein, “Science without religion is lame, religion without science is blind.”

Response to Dimitrios Kapogiannis and Jordan Grafman

Andrew Newberg

Kapogiannis and Grafman’s research has provided another excellent piece to the puzzle of the nature of religiosity and religious belief. Their work also provides an impetus for further study to uncover the biological correlates of religion. This has great importance for advancing and strengthening research in the field linking neuroscience and religion, which I refer to as neurotheology. Their scientific investigation helps clarify the brain regions associated with specific components of religious belief.

In much of my own work, I have suggested that a large neural network appears to be involved in religious phenomena, including experiences and a vast array of beliefs. This model includes many of the regions Kapogiannis and Grafman have identified, but their new research provides even more detail. Given the richness and diversity of religious phenomena, which Kapogiannis and Grafman appropriately point out, the brain network that “gets into the act” is probably relatively large.

However, although experimentally defining cognitive and emotional aspects of religion in the context of research is necessary for adequate study, it also raises important concerns, as I have noted. In particular, by pre-defining how religion makes us feel and think, we may end up simply showing how the brain helps us feel and think in general rather than discovering something that is truly unique to religion. In other words, we might miss the part of ourselves that is inherently religious or spiritual if all that we attempt to study is the cognitive neuroscience of religion.

In terms of neuroscience, much of the research to date, including that of Kapogiannis and Grafman, measures general physiological correlates of religious phenomena. It also will be crucial to identify specific neurotransmitter systems that are involved in religious experience. This will likely be the next step in evaluating the neurophysiology of religious phenomena. And because many brain regions are implicated, researchers should focus their attention on more than one neurotransmitter system.

Kapogiannis and Grafman’s findings are consistent with previous models of religious phenomena, which implicate parts of the frontal, temporal and parietal lobes. As Kapogiannis and Grafman note, these areas are involved in higher cognitive processes, social behaviors and emotions. Such processes also play a critical role in religious phenomena. It is reasonable for any neuroevolutionary analysis of religion to lead to the conclusion that religion is built upon existing brain structures and their functions rather than on the development of a separate circuitry whose sole function would be supporting religious experience. Consistent with the findings of Kapogiannis and Grafman, there is no “God spot” in the brain. Rather, religion makes use of existing brain structures and their functions, and it appears that religious beliefs match up exceedingly well with those functions.

However, it is difficult to determine which of the functions related to religion ultimately provided the adaptive advantage that led religion to thrive throughout human history. Simply finding a relationship does not necessarily imply causality, and whether these findings ultimately imply that religion is nothing more than a brain-based phenomenon is another matter. The findings we are discussing link religion and the brain, but the brain may be receptive to religious experiences rather than creating them. Whether the brain generates religious belief or serves as a conduit for it remains a complicated question.

Comments


Religion and the Brain

Lorne A. Runge M.D.

12/2/2009 5:23:24 AM

Ideas of spirituality were generated prior to neurobiology and gained immediate legitimacy as there was no knowledge of brains or the necessity of a brain to generate purposeful behavior. The current debate suffers from defining religion in terms of what western culture sees as a religious experience, or religious belief. The anthropology of religion needs to be recognized in order to separate magic, speculative explanations, and social meaning before deciding what neurological basis is active. At a time when religious beliefs stimulate some to blow themselves up, it is difficult to accept that religious beliefs are by nature adaptive.

Brain Science and God

Stan Hatkoff, PhD, DBS

12/1/2009 11:46:00 AM

In the mid 80's Roger Sperry put forth the theory of emergence which simply states that the brain or brain states give rise to higher properties...as the mind... with distinctly functional properties separate from the brain but wholly dependent on the brain. He also indicated that information and influence flows in both directions.

It is very clear to those trained in psychology and theology that God created the brain with amazing powers...but it is limited to storage and response, it does not think. The mind influences the brain with thought and it responds. All this is to say that God gave man a spirit, part of his Spirit at creation and it has been passed down from Adam to each of us.

The spirit we have also emerges from the brain through the mind and becomes an activated distinct part of our being when we choose to have a relationship with God. It is then that the brain can respond or seemingly "create" these so called mystical or religious experiences. In reality, it is God communicating with us and we with him through the spirit to Spirit connection.

Post a Comment » References

1. D. Kapogiannis, A. K. Barbey, M. Su, G. Zamboni, F. Krueger, and J. Grafman, “Cognitive and Neural Foundations of Religious Belief,” Proceedings of the National Academy of Sciences USA 106, no. 12 (2009): 4876–4881.
2. R. Varley and M. Siegal, “Evidence for Cognition without Grammar from Causal Reasoning and ‘Theory of Mind’ in an Agrammatic Aphasic Patient,” Current Biology 10, no. 12 (2000): 723–726.
3. W. Schultz, “Multiple Dopamine Functions at Different Time Courses,” Annual Review of Neuroscience 30 (2007): 259–288.
4. W. Schultz, “Behavioral Dopamine Signals,” Trends in Neurosciences 30, no. 5 (2007): 203–210.
5. J. Yacubian, J. Glascher, K. Schroeder, T. Sommer, D. F. Braus, and C. Buchel, “Dissociable Systems for Gain- and Loss-Related Value Predictions and Errors of Prediction in the Human Brain,” Journal of Neuroscience 26, no. 37 (2006): 9530–9537.
6. J. B. Rosen and M. P. Donley, “Animal Studies of Amygdala Function in Fear and Uncertainty: Relevance to Human Research,” Biological Psychology 73, no. 1 (2006): 49–60.
7. A. Newberg and B. Lee, “The Neuroscientific Study of Religious and Spiritual Phenomena: Or Why God Doesn’t Use Biostatistics,” Zygon 40, (2005): 469-489.
8. R. R. Griffiths, W. A. Richards, U. McCann, and R. Jesse, “Psilocybin Can Occasion Mystical-Type Experiences Having Substantial and Sustained Personal Meaning and Spiritual Significance,” Psychopharmacology 187, (2006): 268–283.
9. H. G. Koenig, eds., Handbook of Religion and Mental Health (San Diego: Academic Press, 1998).

ANIVERSARIO DE JUREMA - MANANAUS


Amigos, quero nesse dia prestar uma pequena homenagem a nossa aniversariante de hoje..que a amiga JUREMA que esta nascendo hoje e ja chorou pra caramba....Assim as minhas sinceras FELICIDADES por mais este ano de vida...E como dizia CONFUCIO:

"Pode-se alcançar a sabedoria por três caminhos. O primeiro caminho é o da meditação, que é o mais nobre. O segundo é o da imitação, que é o mais fácil e o menos satisfatório. Em terceiro lugar, existe o caminho da experiência, que é o mais difícil" 

Votos de muita Paz e Tranquilidade no CORAÇÃO!


III Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão

III Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão



Rua Teodoro Sampaio, 352 cj. 84 -CEP.: 05406-000 - São Paulo - SP.


Secretaria Executiva: (11) 3061-0534


congresso@cienciaeprofissao.com.br

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ATO MEDICO - CUIDADO PSICOLOGOS DO BRASIL

Prezados (as) Psicólogos (as),


O Projeto de Lei no. 7703, de 2006, que dispõe sobre o exercício da medicina, chamado de Projeto de Lei do Ato Médico foi aprovado na Câmara Federal e encaminhado para apreciação no Senado Federal. O texto final aprovado na Câmara, apresenta artigos que ferem os princípios do SUS e da defesa dos usuários de saúde e do trabalho integral e multidisciplinar. Compreende-se a necessidade de regulamentação da profissão médica no Brasil, no entanto, esta regulamentação não pode ocorrer em detrimento da autonomia das demais profissões consideradas da área da saúde.

Atualmente, entende-se que o conhecimento de saúde não está mais restrito a uma única profissão, pois trata-se de um conceito social que engloba saberes e conhecimentos de diferentes áreas. Neste sentido, a aprovação do Projeto de Lei 7703, nos moldes atuais, configurará um retrocesso histórico, no momento em que as práticas de saúde buscam se desenvolver num plano de integração e complementaridade.

Com isso, é necessária a mobilização das demais profissões da área da saúde, incluindo a Psicologia, para garantir que a atenção à saúde deve continuar sendo realizada por todas essas profissões, promovendo ao usuário do SUS a atenção multiprofissional e interdisciplinar, considerando as diretrizes de integralidade do cuidado e a descentralização dos serviços.

Assim, conclamamos os profissionais inscritos no CRP01 – Seção Amazonas para participar das mobilizações on-line que estão ocorrendo em torno desta matéria. Através do site do CFP (www.pol.org.br), você poderá participar da enquete sobre a PL do Ato Médico, promovida pela Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública do Senado. Para acessar, basta clicar no link ÚLTIMAS NOTÍCIAS.

No site www.naoaoatomedico.org.br, você poderá encaminhar mensagens aos senadores e à Presidência da República, questionando o PL do Ato Médico. Contamos com a participação de todos os profissionais nesta mobilização em prol da garantia dos direitos adquiridos no sistema integrado de atenção à saúde em nosso país.

Atenciosamente,
Coordenação do CRP01 – Seção Amazonas
Conselho Regional de Psicologia - Seção Amazonas
Av. Djalma Batista, Nº 3.000, salas 31/32, Condomínio Amazonas Flat
Galeria Comercial CEP: 69.050 - 010 Bairro: Chapada
Fone: 3584 - 4320 FAX: 3584 - 4205
http://portalamazonia.locaweb.com.br/sites/crp-am/index.php
Funcionamento: Segunda-feira: a partir das 13:00 hs
Terça a sexta: das 08 às 12:00 e das 14 às 18:00 hs

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A diferença entre o medo e a fobia

Duas reações bem distintas

As reações como o medo e a fobia, apesar de parecerem a mesma coisa, são duas situações bem diferentes.

Segundo Rita Calegari, chefe do departamento de psicologia do Hospital São Camilo-Pompeia, na zona oeste da capital paulista, sentir medo é uma reação de autopreservação que não deve ser combatido nem eliminado por se tratar de algo saudável e importante para a nossa sobrevivência.

A fobia, segundo Rita, é semelhante ao medo, mas aparece de forma excessiva, sendo que nela existe um nível de ansiedade incontrolável que acaba por interferir na vida cotidiana da pessoa. Mesmo assim, o fóbico não reconhece que seu medo é excessivo. Muitas vezes a fobia não é encarada como uma doença, e sim como falha do caráter e da personalidade.

Existem, no entanto, aqueles que não têm medo, apenas apresentam uma mudança de humor. Seus portadores são bipolares, ou seja, possuem duas polaridades: uma de depressão e outra de agitação psicomotora. A pessoa acaba por perder a noção do medo e do perigo.

Rita afirma que a ansiedade sempre está envolvida em algum nível. Segundo a profissional, para tratar esse mal, assim como a Síndrome de Pânico, são necessários o uso de alguns medicamentos como antidrepressivos e ansiolíticos, além da prática da terapia. A Síndrome do Pânico é um transtorno involuntário que provoca algumas reações como: taquicardia, sudorese, tremores, vertigens e sensação de desmaio. Essa síndrome é de difícil diagnóstico e acaba por causar grandes mudanças na rotina do paciente por não poder prever quando vai acontecer.

Os fóbicos são considerados pessoas inteligentes, responsáveis, sensíveis e com uma certa tendencia de serem controladoras e detalhistas. "Essas pessoas passaram, em algum momento de suas vidas, por alguma experiência de morte. São indivíduos metódicos, sistemáticos e controladores", declarou Rita

Esses transtornos surgem diante de algum fato estressante que ocorre na vida do paciente, por isso, é importante diagnosticar o quanto antes, não desprezando os sintomas.

Fonte: Abril
Fonte: CRP-01

ESCREVER FAZ BEM

O remédio é escrever


Efeitos terapêuticos de manter blogs atraem a atenção de pesquisadores

A busca por uma vida mais saudável pode ser um dos motivos do enorme aumento do número de blogs. Estima-se que sejam cerca de 3 milhões por todo o planeta. Há anos cientistas e escritores conhecem os benefícios terapêuticos de escrever sobre experiências pessoais, pensamentos e sentimentos. Mas, além de servir como um mecanismo para aliviar o stress, expressar-se por meio da escrita traz muitos benefícios fisiológicos.

Pesquisas mostram que, com a prática da escrita, é possível aprimorar a memória e o sono, estimular a atividade dos leucócitos e reduzir a carga viral de pacientes com aids e até mesmo acelerar a cicatrização após uma cirurgia. Um estudo publicado na revista científica Oncologist mostra que pessoas com câncer que escreviam sobre seus sentimentos, logo depois, sentiam-se muito melhor tanto mental quanto fisicamente, em comparação a pacientes que não se deram a esse trabalho.

Pesquisadores empenham-se agora em explorar as bases neurológicas em jogo, especialmente levando em conta a explosão dos blogs. “Sabemos que há impulsos envolvidos em sua criação, pois muitas pessoas agem de forma compulsiva em relação a eles. Além disso, o hábito de mantê-los atualizados pode desencadear a liberação de dopamina, os estímulos são similares aos que temos quando escutamos música, corremos ou apreciamos uma obra de arte”, diz a neurocientista Alice Flaherty, da Universidade Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts.

Fonte: Mente e Cérebro

Trabalho voluntário e expectativa de vida

Voluntariado pode prolongar a vida, afirmam especialistas

A realização de trabalhos voluntários, principalmente pelos idosos, pode ser um fator que ajuda a prolongar a vida, segundo pesquisadores da Mayo Clinic, dos Estados Unidos. De acordo com os especialistas, as pessoas mais velhas que fazem trabalhos voluntários apresentam menores taxas de doença cardíaca e vivem mais tempo do que aquelas que não participam desse tipo de atividade.

Estudos indicam benefícios para a saúde entre pessoas que se comprometem com o voluntariado de 40 a 100 horas por ano - ou apenas duas horas por semana. Para as pessoas se engajarem no voluntariado, eles recomendam escolher a atividade baseado em seus interesses, no que faz você feliz ou o que lhe preocupa mais, combinando com suas habilidades. Além disso, é importante definir o tempo que você está disposto a dedicar a um trabalho voluntário.

Fonte: Boa Saúde
Fonte: Boletim CRP-01

Aumenta Venda de AntiDEPRESSIVOS

Cresce a venda de antidepressivos


Um levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que teve como base dados do IMS Health, instituto que faz auditoria do mercado farmacêutico, mostrou que a venda de antidepressivos em farmácias e drogarias do Brasil cresceu 42% de 2003 a 2007.

Segundo especialistas, o "boom" nas vendas pode ser explicado principalmente por dois fatores. Um deles é que médicos de outras áreas têm ampliado a prescrição dos medicamentos. Além disso, cresceu o uso de antidepressivos por pessoas sem diagnóstico de depressão - em casos que o paciente passa por uma fase difícil, como a perda de um parente ou a separação do cônjuge.

O psiquiatra Raphael Boechat, doutor pela Universidade de Brasília (UnB), diz que urologistas e ginecologistas, entre outros especialistas, vêm prescrevendo antidepressivos em casos em que não são necessários, para jovens com ejaculação precoce ou mulheres na menopausa, por exemplo.


Fonte: Folha Online

CRP - 01 MANTENHA CONTATO COM O CONSELHO

Mantenha contato


É difícil falar em comunicação atualmente e não pensar em Internet. Sites, fóruns, mensagens instantâneas, e-mails. Todas essas ferramentas economizam tempo e tornam a vida cotidiana mais prática, sobretudo quando precisamos nos comunicar com alguém. Mas, e quando a outra pessoa não nos informa o endereço de e-mail ou simplesmente não está conectada? Este é um dos desafios encontrados aqui no CRP-01. Uma análise em nosso banco de dados revelou que quase metade dos inscritos não possui e-mail ou não o informou no momento da inscrição.

Na seção Distrito Federal, 40% dos psicólogos não têm e-mail cadastrado. As demais seções, Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia, juntas têm 49% de profissionais registrados sem endereço eletrônico em nosso banco de dados.

O CRP-01 quer ampliar sua comunicação com os associados, e as ferramentas tecnológicas fazem parte deste processo. Por isso, comunique aos colegas psicólogos que mudaram de e-mail e ainda não o substituiu na seção responsável pelo seu registro a importância de fazê-lo. Informe-o de que, com dados atualizados, é possível manter um contato constante com os profissionais e pensar juntos soluções para os problemas da classe. Se você ainda não tem seu e-mail cadastrado no CRP-01, clique aqui e atualize seus dados!

Fonte: Boletim CRP-01 Dezembro/09.

BOLETIM DO CRP - 01 AMAZONAS



PRESIDENTE FALOU DA "MERDA" e isso tem na Empresa?


"Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, usou um palavrão ao fazer um discurso sobre saneamento básico em São Luís, no Maranhão. Lula afirmou que não quer levar em conta os partidos dos prefeitos das cidades brasileiras e quer apenas "tirar o povo da m...".

"Eu não quero saber se o (prefeito de São Luís) João Castelo é do PSDB, se o outro é do PFL (atual DEM) ou se é do PT. Eu quero saber se o povo está na m... e quero tirar o povo da m... em que ele se encontra", disse Lula, que assinou no Maranhão contratos do programa de habitação Minha Casa, Minha Vida. "Lógico que falei um palavrão aqui. Amanhã os comentaristas dos grandes jornais vão falar que o Lula falou um palavrão, mas eu tenho consciência de que eles falam mais palavrão do que eu todo o dia".


Parte do texto acima está publicado no PORTAL TERRA que registra que a expressão considerada pela midia e parte da população não deveria ter sido utilizado pelo presidente por entederem que como personalidade pública que é deveria ter mais cuidado ao utilizar expressões pouco recomendadas para uma autoridade de seu porte.

Vale considerar que no contexto aonde fora colocado a expressão - a imagem das palavras - ficou mais claro para a população em geral, ou seja, para aquela parcela em que são contabilizados pela estatística como sendo os mais carentes de nosso país. De minha parte, também entendo que a expressão, pouco usual, nem sempre é utilizada por determinadas autoridades em público.

Porém, se formos verificar a historia política em nosso país, os comportamentos que expressam falta de ética, estes se estendem nas ações de alguns agentes públicos que não tem compromisso com a sociedade, ou seja, a atitude negativa, perdulária e falsa "FEDE" mais do que a expressão utilizada pelo presidente, pois, não há sequer um momento de lúcidez social que os façam entender (os agentes publicos) que são meros representantes de uma população que precisa se expressar pelos instrumentos de direito previsto na Constituição Federal do País.

Fiquei pensando nas "MERD.." que alguns de nós fazemos no decorrer de nossa vida...por exemplo, escolhas que não foram bem pensadas, decisões erradas tomadas no calor da emoção. E, isso me faz trazer a situação da "MERD.." para o contexto profissional aonde muitas "MERD.." são feitas e as consequencias destas fazem com que determinadas profissionais sejam prejudicadas, e às vezes determinados desvios venham a prejudicar a organização...ora deixando ricos somente um ou dois que se beneficiam dessa situação.

Cito, como exemplo, a situação daqueles donos de empresa e/ou gestores que se aproveitam do poder que deteem que tem para ao demitir os profissionais pede de volta os 40% por cento do FGTS, pede devolução do salario do mês anterior, pois, o funcionario já estava de aviso previo e este não sabia.

Outra situação é que o funcionario é forçado a pedir demissão, pois, está enfermo ou quando volta do INSS por conta do Auxilio Doença é demitido de imediato...Tem o funcionário que sofreu acidente de trabalho, mas o gestor tem a ordem de registrar na CAT o codigo 31 e nao o 91(pois, aqui o dono não irá recolher o FGTS).

Um outro ponto é que a "MERD.." em determinados casos já começam no desprezo que algumas empresas demonstram pelos seus funcionários...estes são verdadeiros escravos. Em algumas são verdadeiros escravos.

Às vezes no Processo Trabalhista (Contencioso Trabalhista) o Preposto tem que arrumar um testemunha que fale a favor da Empresa, às vezes, mentindo...Quantas "MERD..." acontecem no dia a dia da organização.

Mas nem tudo está perdido. Estas atitudes mesquinhas que dizem geram lucro para poucos não é praticado pela grande maioria dos gestores e profissionais das organizações.

Ainda bem! Pois não seria fácil ficar atolado na "Merd...".

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Plano de Cargos e Salarios

Normas e Procedimentos

Modelo

I - Política de Administração de Cargos e Salários

A administração de cargos e salários será feita considerando:

a relatividade interna: cada cargo terá sua remuneração estabelecida conforme as responsabilidades e qualificações necessárias para o desempenho da função.

a situação de mercado: os salários serão estabelecidos conforme os padrões de mercado para cargos com responsabilidades semelhantes.

o equilíbrio orçamentário da empresa: a política salarial levará em conta o desempenho da empresa e seus resultados.

A Política de Administração de Cargos e Salários da Empresa tem por objetivo reconhecer a capacitação profissional e o desempenho dos seus funcionários. O desenvolvimento técnico-profissional do funcionário e sua contribuição efetiva para os resultados da empresa serão os indicadores utilizados para esse reconhecimento.

II - Normas e Procedimentos de Funcionamento do Sistema de Administração de Cargos e Salários

Os salários serão administrados dentro das faixas salariais de cada Classe de cargos. A determinação dos salários individuais será feita conforme as seguintes normas e procedimentos.

1. Salário de Admissão

Todo funcionário deve ser admitido preferencialmente com salário no início da faixa salarial estabelecida para o seu cargo. Excepcionalmente, o salário de admissão pode ser estabelecido acima desse limite, em função do grau de qualificação e experiência exigidos do candidato ou por contingência de mercado.

2. Salário Para um Novo Cargo

Para se definir a faixa salarial de um novo cargo, este deverá passar pelo processo de Avaliação e Classificação, conduzido pela área de Recursos Humanos, com base nas atribuições do novo cargo.

3. Alterações Salariais

O Sistema de Administração de Cargos e Salários prevê as seguintes situações que poderão gerar alterações salariais:

Fim do período de experiência

Promoção Vertical (promoção para um cargo maior)

Promoção Horizontal (aumento de salário por merecimento, no mesmo cargo)

Transferência para outro cargo

Reclassificação do cargo

3.1. Salário Após o Período de Experiência

Em casos específicos, em que o funcionário tenha sido contratado com a condição de ter um reajuste após o período de experiência, o salário do funcionário será reajustado para o nível previamente acertado na contratação.

3.2. Promoção Vertical

Os aumentos por promoção vertical são concedidos aos funcionários que passam a ocupar cargos incluídos numa Classe superior à Classe atual do cargo, dentro da estrutura de cargos e salários.

A promoção vertical está vinculada à existência de vaga no quadro de funcionários (caso de Auxiliares, Assistentes, Analistas, por exemplo), ou poderá ocorrer em função da necessidade de preenchimento de uma vaga em aberto (caso de Encarregados, Supervisores, Gerentes, por exemplo).

Os candidatos a uma promoção vertical deverão passar por um processo de avaliação conduzido pela área de Recursos Humanos.

São duas as modalidades de promoção vertical:

3.2.1. Promoção Vertical na Mesma Carreira Específica

(de Operador de Máquina para Encarregado de Produção, por exemplo)

O salário é alterado para se enquadrar na Classe do novo cargo. Na maioria das vezes, o aumento deveria se situar entre 10% e 20% do salário atual.

Os aumentos decorrentes da promoção vertical podem ser concedidos em qualquer mês do ano, desde que o funcionário preencha os requisitos necessários à promoção.

Após uma promoção vertical na mesma carreira específica, deverá ser observado um período mínimo de um ano, antes de nova promoção vertical.

3.2.2. Promoção Vertical Com Mudança de Carreira Específica

(de Auxiliar Financeiro para Auxiliar de Compras, por exemplo)

Numa promoção vertical, o aumento recomendado situa-se entre 10% e 20% do salário atual, observado o posicionamento na faixa do novo cargo e a relatividade interna.

O aumento por promoção vertical, nesses casos, será efetivado 30 dias após a promoção. Nesse período será avaliada a adaptação do funcionário ao novo cargo. A promoção será efetivada com a aprovação da Gerência da área.

Caso o funcionário não se adapte ao novo cargo, a Gerência da área deverá comunicar com antecedência o fato à área de Recursos Humanos. Se for possível, o funcionário poderá retornar à sua área de origem ou ser transferido para uma função compatível com seu perfil profissional.

3.3. Promoção Horizontal (aumento por mérito)

O aumento por promoção horizontal pode ser concedido ao funcionário que apresentar desempenho que o destaque significativamente dos demais ocupantes do mesmo cargo ou dentro de uma equipe de trabalho.

É uma alteração do salário do funcionário dentro da Faixa Salarial da Classe correspondente ao seu cargo.

Os aumentos decorrentes da promoção horizontal podem ser concedidos em qualquer mês do ano e devem se ajustar ao orçamento definido para essa finalidade. Um funcionário só pode receber nova promoção horizontal após o período mínimo de um ano.

Quando o cargo pertencer a uma carreira específica, como auxiliares, assistentes e analistas, o funcionário só poderá ser promovido verticalmente 6 meses após receber uma promoção horizontal, desde que preencha os requisitos necessários.

Os Gerentes e Coordenadores são responsáveis pela administração do orçamento para promoções horizontais. Portanto, deverão definir o percentual de aumento individual a ser concedido em cada caso.

O percentual recomendado para os casos de promoção horizontal varia entre 5% e 8%. Em casos de desempenho destacado este percentual poderá chegar a 12%. É recomendado analisar com cuidado cada promoção horizontal, visando a evitar a criação de problemas de relatividade interna posteriormente.

3.4. Transferência de cargo

Ocorre uma transferência quando o funcionário passa a ocupar um cargo em outra área. Por exemplo, um Assistente que é transferido da área industrial para a área administrativa.

Uma transferência geralmente não significa que o funcionário receberá um aumento de salário.

Se a transferência for para um cargo de uma classe superior à classe do cargo atual, serão aplicadas as mesmas regras definidas para os casos de promoção vertical.

Se a transferência for para um cargo da mesma classe, e for necessário um aumento de salário para um melhor posicionamento do salário do funcionário na faixa salarial, serão aplicadas as mesmas regras definidas paras os casos de promoção horizontal.

3.5. Reclassificação do cargo

Ocorre um reajuste salarial por reclassificação quando um cargo recebe atribuições adicionais, de maior complexidade e responsabilidade e que exijam maior conhecimento do que as atribuições atuais, justificando uma reclassificação do cargo para uma classe mais alta na estrutura de cargos.

3.6. Ajustes de mercado

São alterações salariais com o objetivo de alinhar o salário do cargo com os padrões de mercado, constatados por meio de pesquisa de remuneração.

O ajuste de mercado pode ocorrer como conseqüência de um reajuste nas tabelas salariais para alinhamento com o mercado ou apenas para alinhar os salários de determinados cargos

Outros tópicos que poderão ser incluídos nas Normas e Procedimentos de funcionamento do Plano de Cargos e Salários

4. Avaliação para promoção

Disciplina

Assiduidade

Pontualidade

Colaboração com a equipe, superiores e colegas de trabalho

Disponibilidade

Qualidade do trabalho realizado

Responsabilidade

Apresentação pessoal

Conhecimento da Função

Desenvolvimento Técnico-Profissional

Entendimento e aceitação de mudanças

Comunicação

Organização

Liderança (para encarregados e acima)

Resolução de conflitos (para encarregados e acima)

5. Procedimentos para solicitação de uma promoção

5.1 Solicitação da Promoção (início do processo)

5.2 Aprovação preliminar pelo superior do solicitante

5.3 Avaliação do funcionário

5.4 Revisão da avaliação do funcionário

5.5 Análise pela área de Recursos Humanos

5.6 Aprovação da Diretoria

5.7 Efetivação da promoção



6. Procedimentos para solicitação de uma transferência

6.1 Solicitação da Transferência (início do processo)

6.2 Aprovação preliminar pelo superior do solicitante

6.3 Aprovação pelo atual Gerente da área em que o funcionário trabalha

6.4 Avaliação pela área de Recursos Humanos

6.5 Decisão da Diretoria

6.6 Efetivação da transferência

7. 11Procedimentos para solicitação de criação de uma vaga ou posto de trabalho
7.1. Conceito de Vaga
7.2 Solicitação de criação da vaga (início do processo)
7.3 Aprovação preliminar pelo superior do solicitante
7.4 Análise pela área de Recursos Humanos
7.5 Aprovação pela Diretoria
8. Prazo Para Solicitação de Promoção e Transferência
9. Orçamento para Promoções
10. Programa de Estagiários
10.1. Regras de Funcionamento do Estágio
10.2. Critérios de Recrutamento de Estagiários
10.3. Valor da Bolsa de Aprendizagem
11. Responsabilidades
11.1. Diretores
11.2. Gerentes
11.3. Área de Recursos Humanos

III - Conceitos e Terminologia

Descrição de Cargo
Avaliação de Cargos
Classe
Estrutura Salarial
Faixa Salarial
Amplitude da Faixa Salarial
Pesquisa Salarial

Salário Fixo

Comissão

Remuneração Variável

Bônus

Prêmio

Remuneração Base

Remuneração Total em Dinheiro

Enquadramento Salarial

Política de Remuneração

Promoção Horizontal (Aumento por Mérito)

Promoção Vertical

Carreira Funcional

Carreira Específica

Fonte: promerito.com.br

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

COP 15 - VERSAO ESPANHOL

Bom dia!

Amigos,

Para acompanhar a COP - 15 basta clicar no título acima...a versão está em Espanhol.


Abraços!

sábado, 5 de dezembro de 2009

ANGUSTIA PROFISSIONAL

Amigos,

Estou sem o tempo necessário para escrever de forma mais sistemática, porém, tenho recebido dicas de textos de conteúdo muito adequado ao conteúdo deste BLOGG. Assim replico este artigo que trata do tema: ANGUSTIA NA PROFISSÃO.

AUTOR: JERONIMO MENDES

Visite http://www.jeronimos.com.br/blog



"Com relação ao mundo corporativo, costumo dizer o seguinte: manda quem pode, obedece quem precisa, muda quem tem juízo. Essa última parte é por minha conta, mas eu já pensei diferente no passado. Reconheço que é bem mais fácil pensar assim depois de certa idade, quando você sabe exatamente o que quer e, principalmente, quando você trabalha de cabeça erguida, graças ao seu esforço, dedicação e, sem dúvida, um pouco de sorte. Dessa forma, pensar diferente é um exercício gratificante para não se deixar escravizar apesar da necessidade que, na maioria dos casos, sempre fala mais alto.


Entender o ditado requer interpretação em três etapas. “Manda quem pode” é algo típico da Idade Média, quando os senhores feudais dominavam vastas propriedades de terras e os servos e vassalos viviam à mercê do seu temperamento nada amistoso, portanto, qualquer descontentamento era sinônimo de ameaça e, para evitar conflitos, cuja pena máxima era a perda de proteção ou a expulsão do feudo, a alternativa mais sensata era obedecer. Assim foi no tempo da escravidão, quando os reis, imperadores e senhores de engenho detinham a propriedade do indivíduo, de papel passado, em regime absoluto de escravidão. Durante essa fase repugnante da nossa história, isso era comum.

“Obedece quem precisa” surgiu mais adiante quando Frederick Taylor, o precursor da administração científica do trabalho, instituiu o conceito de chefia e organização e instituiu, de forma veemente e unilateral, que alguns nascem para mandar, outros para fazer. Naturalmente, quem nascia para a execução morreria sob esse estigma e poderia se tornar um obediente operário até o fim da vida. Por essa razão, Taylor era meio paranóico, obcecado por controle e produtividade.

“Muda quem tem juízo” é a minha praia, por assim dizer. Considero a melhor atitude para se livrar do ditado original. Embora eu tenha sido forçado à mudança há algum tempo e isso tenha me proporcionado um bem danado, eu posso dizer que se trata de um dilema difícil de ser solucionado e isso não é privilégio de poucos, ao contrário, é o caso da maioria dos profissionais do mundo moderno.

A mudança é o caminho mais adequado para livrá-lo dessas tolices que mancham o mundo corporativo e para colocar todo o seu potencial em prática num lugar onde você possa ser tratado, literalmente, como ser humano. Você é a única pessoa capaz de reverter o quadro depreciativo que pintam a seu respeito e a respeito do seu trabalho, por mais esforçado que você tente parecer.

De acordo com pesquisa divulgada na Revista Negócios (Edição n. 3, maio de 2007), o ambiente de trabalho se tornou fonte de infelicidade para presidentes e diretores de grandes empresas e, por experiência própria, estendo essa infelicidade geral para outros níveis hierárquicos que sofrem diferentes tipos de pressão por resultados cada dia mais insaciáveis.

Ainda segundo a pesquisa, realizada com mais de mil executivos de 350 empresas, a angústia da vida executiva é algo digno de reflexão. Dentre os principais resultados obtidos, a pesquisa aponta que 84% dos executivos se dizem infelizes no trabalho, 54% que se dizem insatisfeitos com o tempo dedicado à vida pessoal e 35% deles apontam os problemas com o chefe como a crise mais marcante da sua vida, o que não é tanta novidade assim.

Por um lado, o excesso de trabalho, por outro, a falta dele. Ambos têm a ver com a dignidade humana, relegada com freqüência ao segundo plano. Albert Camus, filósofo francês, lembra que não existe dignidade no trabalho quando este não é aceito livremente. Pior ainda quando não é aceito de forma alguma.

Concordo plenamente com o escritor James Hunter, autor de O Monge e o Executivo, quando diz que “os seres humanos têm um profundo anseio por significado e propósito em sua vida e retribuirão a quem os ajudar a atender a esta necessidade. Eles querem acreditar que o que estão fazendo é importante, que serve a um desígnio e que agrega valor ao mundo”. Isso vale para o mais simples dos mortais.

Meu pai ficou praticamente 30 anos na mesma empresa repetindo esse ditado e por vários lugares onde passei havia sempre um insatisfeito que parecia ter assumido o lugar dele, mas não o condeno. Ele foi feliz do seu jeito e, apesar dos revezes, sobreviveu e conseguiu criar os filhos com dignidade.

Embora as circunstâncias mudem e as oportunidades sejam freqüentes, muitos profissionais ainda se submetem a essa filosofia de vida, por medo ou insegurança, enquanto o verdadeiro potencial vai lhe escapando pelo vão dos dedos sem que o mesmo seja capaz de esboçar a mínima reação. Isso soa um pouco deprimente.

O fato de não ter conseguido livrar-me definitivamente desse ditado me fez reconstruí-lo a fim de torná-lo mais digerível e para repensar a maneira de ver o mundo. Leva tempo para conseguirmos destruir alguns paradigmas plantados em nossa cabeça involuntariamente. Hoje, cada vez que alguém dispara essa máxima perto de mim, eu complemento: “e muda quem tem juízo”.

Graças a Deus, conheço um numero razoável de profissionais que deram a volta por cima e, a despeito de todas as dificuldades encontradas no caminho, tiveram a coragem de reposicionar-se no mercado para conquistar um lugar ao sol, optando, em muitos casos, por uma renda menor ao reconsiderar o fato de que o dinheiro jamais conseguirá compensar a ausência de paz de espírito.

O mundo é repleto de oportunidades e, por menos conhecimento que alguém possa apresentar sobre determinado assunto, existe uma força sobrenatural dentro de cada ser humano capaz de transformá-lo em exímio conhecedor daquilo que ele estiver realmente determinado a realizar. É praticamente impossível o universo não trabalhar a seu favor se você estiver convicto de que as adversidades são condições temporárias e que a força de vontade e a determinação são as únicas virtudes capazes de recolocá-lo num ambiente mais merecedor da sua energia, da sua inteligência e da sua valiosa companhia.

Olhe ao redor e admire a legião de profissionais que abriram mão de um cargo altamente promissor em grandes corporações e seus respectivos benefícios em troca de mais dignidade, mais qualidade de vida e mais tempo para a família. E mais, quantos amigos e colegas de trabalho pararam de brigar consigo mesmo, com o chefe e com a conta bancária partindo para uma missão diferente muito antes de você esboçar a primeira reclamação.

Existem inúmeras empresas onde o ditado prevalece, por pouco tempo, creio eu. Hoje, manda quem pode, obedece quem precisa e muda quem tem juízo, pois é necessário evitar ambientes onde o regime feudal deixou resquícios. Assim sendo, quero compartilhar algumas dicas que poderão ajudá-lo no seu ritual diário de crescimento e desenvolvimento pessoal. Espero que sejam úteis.

1. Ninguém tem o direito de ferir a sua dignidade; quando sentir que o ambiente está afetando a sua auto-estima e a sua dignidade, ou você muda de ambiente ou enfrenta o problema ou pára de reclamar para sofrer menos do que o necessário; a primeira é mais gratificante;

2. Considere que poucos líderes estão preparados para enfrentar o diálogo aberto e consistente quando alguém questiona o clima organizacional; quando isso ocorre, geralmente eles são pegos de surpresa; você conhece algum chefe propenso a admitir sua maneira equivocada de conduzir a equipe?

3. Mudar é mais difícil do que se imagina; é muito mais prático suportar a pressão e chorar sozinho do que perder o emprego, o crachá e o plano de saúde, portanto, releve certas coisas e seja menos rígido na avaliação; digo isso porque já fui mais rígido do que o necessário e isso não me ajudou em nada, ao contrário, paguei um preço alto;

4. Lembre-se que nem tudo é para sempre e, felizmente, a vida é feita de mais momentos alegres do que tristes.

A angústia da vida profissional é eterna. Por mais recompensadora que possa parecer, a aposentadoria será o início de novos dilemas que surgirão com a idade e com a eterna necessidade de se sentir útil perante a sociedade. Como diz o César Souza, autor de Você é o tamanho dos seus sonhos, se você não existisse, o universo não seria o mesmo. Portanto, pare de sofrer com coisas pequenas e comece a provar a si mesmo que você é superior a tudo isso.

Nada resiste ao trabalho e ao desejo irreversível de subir na vida. Se você mantiver uma postura irreparável no caminho e assumir o compromisso de crescer e de aprender todos os dias até o fim da vida, ainda que você tenha de cair e levantar inúmeras vezes, seus pais, seus verdadeiros amigos e, principalmente, sua família, agradecem, de coração. Pense nisso e seja feliz! "

Sobre o Autor
Administrador, Escritor e Palestrante nas áreas de gestão, mudança organizacional, comportamento e empreendedorismo.

Livros Publicados:
- Manual do Empreendedor (Atlas)
- Oh, Mundo Cãoporativo! (Qualitymark)
- O Encontro das Estrelas (Canção Nova)
- Benditas Muletas (Vozes)

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FERIADÃO - FINAL DE SEMANA



Amigos da área de psicologia há uma FRASE atribuida a FREUD que acho interessante e que diz o seguinte:

"Somos feitos de carne, mas temos que viver como se fossemos feitos de ferro." [ Sigmund Freud ]

Não somos de ferro. Somos humanos e com necessidades que podem estar explicitas em nossa consciencia ou não. Chegou mais um final de semana e é uma necessidade RELAXAR para tranquilizar-se. Nesse sentido estou já preparado para MERGULHAR novamente numa boa piscina. Espero que todos possam também RELAXAR a sua maneira e que o resultado desta possa ser o melhor possivel.

Abraços a todos!

1o. DIA DE TRABALHO: COMO CAUSAR BOA IMPRESSÃO?

O/a profissional passou por todas as fases de um processo seletivo e conseguiu o tão almejado emprego. Mas agora, as dúvidas começam surgir... Como agir? Alguma preparação diferente deve ser feita para começar bem no primeiro dia? Deve-se procurar conhecer a empresa, pesquisar sobre ela?

O saber popular diz que a primeira impressão é a que fica. E a verdade é que essa premissa também é válida para o primeiro dia de trabalho. Um/a novo/a funcionário/a deve ter a preocupação em causar uma impressão positiva, mas deve ter em mente também que terá oportunidades de mostrar quem ele/a é, suas habilidades e capacidades durante todo o tempo em que estiver trabalhando nesta empresa, o que causará outras impressões mais ou tão importantes quanto a primeira. Procurar se sair bem é preciso, mas isto não deve ser motivo de preocupação em demasia, já que nem sempre é possível agradar a todos/as.

Sim, o início em uma nova empresa sempre é motivo de ansiedade, tanto para o/a novo/a empregado/a quanto para os/as colaboradores/as que já estão lá. Mas isso é perfeitamente normal, dizem os especialistas.

“Considero normal certa tensão no primeiro dia de um novo trabalho de qualquer pessoa, afinal, trata-se de uma situação nova, desconhecida e as pessoas realmente tem medo do desconhecido, mesmo sabendo que a mudança poderá ser para melhor. Sugiro aos/às iniciantes que tentem relaxar e sejam autênticos/as. Nada de excessos (camaradagem, entusiasmo ou mesmo interação com os/as novos/as colegas). É natural querer impressionar o/a chefe e os/as colegas, mas não se deve forçar a barra ou fazer promessas que não se pode cumprir, do contrário este comportamento tende a reverter negativamente para o/a novo/a profissional”, diz Reinaldo Silvestre da Silva Júnior, sócio-proprietário da empresa ZAP Trade (prestadora de serviço de TI) e consultor especialista em TI-GED, planejamento e gestão estratégica.

Ainda segundo ele, a ansiedade do primeiro dia de trabalho pode se tornar negativa quando ela impede o/a profissional de interagir ou mesmo de prestar a devida atenção na função a ser desempenhada. “A ansiedade, principalmente em ser aceito/a e em causar uma excelente impressão, podem atuar em detrimento do mais importante, o desempenho... e para ter um desempenho adequado é preciso estar em sintonia com as habilidades e conhecimentos que a função requer”, informa.

Mas é possível amenizar esta tensão: basta lembrar que este é apenas o primeiro dia de muitos que virão, e é preciso dar tempo ao tempo. “Um novo relacionamento está começando, e não é no primeiro dia que todos se conhecerão com profundidade ou que se formarão opiniões definitivas e consistentes. Enfatizo que o melhor é ser autêntico, assim as pessoas terão uma melhor oportunidade de estabelecer relações saudáveis. Minha dica para controlar esta ansiedade consiste em um exercício bem simples: antes de sair de casa, imagine como você quer que seja seu dia, sinta-se bem recebido e crie mentalmente uma atmosfera agradável. Quando o expediente começar de verdade, se você ainda se sentir tenso, discretamente, feche os olhos, respire fundo e tente sentir aquela atmosfera imaginada. Isto, com certeza, o ajudará a se acalmar”, complementa Reinaldo.

Uma boa estratégia é travar diálogos claros e abertos com parceiros/as, pois, segundo Jonas Kaffka, diretor da Holden Consultoria e RH, independente de qualquer situação, esse tipo de atitude demonstra interesse em conhecer o trabalho, as pessoas e a empresa. E isto é sempre bem visto. “Além disso, manter sempre o equilíbrio, mostrar-se humilde e competente ao que se é designado/a a executar são boas estratégias caso seja verificada alguma resistência de colegas com a chegada de um/a novo/a funcionário/a”, complementa Jonas.

O sentimento de ‘peixe fora d’água’ também é muito natural, porém, convém atentar-se para o fato de que ele é passageiro. Nem sempre as pessoas são empáticas, mas ingressar em novo emprego implica em estabelecer novos relacionamentos. “É preciso respeitar os espaços e não “pular” etapas. As pessoas irão interagir de maneira natural, e afinidades serão estabelecidas. Só não deixe que este sentimento, quando presente, atrapalhe seu desempenho profissional”, alerta Reinaldo.

Nesse quesito, trabalhar um pouco seu marketing pessoal pode ajudar a tornar as pessoas mais receptivas. Mas os especialistas no assunto alertam que, nesse sentido, todo cuidado é pouco, e o exagero pode depor contra você. Reinaldo nos diz que uma dura lição que aprendeu em sua carreira profissional, quando trabalhava em uma grande empresa do setor financeiro, está diretamente ligada a este assunto. “Eu não dava importância ao relacionamento interpessoal dentro da instituição como forma de me promover. Acreditava que apenas o resultado do meu trabalho falaria sempre por mim. Deixei de ser promovido algumas vezes por causa disto e, pior, não conseguia entender o real motivo. Na realidade, eu tinha uma falsa impressão de que quem cultivava relacionamentos com o ‘chefe do chefe’ na realidade era um grande “puxa saco” ou alguém que queria tomar o lugar do chefe direto, de forma leviana. Em verdade, isto era mais do que uma falsa impressão; era um preconceito meu. A duras penas aprendi que é extremamente saudável e necessário cultivar relacionamentos não só com as pessoas que convivem com você no dia-dia. É preciso que o resultado de seu trabalho chegue ao conhecimento das pessoas que fazem a diferença na hora da promoção ou que podem contribuir direta ou indiretamente para que isto aconteça.

Não é preciso prejudicar ninguém pra se fazer isto, e conhecer estas pessoas, por mais que não seja um contato rotineiro, é imprescindível. Seu supervisor, seu diretor, seu superintendente e, claro, o cliente que você atende precisam saber quem você é e do que é capaz”, confessa.

E para aconselhar os/as profissionais em seu primeiro dia de trabalho, os especialistas dão as seguintes dicas: sim, procure causar uma primeira impressão positiva, mas não se preocupe tanto com isso. Seja bem humorado/a. Evite pequenos conflitos e aceite que você está em um momento de adaptação. Conheça as pessoas e permita que elas te conheçam. Seja disponível e acessível. Consiga o máximo de informações possíveis sobre o trabalho que irá executar e sobre a empresa em que vai trabalhar, mas vá além, procure saber também exatamente o que esperam de você como profissional. “Além de tudo isso, estabeleça objetivos e metas. Planeje-se, prepare-se e, acima de tudo, seja comprometido. As corporações precisam disto, de comprometimento, de gente que chame a responsabilidade e não que fuja dela. O problema não está em não saber, o problema está em não querer descobrir como se faz, em não ter o compromisso de descobrir e colocar em prática. Pense nisso!”, finaliza Reinaldo.

Por: Angelica Kernchen
Adaptações: Vagas Manaus