sábado, 8 de dezembro de 2012

VAGA DE EMPREGO MANAUS

Para MANAUS - VAGA DE EMPREGO

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS LTDA CONTRATA:
VAGA: AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Ensino Superior em Administração - Entre 1º primeiro período e 4º período.
Cursos:
Informática Básica e Avançada
Recepcionista
Telemarketing
Atendimento ao cliente
Experiência em Contas a Receber
Atendimento ao Cliente
Vendas Comercial
Planilhas e Controles em Geral
Enviar curriculos para o e-mail: comercial@brothers-am.com.br informando no campo assunto a vaga. Curriculos fora do perfil serão descartados

DEMISSAO NA EPOCA DAS FESTAS DE FINAL DE ANO

Dezembro chegou...NATAL e ANO NOVO as portas. As empresas, diga-se, empregados, ja comecam a preparar-se para as festas na empresa.

Que bom a confraternizacao quando sincera no ambiente organizacional. Lidar com pessoas em certas circunstancias e um tanto complicado para alguns.

Nesse sentido, retomando o assunto das festas na empresa, vale a pena pensar se nesse momento pode haver a possibilid

ade do empregado ser demitido por justa causa por conta dos excessos. Vale a pena relembrar o artigo 482 da CLT item 2.

2) Incontinência de Conduta ou Mau Procedimento

São duas justas causas semelhantes, mas não são sinônimas. Mau procedimento é gênero do qual incontinência é espécie.

A incontinência revela-se pelos excessos ou imoderações, entendendo-se a inconveniência de hábitos e costumes, pela imoderação de linguagem ou de gestos. Ocorre quando o empregado comete ofensa ao pudor, pornografia ou obscenidade, desrespeito aos colegas de trabalho e à empresa.

Mau procedimento caracteriza-se com o comportamento incorreto, irregular do empregado, através da prática de atos que firam a discrição pessoal, o respeito, que ofendam a dignidade, tornando impossível ou sobremaneira onerosa a manutenção do vínculo empregatício, e que não se enquadre na definição das demais justas causas.

Cuidado, sempre. Isto e importante.

sábado, 24 de novembro de 2012

Gestão das mudanças: Controlando o estresse organizacional

Autor
João Francisco Severo Santos
Doutorando em Psicologia


Resumo
Introdução
O que é estresse
Estresse e as mudanças
Estresse e tecnologia
Estresse e a gestão dos estimulos
Considerações finais
Bibliografía

Resumo

O presente artigo aborda um fenômeno essencial para a sobrevivência e desenvolvimento das organizações e de seus colaboradores, o qual quando mal compreendido pode causar prejuízos tanto para seus funcionários, como para suas organizações. As mudanças e o estresse organizacional têm chamado a atenção de um número cada vez maior de corporações preocupadas com o crescimento dos problemas de saúde e produção relacionados a estes fenômenos. Os estímulos físicos e psicossociais do estresse podem ser considerados grandes inimigos da saúde, qualidade de vida e produtividade. A gestão das mudanças e do estresse organizacional tem se tornado um assunto estratégico para as organizações. Neste artigo trataremos dos estímulos psicossociais geradores de estresse no contexto das mudanças organizacionais constantes.



Palavras Chave: Estresse psicossocial, gestão, mudanças organizacionais



introdução

O desgaste físico e emocional ao qual as pessoas são submetidas nas relações com o ambiente de trabalho é um fator muito significativo na determinação de transtornos de saúde relacionados ao estresse, como é o caso das depressões, ansiedade, transtorno de pânico, fobias e doenças psicogênicas (Goleman, 1997-98).

Geralmente, no ambiente de trabalho das organizações, os estímulos estressares são muito variados e em grande quantidade. Podemos experimentar ansiedade significativa diante de descontentamentos com os colegas, diante da sobrecarga de trabalho e da corrida contra o tempo, diante da insatisfação salarial ou da política de recursos humanos da empresa, entre outras, e, dependendo da pessoa, até mesmo com tarefas rotineiras de sua própria função dentro da empresa.

Muitos fatores emocionais relacionados ao próprio emprego na atualidade contribuem para que a pessoa mantenha-se excessivamente estressada: a sensação de instabilidade no emprego, a sensação de insuficiência profissional, a pressão para comprovação de eficiência, a impressão continuada de estar cometendo erros profissionais, a falta de visão sobre a relevância social do seu trabalho, a percepção de falta de reconhecimento de seus esforços, entre outros. Além disso, preocupações pessoais do funcionário não podem ser eliminadas simplesmente ao entrar no seu posto de trabalho... Toda a história de vida da pessoa está junto a ela em todos os momentos e quando ela vem para o trabalho não é diferente. Seus conflitos, suas frustrações, suas desavenças conjugais, a preocupação com seus filhos, seus interesses e necessidades pessoais, etc.

Existem muitas evidencias de que trabalhadores motivados positivamente produzem mais e são menos acometidos por doenças (Nahas, 2003).

Neste século que está começando, as organizações devem tratar os interesses e necessidades dos seus colaboradores, não apenas como benefícios ou caridade, mas como assunto estratégico de sobrevivência organizacional.

A diminuição de taxa de natalidade e o aumento da expectativa de vida da população trás como conseqüência o envelhecimento da força de trabalho. Para que esta força de trabalho envelhecida possa produzir bem, tanto em termos físicos como intelectuais, o estresse precisa ser dosado de forma adequada, uma vez que este é um dos principais fatores de incapacidade funcional precoce quando em excesso.

O QUE É ESTRESSE?

O estresse é a alteração global de nosso organismo para adaptar-se a uma situação nova ou às mudanças de um modo geral (Deitos, 1997a).

O estresse é um mecanismo normal e necessário ao organismo, pois faz com que o ser humano fique mais ativo e sensível diante de situações do dia-a-dia que exijam respostas ou adaptações, diante do perigo ou de dificuldade. Mesmo situações consideradas positivas e benéficas, como por exemplo, promoções profissionais, casamentos desejados, nascimento de filhos, etc., podem produzir estresse significativo. De fato, o estresse é um mecanismo essencial para o desenvolvimento de nossa sociedade e ele, em si, não é bom nem ruim (Deitos, 1997b; Goleman, 1997).

As mudanças ocorrem continuamente na vida e os organismos devem estar preparados para se adaptar a elas o mais rapidamente possível a fim de garantir a sobrevivência. O estresse funciona como um mecanismo de adaptação, necessário para estimular o organismo e melhorar sua atuação diante de circunstâncias novas.

Nas dimensões social e cultural as mudanças cotidianas sempre ocorreram em toda a história da humanidade, elas são à base da evolução da espécie humana.

De acordo com França & Rodrigues (1999, p.18), "não existem evidencias cientificas de que as pessoas na atualidade sofram mais com o estresse do que em outras épocas, onde o esforço, para simplesmente manter-se vivo, era seguramente, maior".

O estresse sofrido na atualidade é diferente do que foi vivenciado em outras épocas devido à tendência secular de aceleração das mudanças impostas, principalmente, pela globalização da economia e pela decadência cultural resultante do mau uso dos meios de comunicação em massa que acabam modificando os valores e criando necessidades de consumo não existentes em épocas passadas. Isso é novo ao ser humano e perigoso à sua saúde. A velocidade sem precedentes com a qual as mudanças e as exigências que elas propiciam acontecem na vida moderna, é um fator de constante preocupação para as pessoas.

ESTRESSE E AS MUDANÇAS.

As mudanças estão em toda à parte: na tecnologia, na ciência, na medicina, no ambiente de trabalho, nas estruturas organizacionais, nos valores e costumes sociais, na filosofia e até mesmo na religião. Há continuamente uma enorme solicitação de adaptação às pessoas em geral, tanto para os jovens como para os mais velhos.

As necessidades de mudanças podem ser comparadas a um ciclo vicioso; o momento presente está quase sempre exigindo mudanças, essas mudanças acabam trazendo novos problemas. Esses problemas despertam novas soluções, as quais passam a exigir novas mudanças e assim por diante.

Para França & Rodrigues (1999, p.105), "os estressares psicossociais são os acontecimentos relacionados com o tipo de vida que levamos em nossa sociedade".

A inserção dos valores sociais, principalmente nos paises cujo capitalismo é "selvagem", tem gerado um grande número de estressares psicossociais novos e constantes. Se antes as ameaças à sobrevivência física eram a maior preocupação, hoje temos uma infinidade de ameaças subjetivas construídas na complexidade de nossa estrutura social que constantemente leva a pessoa à alienação.

De acordo com França & Rodrigues (1999, p.106), "a capacidade de gerar riqueza é sinônimo de competência profissional e serve de índice de respeito e consideração que a sociedade emprestará a pessoa".

Num modelo de sociedade cujo maior valor é a geração de riqueza econômica, o trabalhador, muitas vezes é considerado, apenas uma peça de uma engrenagem cruel e quando não funciona bem, é substituído.

O estresse ocasionado pelas constantes e brutas mudanças representa um grande perigo à saúde das pessoas. Saúde aqui entendida como define a Organização Mundial de Saúde, como o mais completo possível estado de bem estar físico, emocional, social, intelectual e espiritual.

As constantes mudanças exigem alterações de papeis sociais de forma rápida e muitas vezes, sem o devido período de transição (Goleman, 1998).

Segundo França & Rodrigues (1999, p.107), "papel é toda função, acompanhada de um conjunto de condutas próprias para aquela função, que a pessoa desempenha em determinado momento de sua vida".

A progressiva exigência de qualidade nos produtos e serviços, juntamente com a necessidade de redução de despesas nas empresas tem induzido a mudanças e acúmulo de papeis, determinadas por diversos fatores como: as mudanças determinadas pela empresa, devidas á novas tecnologias, devidas ao mercado e mudanças auto-Impostas para sobrevivência no mercado de trabalho.

Para Maslach (1998), é de muita importância que a pessoa desempenhe um papel adequado e coerente com suas condições pessoais e profissionais, pois isso motiva e facilita o bom desempenho.

As mudanças determinadas pela empresa podem ser originadas por uma nova chefia ou devido à nova orientação geral da empresa, seja por causa de alguma fusão ou aquisição da empresa. Normalmente esse tipo de mudança gera muita insegurança.

O aumento do nível de estresse, inevitavelmente acontece diante das mudanças. O que mais se solicita das pessoas é a adaptação aos novos papeis, portanto, é o momento onde o estresse está acontecendo. As pessoas possuidoras de dificuldades físicas, emocionais ou sociais, naturalmente sofrerão mais nesse processo. Abrir mão de métodos e papeis usuais para aprender ou aceitar novos sempre exige um esforço emocional significativo.

ESTRESSE E TECNOLOGIA.

A tecnologia está em contínua substituição por sistemas mais modernos e poderosos. Nessa situação também as pessoas são emocionalmente solicitadas a se adaptar ao novo. Nesse caso o estresse será variável, de acordo com as disposições Pessoais e de acordo com o tipo dessa nova tecnologia a ser implantada. Geralmente as pessoas que tiveram em suas histórias de vida, pouco contato com as novas tecnologias, são "esmagadas" pelas tensões decorrentes de ter que se adaptar rapidamente a uma máquina ou software.

Por tendência pessoal sofrerão mais aqueles com instabilidade afetiva, com traços marcantes de ansiedade ou já previamente estressados em excesso com as expectativas negativas em relação às mudanças (Golleman, 1995). Em relação às próprias mudanças, sofrerão mais as pessoas confrontadas com novas tecnologias ideologicamente diferentes das anteriores.

A expectativa negativa em relação às novas tecnologias no trabalho, muitas vezes é decorrente do paradoxo existente entre os dois, pois a tecnologia no trabalho que deveria facilitar a vida do trabalhador muitas vezes apenas substitui o trabalhador. É de conhecimento popular que nas empresas, as máquinas extinguiram muitos postos de trabalho, ampliando as responsabilidades e monotonizando os postos restantes. Logo, a tecnologia que deveria proporcionar ao trabalhador maiores facilidades e ampliação do seu tempo de lazer, acabou escravizando o trabalhador e gerando ainda mais insegurança nos postos de trabalho.

As constantes exigências do mercado sempre são levadas a sério pelas empresas e, freqüentemente, determinam mudanças de procedimentos no trabalho. Os ansiosos tendem mais para o estresse excessivo devido, principalmente, a expectativa negativa que aparece muito antes de quaisquer resultados das mudanças.

De acorde com França & Rodrigues (1999), são as exigências que fazemos de nós mesmos as mais danosas a nossa psique. O mais sadio é que estejamos sempre inconformados e sempre adaptados. Isso significa que, através do inconformismo estamos sempre buscando fazer com que o amanhã seja melhor que o hoje. Entretanto, é indispensável que a pessoa se mantenha adaptada às circunstâncias atuais, mesmo que sejam circunstâncias adversas.

Sadio seria reclamar das mudanças organizacionais, quando estas estão reduzindo a qualidade de vida no trabalho, para podermos buscar opções que melhorem nossa vida em relação a essas mudanças (reivindicar treinamento, programas de promoção de saúde, mudanças de cargos e salários, etc), outra coisa é estarmos padecendo de hipertensão, úlcera, ansiedade ou enxaqueca por causa dessas mudanças que muitas vezes até melhoram o ambiente de trabalho.

O próprio inconformismo humano exige uma reciclagem constante, ou seja, exige mudanças continuadas e necessidades de adaptação a essas mudanças. Encarar a mudança sob uma perspectiva de crescimento e adequação pode ajudar nossa adaptação, considerá-la uma tarefa tediosa, inútil e humilhante "para quem já sabe tanto", favorece o descontentamento, a ansiedade e, conseqüentemente, o estresse (França & Rodrigues, 1999; Golleman, 1998; Maslach, 1998).

Para França & Rodrigues (1999, p.110), "vários autores preferem usar o termo adaptação ativa para designar os processos de enfrentamento que incluem (...) uma posição ativa e critica em que a pessoa tem consciência de que não é uma mercadoria, que não pertence ao empregador nem ao estado, que assume sua posição de produtor para si e para a sociedade. Que tem um projeto de futuro...".

ESTRESSE E A GESTÃO DOS ESTÍMOLOS.

Não apenas o excesso de estímulos diferente, como também a sua falta, pode resultar em estresse negativo e doença. Por exemplo, a incidência de ataques cardíacos e depressão, são significativamente maiores nos dois primeiros anos após a aposentadoria. Provavelmente a condição associada seja o tédio, a sensação de inutilidade e/ou a solidão, portanto, a falta ou escassez de solicitações também proporciona situações negativamente estressoras.

Às vezes, no final do dia, sentimos nosso corpo exausto, mas apesar disso, experimentamos uma agradável sensação de bem estar. Em geral uma atividade pode se tornar muito gratificante quando possui um significado especial ou quando desperta grande interesse em nós.

As atividades medíocres, destituídas de significação ou aquelas onde não temos noção do porquê estamos fazendo, podem ser extremamente estressantes. As tarefas altamente repetitivas ou monótonas também podem produzir demasiado estresse. Situações de carência de solicitações ou sensação de falta de significado para o que fazemos, costumam causar elevado estresse (Goleman, 1998; Maslach, 1998).

De acordo com França & Rodrigues (1999, p.106), outros fatores que tem sido objetos de estudo do estresse organizacional são: autoritarismo das lideranças, execução de tarefas sob repressão, falta de autoridades e de orientação, excesso de trabalho, intervenção do trabalho na vida particular e desconhecimento do processo de avaliação de desempenho e promoção, entre outros. Enfim, os dois principais conflitos entre as empresas e seus trabalhadores, são: metas e estrutura das empresas versus necessidades individuais (identidade, autonomia e realização), e produção em larga escala versus satisfação no trabalho pessoal.

A chamada Síndrome de Burnout é uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional. Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante com o trabalho, esse transtorno faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer uma tortura (Maslach, 1998).

Esta síndrome afeta, principalmente, profissionais da área de serviços que trabalham em contato direto com os usuários. Entre a clientela de risco, estão os trabalhadores em educação, profissionais em saúde, policiais, agentes penitenciários, os bancários, profissionais liberais, departamentos de vendas e de compras, enfim, funções que obrigam um contacto intenso com o outro.

Os sintomas básicos dessa síndrome são, inicialmente, uma exaustão emocional onde a pessoa sente que não pode mais dar nada de si mesma. Em seguida vem a despersonalização, onde a pessoa desenvolve sentimentos e atitudes muito negativas, como por exemplo, um certo cinismo na relação com as pessoas do seu trabalho e aparente insensibilidade afetiva. O trabalhador manifesta, também, sentimentos de falta de realização pessoal no trabalho, afetando drasticamente a eficiência e habilidade para realização de tarefas e de adequar-se à organização. Finalmente, vem à depressão, uma doença grave, que tem sintomas físicos e emocionais incapacitantes (França & Rodrigues, 1999).

O processo do estresse envolve o organismo todo, o qual assume uma certa postura diante dos estímulos proporcionados pela vida que dependerá da natureza desses estímulos (Goleman, 1998).

O excesso de estresse deve ser considerado um problema social. O homem é um ser histórico e social, isto é, ao mesmo tempo em que é formado pelos acontecimentos de sua história de vida que são determinados pelo meio social onde ele está inserido, ele também afeta esse meio social através de suas respostas aos acontecimentos que formam a sua história de vida.

A maneira como pensamos sobre nosso passado e imaginamos nosso futuro é uma forma pela qual podemos desencadear a reação de estresse. Reviver lembranças desagradáveis imaginar situações ameaçadoras ou visualizar o presente ou o futuro com apreensão, angústia ou medo, conduz à reação de estresse negativo. Felizmente, o inverso também é verdadeiro, a imaginação de situações agradáveis e pensamentos positivos têm um efeito benéfico sobre o corpo produzindo uma sensação de bem-estar. A expectativa otimista é uma das motivações que mais aliviam as tensões. Pensar que o amanhã será melhor que hoje, alivia e minimiza a ansiedade e a frustração do cotidiano (Goleman, 1995).

Kertesz e Kermam citados por França & Rodrigues (1999), propõem um modelo operacional de avaliação e gestão do estresse denominado hexágono vital baseado em seis aspectos importantes do estilo de vida da pessoa. De acordo com esse modelo, a gestão do estresse dependeria de uma alimentação adequada e equilibrada, atividade física regular, tempo de repouso e relaxamento adequado às necessidades, espaço para atividades de lazer a diversão, trabalho que ofereça a possibilidades de realização profissional e inserção em pelo menos um grupo social ativo (igreja, grupo de esporte, grupo de amigos de um clube, trabalho, etc.).

O modelo reporta que a responsabilidade pela gestão do estresse é tanto do funcionário quanto da empresa, que deve dar suporte ambiental, político e educacional para que os comportamentos de risco sejam controlados, uma vez que, é no ambiente de trabalho que as pessoas passam a maior parte do seu tempo ativo e as demandas do trabalho influenciam drasticamente o seu estilo de vida.

De acordo com França & Rodrigues (1999, p.118), "qualidade de vida no trabalho é uma compreensão abrangente e comprometida das condições de vida no trabalho, que inclui aspectos de bem estar, garantia de saúde e segurança física, mental e social, e capacitação para realizar tarefas com segurança e bom uso da energia pessoal".

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A gestão do estresse no ambiente de trabalho deve ter como principal objetivo à melhoria da qualidade de vida e isso deve estar assegurado na política de qualidade e recursos humanos da empresa, e identificado em sua visão e missão.

Um programa de gestão do estresse no trabalho deve ser sempre encarado com muita responsabilidade e comprometimento de todos os níveis de liderança da empresa. Ele deve contemplar os seguintes critérios:



Avaliação sistemática dos níveis de estresse no ambiente de trabalho;

Aumento da variedade de rotinas através do rodízio de funções a fim de evitar a monotonia dos trabalhos repetitivos;

Evitar o excesso de horas extras, pois isso acarreta em desgaste orgânico, ou selecionar pessoas com aptidão física para suportar um maior volume de horas de trabalho;

Melhorar as condições físicas do trabalho com a adoção de ferramentas adequadas às pessoas e as tarefas ale de um ambiente físico adequado conseguido com o apoio da ergonomia;

Investir no aperfeiçoamento pessoal e profissional dos funcionários, oportunizando a realização de cursos profissionais e vivencias socioeducativas "in company";

Oferecer gratificações simbólicas e personalizadas aos funcionários, como, por exemplo: publicar fotos de reconhecimento dos funcionários do mês nos murais da empresa ou na revista institucional;

Oferecer oportunidades para que os funcionários possam apresentar idéias que melhorem a qualidade e produtividade da empresa, sempre dando feedback para essas idéias;

Implementar um código de ética construído democraticamente pela empresa e seus funcionários. Esse código de ética de ser revisado periodicamente.

França & Rodrigues (1999, p.124), oferecem uma lista de intervenções que podem ser implementadas com o objetivo de gerenciar os níveis de estresse pessoal e organizacional, são elas:


Técnicas de relaxamento,


Alimentação balanceada,


Exercício físico regular,


Repouso, lazer e diversão,


Sono apropriado ás necessidades individuais,


Psicoterapia e vivências que favoreçam o autoconhecimento,


Aprendizado de estratégias de enfrentamento,


Administração do tempo livre para atividades ativas e prazerosas,


Administração de conflitos entre pares e grupos,


Revisão e reestruturação das formas de organização do trabalho,


Educação para saúde e


Equacionalização dos planejamentos econômico, social e de saúde.

A gestão do estresse organizacional exige uma visão multifatorial da realidade envolvendo aspectos econômicos, afetivos, culturais, físicos e ambientais e as ações devem contemplar o maior número possível desses aspectos envolvendo as seguintes etapas de implementação: identificação do problema e das percepções, verificação dos padrões culturais, discussão das características individuais e planejamento e implantação de programas de promoção de saúde, segurança e qualidade de vida.

O estresse negativo, como já foi dito, é um problema de saúde pública que afeta todas as camadas da sociedade e a maior parte dele tem relação com o modelo socioeconômico dominante no atual contexto. Logo a gestão do estresse corporativo é uma ação de responsabilidade social digna de empresas comprometidas com o desenvolvimento equilibrado de nossa sociedade.

BIBLIOGRÁFIA

Deitos, F (1997a). O mito de Ulisses. Santa Maria: Kaza do Zé.

_______ (1997b). Diálogo corporal. Santa Maria: ed. kaza do Zé, 1997.

França, A.C.L & Rodrigues, A.L (1997). Stress e Trabalho: Guia básico com abordagem psicossomática. São Paulo: Atlas.

Goleman, D (1995). Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva.

__________ (1997). Verdades simples, mentiras essenciais: a psicologia da auto-ilusão. Rio de Janeiro: Objetiva.

__________ (1998). Trabalhando com a inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva.

Maslach, C (1998). The Truth about Bournout. New York: New Books.

Nahas, M (2003). Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida: conceito e sugestões para um estilo de vida ativo. Londrina: Midiograf.



Autor:

João Francisco Severo Santos

Doutorando em Psicologia, Saúde, Educação e Qualidade de Vida pela American World University-AWU; Mestrando em Atividade Física Relacionada á saúde pela Universidade Federal de Santa Catarina; Especialista em Gestão e Promoção de Saúde Empresarial pela Fundação Universidade da Região de Blumenau; Especialista em Ciências do Movimento Humano pela Universidade da Região de Joinville; Professor do Departamento de Ciências Básicas e Sociais do Centro de ciências Tecnológicas da Universidade do Estado de Santa Catarina-UDESC e da Faculdade de Educação Física do Instituto Educacional e Superior IELUSC; Ex-gestor de Atividades do Serviço Social da IndústriaI de Joinville; Palestrante e Consultor de promoção de saúde.

joao_severo[arroba]ig.com.br

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

PALESTRAS ORGANIZACIONAIS - CONTATO (92) 99395 3736

Amigos, 

Realizo palestras em geral para grupos religiosos, empresas. Existindo necessidade por outros temas estes podem ser implementados em comum acordo. A previsao de carga horaria esta assinalado abaixo.  
Para contato eis o email: fabricio.instrutor12@gmail.com

1 - PALESTRAS GERAIS.

a) - EMPREENDEDORISMO e PLANO DE NEGOCIOS
      Objetivo: Esclarecer os participantes acerca do que eh Empreendedorismo, Perfil do Empreendedor e Praticas de Empreendedorismo. Apresentar a estrutura do Plano de Negocios.
      Carga Horaria: 3 horas
b) - ASSEDIO MORAL no Ambiente Organizacional
      Objetivo: Esclarecer os participantes sobre o ASSEDIO MORAL, caracteristicas gerais e condutas dos envolvidos e a implicacao juridica e trabalhista.
      Carga Horaria: 1 horas
c) - STRESS ORGANIZACIONAL
      Objetivo: Esclarecer os participantes sobre o STRESS, caracteristicas gerais, sintomas e implicacoes no dia a dia profissional.
      Carga Horaria: 2 horas
d) - ASSEDIO SEXUAL
      Objetivo: Esclarecer os participantes sobre o ASSEDIO SEXUAL, caracteristicas gerais, sintomas e implicacoes no dia a dia profissional.
      Carga Horaria: 2 horas
e) - AGRESSIVIDADE NA ORGANIZACAO
      Objetivo: Esclarecer os participantes sobre o AGRESSIVIDADE NA EMPRESA, caracteristicas gerais, sintomas e implicacoes no dia a dia profissional.
      Carga Horaria: 2 horas
f) - CONFLITOS FAMILIARES
 Objetivo: Esclarecer os participantes sobre a causa dos CONFLITOS FAMILIARES, caracteristicas gerais, sintomas e implicacoes no dia a dia das familias.
      Carga Horaria: 2 horas

g) - MERCADO DE TRABALHO - O QUE AS EMPRESAS DESEJAM
 Objetivo: Esclarecer os participantes sobre o mercado de trabalho.
      Carga Horaria: 1:30 horas

h) - MARKETING PESSOAL - EMPREGABILIDADE
 Objetivo: Esclarecer os participantes sobre a importancia da imagem profissional.
      Carga Horaria: 1:30 horas

I) - RECRUTAMENTO E SELECAO
 Objetivo: Esclarecer os participantes sobre o processo de recrutamento de candidatos.
      Carga Horaria: 1:00 horas

j) - CLIMA e CULTURA ORGANIZACIONAL -
 Objetivo: Esclarecer os participantes sobre as Politicas de Relacionamento Organizacional.
      Carga Horaria: 1:00 horas

j) - CIUME PATOLOGICO - CRISES DE RELACIONAMENTO NO AMOR
 Objetivo: Esclarecer os participantes acerca do ciume e suas implicacoes nas relacoes afetivas.
      Carga Horaria: 2:00 horas

k) - TRANSTORNOS DO HUMOR
 Objetivo: Esclarecer os participantes acerca dos quadros de transtorno de humor afetivas.
      Carga Horaria: 3:00 horas

M) - A FAMILIA e o DROGADICTO
 Objetivo: Esclarecer os participantes acerca do papel da familia no processo de recuperacao do drogadicto.
      Carga Horaria: 2:00 horas

AUXILIAR ADMINISTRATIVO ( 1 VAGA)

Vaga de Emprego - Para Manaus!

AUXILIAR ADMINISTRATIVO ( 1 VAGA)

Experiencia de no mínimo 6 meses.
Disponibilidade de Horário;
Superior Cursando em Administração ou áreas afins.
Conhecimento na área administrativa
Organizada.
Conhecimento de Informática (Word, excel) e serviços de escritório.

Características pessoais:
- Cortesia e capacidade de lidar com o público - essencial
- Discrição e sigilo profissional - essencial
- Iniciativa, dinamismo, e capacidade de trabalho em equipe
- Organização pessoal, bom gerenciamento de tempo e flexibilidade para auxiliar em outras necessidades da equipe;
- Capacidade de lidar com situações de frustração e stress.

Atividades a desenvolver:
Atendimento ao colaboradores;
Organização e manutenção do arquivo e armário de materiais;
Organização do espaço de atendimento e escritório;
Atendimento e contatos telefônicos;
Agendamento das atividades internas e externas;
Controle de ponto dos colaboradores;

Pedido de material, e outros..


Salário a combinar + Plano de saúde + Alimentação + Transporte + Plano Odontológico + Cesta Básica.


Os interessados encaminha Cv somente para selecao@lctalimentacao.com.br.

terça-feira, 22 de maio de 2012

CONHECER EQUIPE DE TRABALHO


Você conhece a sua equipe?

Independente da posição que você ocupe na sua equipe é fundamental que conheça os seus membros. Mas por que devo conhecer os membros da minha equipe? Para utilizar a estratégia certa para cada pessoa, obtendo assim os melhores resultados.
Mas como posso conhecer melhor a minha equipe? Observando, enxergando e escutando mais as pessoas. As necessidades e os desejos são individuais, ou seja, o que motiva um pode desmotivar outros. Existem colaboradores que precisam ser mais cobrados, enquanto outros, nem tanto. Comparo os membros de uma equipe aos filhos. Cada um requer uma estratégia certa para educá-los.
Decisões corretas sobre pessoas exigem conhecimentos de suas individualidades e de como as habilidades de cada um podem ser reconhecidas e utilizadas da melhor maneira.
O ser humano deve ser visto e valorizado. Sem dúvida, algumas das maiores necessidades da natureza humana são: sentir-se importante, ser reconhecido e ser valorizado. Infelizmente, ainda existem muitos discursos e poucas ações práticas em relação à valorização das pessoas. Sem a participação, o diálogo, o reconhecimento e o estímulo às pessoas, dificilmente conseguirá obter uma melhoria significativa na qualidade de vida no trabalho e, conseqüentemente, um aumento significativo da produtividade. Estudos revelam que o bom relacionamento é mais importante para a retenção de pessoas talentosas do que as políticas amplas da empresa, tais como salários e regalias.
As pessoas também precisam saber o que esperamos delas. Mas como fazer isso corretamente? Oferecendo feedback, ou melhor, dando retorno as pessoas de suas ações e seus comportamentos. O feedback é uma das técnicas mais poderosas de comunicação e uma ferramenta de crescimento e desenvolvimento humano. Através dele se estabelece um processo de compreensão e confiança em uma relação.
Mas para dar feedback correto é preciso entender as pessoas e a maneira como elas reagem a esse retorno, e ser capaz de fazer uma "leitura" das pessoas não é uma habilidade inata, mas algo que precisamos aprender e desenvolver.
Através do feedback encontramos pontos valiosos do outro, criamos uma abertura e construímos uma comunicação mais eficaz, tornando o diálogo mais agradável e leve, eliminando assim, algumas das principais causas de conflitos, tanto no ambiente profissional quanto pessoal. Infelizmente, poucos são habilidosos para dizer o que precisa ser dito sem magoar.
Por exemplo, um líder que não conhece a sua equipe adota sempre as mesmas estratégias para todos os membros da equipe, sendo isso muitas vezes uma das principais causas de desmotivação, descontentamento e conflitos. Fazer pessoas trabalharem é fácil, qualquer feitor de escravos sabe como. Porém, estimular a se conhecerem, aprimorando o que possuem de melhor (pontos fortes) e a desenvolver suas oportunidades de melhoria (pontos fracos), objetivando resultados coletivos, agregando valor a suas vidas pessoal e profissional, ou seja, ajudando a despertar o que cada um possui de melhor, é só para os verdadeiros líderes.

As pessoas numa equipe também devem ter consciência que além das palavras, existe um mundo infinito de nuances e prismas diferentes que geram energias ou estímulos que são percebidos e recebidos pelo outro, através dos qual a comunicação se processa. Um olhar, um tom de voz um pouco diferente, um franzir de cenho, um levantar de sobrancelhas, podem comunicar muito mais do que está contido em uma mensagem manifestada através das palavras.Agora é com você! Saber e não fazer é não saber.
Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Grupo_Equipe/Artigo/7806/voce-conhece-a-sua-equipe.html

STRESS E O PROFISSIONAL


10 sinais de um profissional estressado

Cada vez mais as pessoas se vêem impelidas a conviverem com a correria do dia a dia. Isso se evidencia não apenas no campo pessoal, como também no corporativo. Dentro das organizações, os profissionais convivem com um ritmo acelerado e um ambiente altamente competitivo e que leva a uma constante busca pela qualificação nos mais variados segmentos. O resultado: pessoas com sinais de estresse que, nem sempre, são perceptíveis e quando identificados estão em níveis elevados que podem comprometer a carreira do mais delicado e talentoso colaborador. Confira abaixo, alguns sinais claros do estresse que podem estar presentes em você, no seu colega de trabalho ou na sua equipe.
1 - Desânimo visível - Geralmente, o estresse quando se encontra em nível avançado leva as pessoas a um estado de desânimo constante. Lógico que há dias em que o indivíduo está mais cansado, devido a algum fator. No entanto, a constante falta de ânimo na vida de alguém sinaliza que algo não vai bem.
2 - Detesto o despertador - Há pessoas que quando acordam durante a semana e escutam o despertador sentem vontade de quebrá-lo, porque ele avisa que chegou a hora de levantar e ir para o trabalho. O fato de acordar cedo deixa muitas pessoas com preguiça. Mas quando se acorda com o sentimento de quem vai para local desagradável e que só vai proporcionar-lhe momentos de angústia, isso não é uma rotina saudável.
3 - A saúde pede socorro - O estresse tem levado muitas pessoas a sentirem reflexos diretos na própria saúde. Quando um profissional começa a apresentar sintomas constantes como enxaquecas, problemas no estômago, insônia, falta de apetite, entre outros, é hora de fazer de procurar um médico e fazer um check-up.
4 - Líder X Liderados - Quando é o líder que apresenta sinais claros de estresse, certamente sua equipe irá acompanhá-lo. Isso porque mesmo que tente não afetar sua performance, a liderança culminará transferindo para os demais profissionais os reflexos que o estresse lhe causa.
5 - Desempenho - Mesmo que o profissional tente dar o melhor de si, ultrapasse o horário do expediente para cumprir com suas responsabilidades, sua performance sofrerá uma queda, caso ele se encontre em um estado de estresse já avançado. O fato de não "dar conta do serviço" só o deixará angustiado e com o sentimento de que não é competente suficiente para atender às expectativas da organização.
6 - Não saio do lugar - Outro indicador que demonstra sinais de estresse no funcionário é quando ele demonstra comprometimento, realiza suas atividades com muito esforço e mesmo assim tem a sensação de que trabalhou, trabalhou, mas não "saiu do lugar". Tudo parece fugir ao seu controle e o que deveria ser prioridade, ele acaba deixando em segundo plano porque não consegue mais dar um norte às suas atividades.
7 - Autoestima - Geralmente, uma pessoa estressada sente sua autoestima "em baixa", afinal ela se encontra em estado de desequilíbrio no campo pessoal e profissional. Por essa razão, muitos necessitam buscar a ajuda dos profissionais da área de saúde, para que receba as orientações necessárias.
8 - Paciência zero - Existe um velho ditado popular que diz "De gota em gota, o copo transborda". Fazendo uma analogia com o profissional estressado, observa-se uma visível mudança de comportamento como, por exemplo, presença do mau humor que pode "explodir" a qualquer momento. Mesmo aquelas pessoas consideradas calmas, quando estressadas, podem apresentar momentos de tensão mesmo de situações consideradas irrelevantes.
9 - Conflitos com os colegas - Quando o estresse atinge o humor de um profissional, aumentam-se as chances de aumentarem os conflitos entre os membros de uma equipe. Logicamente, isso prejudica o clima e os demais profissionais embarcam, inconscientemente, no "leme" do fator estressante.
10 - Além da empresa - O estresse não fica restrito apenas ao ambiente organizacional. Quando o colaborador deixa o ambiente de trabalho e vai para sua casa, ele carrega consigo toda a bagagem do dia e terminar por "descarregar" sua tensão nos membros da sua família. Para piorar a situação, surgem os conflitos entre os cônjuges, os filhos, os pais e qualquer outra pessoa que esteja por perto. Tudo se transforma numa verdadeira bola de neve.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

http://www.cerebromente.org.br/n05/mente/limbic.htm

http://www.cerebromente.org.br/n05/mente/limbic.htm

Agressividade

Autora:   Ana Maria Rossi/Isma-BR
A agressividade gera estresse, que, por sua vez, causa adaptações fisiológicas que afetam o funcionamento dos órgãos e podem provocar doenças físicas e mentais. Ela resulta na liberação do hormônio chamado adrenalina, causando uma constante mobilização do sistema nervoso e cardiovascular.
A agressividade é expressa corporalmente: os olhos ficam vermelhos, os músculos, principalmente os maxilares, enrijecem; as bochechas tremem, as extremidades (mãos e pés) ficam frias e suadas e a respiração se torna rápida e superficial. Outras mudanças incluem o aumento da pressão arterial e a catecolomia na urina e no sangue.
As conseqüências da agressividade dependem do grau de estresse da pessoa e do seu equilíbrio físico e emocional. Atualmente ela tem sido associada ao ataque cardíaco prematuro. O psiquiatra Redford Williams, professor de psiquiatria na Universidade de Duke, em Durham, Carolina do Norte, nos Estados Unidos, explica que a pessoa hostil e cínica tem cinco vezes mais chances de morrer antes dos 50 anos do que a pessoa que não é agressiva.
Williams afirma que a pessoa agressiva tem um sistema nervoso fundalmentalmente diferente do da pessoa que não é hostil. O indivíduo agressivo tende a se manter alterado uma vez que se sente irado. "Parece que esses indivíduos têm um sistema nervoso parassimpático mais fraco. Quando começam a produzir adrenalina em excesso, eles se mantêm alterados por muitas horas e tendem a se relacionar com o mundo externo de maneira diferente. Essas diferenças são notadas desde a infância", diz ele. A pessoa que não é agressiva, noentanto, tende a ter um sistema nervoso parassimpático que atua como uma "tomada de luz", possibilitando que a pessoa se desligue emocionalmente do evento e se recomponha rapidamente.
Para controlar a sua agressividade, racionalize a situação. Se tiver controle sobre ela, mude-a. Caso contrário, neutralize o pensamento. Concentre-se em estabelecer uma respiração profunda e rítmica para controlar a sua emoção.

INTELLINGENCY EQ,MQ,BQ

Albert Einstein’s was estimated at 160, Madonna’s is 140, and John F. Kennedy’s was only 119, but as it turns out, your IQ score pales in comparison with your EQ, MQ, and BQ scores when it comes to predicting your success and professional achievement.
IQ tests are used as an indicator of logical reasoning ability and technical intelligence. A high IQ is often a prerequisite for rising to the top ranks of business today. It is necessary, but it is not adequate to predict executive competence and corporate success. By itself, a high IQ does not guarantee that you will stand out and rise above everyone else.
Research carried out by the Carnegie Institute of Technology shows that 85 percent of your financial success is due to skills in “human engineering,” your personality and ability to communicate, negotiate, and lead. Shockingly, only 15 percent is due to technical knowledge. Additionally, Nobel Prize winning Israeli-American psychologist, Daniel Kahneman, found that people would rather do business with a person they like and trust rather than someone they don’t, even if the likeable person is offering a lower quality product or service at a higher price.
With this in mind, instead of exclusively focusing on your conventional intelligence quotient, you should make an investment in strengthening your EQ (Emotional Intelligence), MQ (Moral Intelligence), and BQ (Body Intelligence). These concepts may be elusive and difficult to measure, but their significance is far greater than IQ.
13 images Photos: World's Most Famous Introverts
The Five Personalities of Innovators: Which One Are You? Brenna Sniderman Forbes Staff
Top Executive Recruiters Agree There Are Only Three True Job Interview Questions George Bradt Contributor
Facebook Can Tell You If A Person Is Worth Hiring Kashmir Hill Forbes Staff
Emotional Intelligence
EQ is the most well known of the three, and in brief it is about: being aware of your own feelings and those of others, regulating these feelings in yourself and others, using emotions that are appropriate to the situation, self-motivation,  and building relationships.
Top Tip for Improvement: First, become aware of your inner dialogue. It helps to keep a journal of what thoughts fill your mind during the day. Stress can be a huge killer of emotional intelligence, so you also need to develop healthy coping techniques that can effectively and quickly reduce stress in a volatile situation.
Moral Intelligence
MQ directly follows EQ as it deals with your integrity, responsibility, sympathy, and forgiveness. The way you treat yourself is the way other people will treat you. Keeping commitments, maintaining your integrity, and being honest are crucial to moral intelligence.
Top Tip for Improvement: Make fewer excuses and take responsibility for your actions. Avoid little white lies. Show sympathy and communicate respect to others. Practice acceptance and show tolerance of other people’s shortcomings. Forgiveness is not just about how we relate to others; it’s also how you relate to and feel about yourself.
Body Intelligence
Lastly, there is your BQ, or body intelligence, which reflects what you know about your body, how you feel about it, and take care of it. Your body is constantly telling you things; are you listening to the signals or ignoring them? Are you eating energy-giving or energy-draining foods on a daily basis? Are you getting enough rest? Do you exercise and take care of your body? It may seem like these matters are unrelated to business performance, but your body intelligence absolutely affects your work because it largely determines your feelings, thoughts, self-confidence, state of mind, and energy level.

Top Tip For Improvement: At least once a day, listen to the messages your body is sending you about your health. Actively monitor these signals instead of going on autopilot. Good nutrition, regular exercise, and adequate rest are all key aspects of having a high BQ. Monitoring your weight, practicing moderation with alcohol, and making sure you have down time can dramatically benefit the functioning of your brain and the way you perform at work.
What You Really Need To Succeed
It doesn’t matter if you did not receive the best academic training from a top university. A person with less education who has fully developed their EQ, MQ, and BQ can be far more successful than a person with an impressive education who falls short in these other categories.
Yes, it is certainly good to be an intelligent, rational thinker and have a high IQ; this is an important asset. But you must realize that it is not enough. Your IQ will help you personally, but EQ, MQ, and BQ will benefit everyone around you as well. If you can master the complexities of these unique and often under-rated forms of intelligence, research tells us you will achieve greater success and be regarded as more professionally competent and capable.
Keld Jensen is an expert on trust, negotiation, leadership, and communication. To learn more, visit www.KeldJensen.com and sign up for his “Power Bargaining” newsletter.

"The Introvert's Guide to Success in Business and Leadership"

I learned the critical importance of networking, and discovered my natural aversion to it, early in my career. I was a new college graduate working in the strategic planning division of a $10 billion company, and our business unit had been invited to a retirement party for one of the top executives. The gentleman retiring was someone I'd looked up to during my brief tenure, and I wanted him to know he'd made an impact on me.
While I wanted to attend the party, as an introvert I usually avoided these types of events because they made me uncomfortable. Knowing there would be a lot of senior executives at this party made me even more fearful. In the end, I tamped down my fears and went. When I arrived I found a relatively empty room save for the executive's friends and close colleagues. That night, because of the small turnout, I had the pleasure and advantage of engaging in one-on-one conversations with some of the company's top executives, an experience that would prove crucially important in advancing my career.
That evening I learned the importance of networking and realized I had to figure out how to engage in business events in ways that were comfortable for me. I went on to discover an array of strategies introverts can use, ultimately writing "The Introvert's Guide to Success in Business and Leadership". Because I figured out how to embrace networking I found myself in the plum role of leading one of the highest visibility company teams as a new marketing manager at the age of 26, and representing the company at a United Nations conference in Geneva. I went on to run a $750 million business and negotiate pharmaceutical contracts with top global companies, all in a way that worked effectively with my introverted preferences.
Here's what worked for me:
I learned to appreciate my introversion rather than repudiate it.
I have met so many introverts in business who talk about introversion as if it's a malady that one must get over in order to be successful. This is wrong. Introversion is simply a preference for the inner world of ideas because this is where we get our energy. By understanding and accepting this preference, introverts can optimize time spent with their ideas to refine them and recharge. This allows them to be as powerful and persuasive as possible when networking situations arise.
I recognized that one-on-one conversations would be my lifeline during networking. Generally speaking, business events — and particularly networking events that require engaging with groups — are demanding for introverts. An antidote to this, I learned, is to seek out conversations with one individual at a time. When I approach events this way I have more productive conversations and form better business relationships — and I'm less drained by the experience.
I stopped being afraid to be the one to reach out.
My inner introvert used to think that making the effort to introduce myself was risky. I worried that my target would not be interested in talking with me or that I would make them uncomfortable. I learned over time that when I extended my hand with a smile and an introduction my effort would be reciprocated, even when I approached executives above my rank.
Social media makes this is easier than ever. Reach out via LinkedIn, Twitter and even Facebook to people who will be attending conferences or networking events you're going to and let them know you're looking forward to meeting them. This pre-introduction leads to a more relaxed and productive in-person connection. By reaching out, you open the door to potentially rewarding business collaborations, and you do so on your own terms.
I learned to prioritize time to re-energize.
While it can be tempting to go from a networking lunch right back to work, or from a networking cocktail event right to a dinner, if you're an introvert and you do that you won't be able to bring your best self to your next commitment. Take the time to recharge, whether by walking from the lunch back to work, or by finding 30 minutes alone between cocktails and dinner.
Introverts who avoid networking are making a critical career mistake. Being an adroit networker is non-negotiable — and not as hard as it might seem.
If you're an introvert, what networking strategies have you found that work?

FONTE FORBES.

PLANEJAMENTO DE CARREIRA

Naísa Modesto
Estudar o mercado e pesquisar o perfil do executivo brasileiro é uma tarefa difícil e à qual poucos se propõem. Betania Tanure enfrentou o desafio e hoje entende bem desse assunto.
Formada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1983), Betania graduou-se doutora em Administração pela Brunel University (Inglaterra). Atualmente é professora da Fundação Dom Cabral e especialista em estratégia, pessoas e gestão empresarial.
Também é autora do livro “Executivos: Sucesso e Infelicidade” (Editora Campus), que fala sobre como equacionar essas duas questões, já que nem sempre as conquistas que alcançamos em nosso trabalho implicam em sermos felizes.
Acompanhe a entrevista que a professora concedeu ao Jornal Carreira & Sucesso.

Jornal Carreira & Sucesso: Como você começou a carreira?
Betania Tanure: Comecei na área de Recursos Humanos, sempre voltada para a questão da empresa. Fui para a Fundação Dom Cabral, onde tive duas funções básicas: professora e dirigente. Fui diretora da Fundação e responsável por todos os programas de desenvolvimentos de executivos. Sou formada em Psicologia, fiz meu doutorado em administração na Inglaterra e hoje eu tenho três pilares na minha carreira: o acadêmico, no Brasil e fora, a consultoria e o conselho de administração.

C & S: De onde vem esse interesse em trabalhar e entender o mercado corporativo?
Betania: Acho que de um sonho maior de contribuir de alguma maneira para que o mundo seja melhor. Na minha visão, as empresas têm um diferencial de transformação da sociedade tremendo e eu acho que no fundo é o que me move, especialmente pelo fato de o meu trabalho ser muito ligado às organizações. Dali saem pessoas com um poder de transformação da sociedade, das relações, de fazer o outro melhor… Isso tudo é muito forte.

C & S: Você percebe que esse papel das empresas é igual aqui no Brasil e fora do País?
Betania: Não, existem diferenças importantes em função da cultura das organizações e da cultura dos países. É isso que influencia a forma que você modela o conjunto organizacional, inclusive a interação entre empresa e sociedade.

C & S: Qual é o modelo de gestão mais disseminado no Brasil?
Betania: Do ponto de vista da pesquisa, temos três grandes pilares no modelo brasileiro. Um pilar que é a questão da flexibilidade, de encontrar alternativas. Isso caracteriza o estilo brasileiro de gestão. Costumo dizer que tudo na vida tem o lado sol e o sombra. Então o lado sol deste estilo é a questão da adaptação mais fácil e rápida às mudanças que um meio impõe – neste ponto temos uma enorme vantagem comparativa. O lado sombra é a indisciplina. Uma segunda característica é a importância das relações. Nós somos uma cultura relacional, na qual a questão do afeto e a proximidade pessoal são extremamente fortes. Isso também tem o lado sol e o sombra. O sol mostra que as pessoas se comprometem; entram nos projetos e nas empresas com o coração muito mais aberto; ligam-se afetivamente às pessoas e aos projetos de corpo e alma. O lado sombra é o favoritismo e a dificuldade de dar o feedback claro com o objetivo de impedir que os amigos fiquem magoados se eu fizer uma crítica. Tem um terceiro pilar que é como nós lidamos com as relações de poder, pois ainda somos muito autoritários com relação ao estilo de gestão. Temos uma evolução importante a ser feita. O lado sol de um sistema mais centralizado é que as decisões são mais rápidas; por outro lado, as pessoas não assumem seu papel no processo, delegam as decisões para cima.

Fonte: Betania Tanure: desvendando o mercado corporativo brasileiro | Portal Carreira & Sucesso
HAN PRESENTADO TRABAJOS CERCA DE DOS MIL DISERTANTES!! VER AQUÍ 
CON LA PRESENCIA DE DEBORAH WAN (HONG KONG)
Presidenta de la World Federation for Mental Health (WFMH)
Este año presentan trabajos profesionales no solo de todas las provincias argentinas, sino también de Francia, Brasil, Perú, China, Colombia, Venezuela, Bolivia, Honduras, Guatemala, Nicaragua, Uruguay, Paraguay, España, Chile, Perú, Ecuador, México, Italia, Portugal, Israel, Puerto Rico, Canadá y Estados Unidos, entre otros.
El VII Congreso Argentino de Salud Mental que desarrollará en el mes de mayo de 2012, es organizado por la Asociación Argentina de Salud Mental (AASM), institución miembro con derecho a voto de la la WFMH (Word Federation for Mental Health), entidad fundada en 1948 y reconocida por la OMS, la UNESCO, el Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados, la Comisión de Derechos Humanos de las Naciones Unidas, la Organización Internacional del Trabajo y otras organizaciones.
El congreso es auspiciado por más de 150 instituciones reconocidas de Argentina y del exterior. Ver aquí
Cada año participan alrededor de  3800 profesionales de la Salud mental, en 12 salones simultáneos durante tres días, con miles de autores de trabajos libres, simposios, pósters, mesas redondas, jornadas, cursos  y otras actividades científicas, convirtiéndose en uno de los principales eventos de la especialidad en América Latina.
Participan, representantes de los diferentes gobiernos en el área de salud mental, de universidades públicas y privadas, profesionales de instituciones y ONGs, asociaciones profesionales, Hospitales, centros de Salud y estudiantes de las diferentes carreras, entre otras.
Este congreso es una oportunidad para intercambiar con colegas de diferentes naciones el fruto del trabajo científico realizado durante el año.
Para los que nos acompañan año tras año, los esperamos nuevamente, y para los que nunca lo han hecho, pedimos que se integren y compartan con miles de profesionales sus trabajos y experiencia profesional.
Los esperamos!
Para descuentos en tickets aereos y alojamiento ingrese a http://www.aasm.org.ar/es/congresos/2012/template.php?file=hoteles.html
Para Informes e Inscripción haga clik aquí:
"Que me olhe nos olhos quando falo.
Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado; alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odia-lo por isso.
Neste mundo de céticos, preciso de alguém que creia, nesta coisa misteriosa, desacreditada, quase impossivel de encontrar: A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja pouco para as suas necessidades.
Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:
"Nós ainda vamos rir muito disso tudo"
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher o meu Amigo.
E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela..."
Charlie Chaplin
boa noite...consegui recuperar a minha senha de acesso ao blogg...logo, logo novs materias.