sábado, 14 de novembro de 2009

ENTREVISTA com PATRICIA BIÉ

Olá Fabrício, boa tarde.

Não sei se poderá te ajudar com as respostas, mas segue minha opinião.

1) - o que vo faz profissionalmente em Manaus? Trabalho com recrutamento, seleção e treinamento em uma Indústria do PIM
2) - por que voce divulga as vagas de emprego em Manaus? Divulgo por perceber que muitas pessoas estão disponíveis no mercado e também para facilitar o trabalho das equipes de seleção.
3) - na sua opinião os profissionais estão preparados para serem demitidos? Ninguém está preparado para ouvir um não... mas acho que quem diz ‘o não’ é que deve saber dizê-lo, com respeito e com no mínimo, consideração pela pessoa.
4) - houve algum pedido de emprego que voce julgou diferente dos demais? Não que eu me recorde. Mas acho interessante citar que algumas vezes não nos atentamos para a linha tênue que existe entre os requisitos necessários e a discriminação.
5) - quais são as suas sugestões para quem está desempregado? Busque conhecer sobre a empresa que faz contato com você, conheça também seus pontos forte e explore-o e reconheça seus pontos a melhorar e trabalhe-os, tendo em mente seus objetivos e a filosofia de respeito ao outro.
6) - vc acha que as empresas estão preocupadas com quem irá ser demitido? Raramente. Percebo que é mais fácil não pensar na pessoa que será demitido, dificilmente as pessoas querem se envolver emocionalmente.
7) - o que voce pretende fazer para ajudar mais ainda os profissionais que venham a ser demitiods? Este questionamento me faço todos os dias... e ainda não descobri a resposta, mas o que tenho feito alem de divulgar as vagas, é divulgar os currículos dos profissionais que conheço, indicando a alguns processos de seleção e quando posso, divulgo aos alunos da escola que minha mãe ou minha tia trabalham, falo para o grupo de jovens de perto da minha casa... tento fazer o pouco que auxilie no todo. E quando há necessidade de demitir alguém que é da empresa na qual trabalho, forneço dicas para montar um currículo atrativo, indico os sites das oportunidades e vagas de Manaus alem de consultorias estabelecidas.
Se precisar fazer algum contato, esteja a vontade.

Um abraço e bom final de semana;

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ENTREVISTA com FLAVIA GAMA

1) - O que você faz profissionalmente em Manaus?
Sou Secretária e Professora de Inglês em Escola Pública e Curso English For You.

2) - Por que voce divulga as vagass de emprego em Manaus?

Por justamente saber que há profissionais que não estão no campo de trabalho.
3) - Na sua opinião os profissionais estão preparados para serem demitidos?
As pessoas sempre pensam que em determinadas situaçoes nunca vão acontecer com elas. Faz parte da cultura brasileira ter esperança.

4) Houve algum pedido de emprego que voce julgou diferente dos demais?
Até agora não.

5) Quais são as suas sugestões para quem está desempregado?
Procurar se especilaizar no que for necessário, principalmente quanto ao idioma, quase todas as ofertas de trabalho vem pedindo o idioma Inglês e como aqui em Manaus temos um grande parque industrial com multinacionais é muito importante que todos os profissionais tenham conhecimentos de idiomas como Inglês, Espanhol, Alemão e Japonês.É preciso estar preparado para entevista de empregos também.

6) Você acha que as empresas estão preocupadas com quem irá ser demitido?

  Empresa pensa em lucro.

7) O que voce pretende fazer para ajudar mais ainda os profissionais que venham a ser demitidos? 
O que estiver ao meu alcance com certeza ajudarei, geralmente imprimo os cvs que recebo e os envio para uma empresa de RH que trabalha conosco e sempre estou sabendo que o distrito está necessiatado de mão de obra e no momento estão pedindo muitas pessoas para área de produção, visto que as coisas parecem que estão se normalizando.

Sds,

Flávia Gama

ENTREVISTA com FANNE AQUINO (Psicóloga Organizacional)

Bom dia!

Amigos do blogg, a partir de hoje teremos uma entrevista com algumas questões que tratam do processo de recolocação no mercado de trabalho com profissionais de Psicologia e de RH e demais Gestores que no mercado de trabalho de Manaus-AM.
Espero que aproveitem as observações apresentadas por estes profissionais nas perguntas formuladas.
A profissional entrevistada hoje é a colega FANNE AQUINO que atua no Grupo Simões empresa muito respeitada no mercado local.

Psicóloga Fanne o meu muito obrigado por estar participando dessa estreia.


1) - O que você faz profissionalmente em Manaus?
Trabalho GS, sou psicóloga, seleciono para o corporativo e concessionárias do Grupo.

2) - Por que voce divulga as vagass de emprego em Manaus?
Porque? Porque buscamos candidatos, e essa é uma fonte maravilhosa de busca externa. Devido a isso, economizamos em anúnicos em jornais da cidade.

3) - Na sua opinião os profissionais estão preparados para serem demitidos?
Muitos não. Quando divulgamos vagas, chegam vários Cvs, porém com a triagem esse número de candidatos no perfil diminui bastante dificultando nossos prazos. Temos bastante vagas, porém pessoas qualificadas para ocupá-los, não.

4) - Houve algum pedido de emprego que voce julgou diferente dos demais?
Em relação a divulgação de vagas? Acho alguns anúncios que prcisam reformulados, por ex: Precisa ter experiência de 3 anos (isso não pode, Legislação), De tal a idade até certa idade, (essa triagem somos nós que fazemos, assim descartamos muita gente, pessoas que podem até ter potencias para outras vagas, trabalhar o banco de vagas é uma boa nesses casos. CV com FOTO, (sem comentários).. entre outros.

5) - Quais são as suas sugestões para quem está desempregado?
Não parar, sempre está buscando se aprefeiçoar, além do mais saber qual é realmente seu foco, muitas pessoas por estarem desempregadas aceitam qualquer tipo de emprego, assim afastando-se do seu próximo degrau. Também trabalhar seu lado comportamental, pois as empresas contratam bastante com foco em competências comportamentais, por ex: se o candidatos conhecer 40% e for 60% comportamental, bingo! Basta o gestor imediato moldá-lo conforme a necessidade.

6) - Você acha que as empresas estão preocupadas com quem irá ser demitido?
Fico em dúvidas, porém isso varia de empresa para empresa. Todo caso é um caso, desligamento com justa causa, sem justa causa, iniciativa do empregado. Agora uma coisa é certa, as empresas precisasm de pessoas dinâmicas, pró-ativas e com senso de urgência, se por algum motivo algumas competências não atenderem, qualquer que seja o funcionário não se cria na empresa.

7) - O que voce pretende fazer para ajudar mais ainda os profissionais que venham a ser demitidos?
Sempre que posso, peço o CV e encaminho para alguns contatos de RH. Um procedimento bem legal que faço não é só pedir o CV, porém é dar dicas e arrumar o CV para uma melhor visualização do selecionador.

grande abraço

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

EMPRESA NÃO PODE OBRIGAR EMPREGADO A VENDER FÉRIAS

Autor: Sergio Ferreira Pantaleão -
Fonte: Guia Trabalhista

As férias é o período de descanso anual a que o empregado tem direito após o exercício do trabalho pelo período de um ano (12 meses), período este denominado de "período aquisitivo".
As férias devem ser concedidas dentro dos 12 meses subseqüentes à aquisição do direito, período este chamado de "período concessivo".
A época da concessão das férias corresponderá ao melhor período de interesse do empregador, salvo as exceções previstas em lei, e seu início não poderá coincidir com sábado, domingo, feriado ou dia de compensação de repouso semanal, conforme Precedente Normativo 100 do Tribunal Superior do Trabalho.
Todo empregado tem direito a 30 dias de férias depois de completado o período aquisitivo, salvo as condições de férias proporcionais em decorrência de faltas injustificadas previstas no art. 130 da CLT.
Conforme prevê o art. 143 da CLT o empregado tem direito a converter 1/3 (abono pecuniário de férias), 10 dias, portanto, do total de dias de férias a que tem direito, desde que faça o requerimento ao empregador até o prazo de 15 dias antes de completar o período aquisitivo.
Esta conversão de 1/3 das férias é também conhecida como "vender as férias", já que o empregado goza somente 20 dias e os 10 dias restantes a que teria direito, o empregado acaba trabalhando em troca do valor (em dinheiro) correspondente.
Caso o empregado não faça o pedido da conversão no prazo mencionado em razão de esquecimento, por exemplo, mas desejar converter 1/3 das férias à época do gozo torna-se uma faculdade por parte do empregador conceder ou não esta conversão.
Por outro lado, se o empregado não requerer a venda das férias com o intuito de gozar os 30 dias, o empregador não poderá obrigar o empregado a converter 1/3 das férias alegando acúmulo de serviço ou por motivo de atendimento de pedido de urgência.
A legislação garante ao empregador a prerrogativa de estabelecer, de acordo com suas necessidades, o período em que o empregado irá sair de férias, mas uma vez concedida e não havendo o requerimento deste da conversão de 1/3, não poderá o empregador obrigar o empregado a vendê-las.
Por óbvio se constata na prática que eventuais situações emergenciais podem ocorrer e o empregador solicita sim, que o empregado, para colaborar com a empresa, vendas os 10 dias de férias e ajude numa situação específica.
No entanto, o que se condena é a utilização deste procedimento de forma reiterada e abrangente, ou seja, quando se verifica constantemente que o empregador, utilizando-se de seu poder de mando, acaba obrigando os empregados a venderem as férias, já que estes se sentem constrangidos em negar o pedido, sob pena da perda do emprego.
Assim, uma vez comprovado que o empregador obrigou o empregado a vender, aquele poderá ser condenado ao pagamento em dobro do período convertido, já que para a Justiça do Trabalho, houve o cerceamento do direito do empregado e, portanto, o empregador deve pagar em dobro, consoante o art. 137 da CLT.
É o que determina a legislação trabalhista nos artigos anteriormente mencionados, bem como é o entendimento jurisprudencial do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais, conforme julgado abaixo:
A 10ª Turma do TRT-MG analisou o caso de um empregado que era obrigado a tirar apenas 20 dias de férias, vendendo os outros dez restantes, por imposição da reclamada, o que contraria o artigo 143 da CLT.
De acordo com esse dispositivo legal, a venda de um terço das férias deve ser uma escolha do trabalhador e não uma exigência da empresa. Diante da constatação da ocorrência dessa irregularidade, os julgadores mantiveram a condenação da empregadora ao pagamento em dobro das férias não concedidas no prazo legal, nos termos do artigo 137 da CLT.
Todas as testemunhas, inclusive a indicada pela empregadora, foram unânimes em afirmar que a reclamada “pedia” para que todos os empregados colaborassem vendendo dez dias de férias. Isso porque havia muito trabalho na empresa. A prova testemunhal revelou que as férias eram tiradas de acordo com a demanda de serviço e que era muito raro um empregado tirar 30 dias de férias. Isso só poderia acontecer se a demanda fosse menor. Ficou comprovado, pelos depoimentos das testemunhas, que a grande maioria dos empregados cedia às pressões da empresa.

Ao analisar os recibos de férias do reclamante, a relatora do recurso, desembargadora Deoclécia Amorelli Dias, constatou que ele também tirava apenas 20 dias de férias, sendo obrigado a converter em dinheiro um terço do período de férias a que tinha direito. A desembargadora explicou que a venda de um terço das férias deve ser uma opção do empregado, podendo o período ser convertido no valor da remuneração devida nos dias correspondentes, nos termos do artigo 143 da CLT.

Mas, conforme salientou a magistrada, essa prática não pode ser uma regra da empresa imposta a todos, como ocorreu no caso em questão. Assim, como ficou comprovado que a venda irregular das férias atendia ao interesse patronal, o que contraria a legislação trabalhista, os julgadores confirmaram a sentença. (RO nº 00805-2008-107-03-00-5).

SEGURO-DESEMPREGO ON LINE - EMPREGADOR PODERÁ FAZER O PEDIDO VIA INTERNET

Fonte: MTE - 09/11/2009 - Adaptado pelo Guia Trabalhista

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), preocupado com a necessidade de assegurar o melhor atendimento ao trabalhador, implantou, entre junho e outubro, no Distrito Federal, um sistema piloto do módulo Seguro Desemprego Web (SDWEB) - Empregador. O projeto foi desenvolvido de modo experimental e envolveu 71 empresas.

Atualmente, as empresas adquirem formulários em papelarias e preenchem e as informações de forma manual. De posse deste documento, o ex-empregado dirige-se até uma unidade do MTE e faz a solicitação para o recebimento do seguro-desemprego. O tempo entre o encaminhamento do requerimento e o recebimento do benefício varia hoje de 30 a 45 dias.

O sistema vai acelerar o processo de requisição do Seguro-Desemprego já que a empresa poderá passar as informações necessárias à liberação do benefício ao MTE no mesmo dia em que a dispensa do trabalhador for efetivada. Os resultados do projeto piloto estão sendo avaliados para que o sistema informatizado seja estendido gradualmente em todo o Brasil. Ainda não há prazos para a implantação.

A partir da utilização desta ferramenta informatizada, será dispensada a utilização de formulários de seguro-desemprego (o Requerimento do Seguro-Desemprego (RSD), e a Comunicação de Dispensa (CD)). O uso do módulo SDWEB - Empregador permite que o empregador registre e imprima a informação e a encaminhe ao MTE pela internet.

Com o sistema informatizado os formulários são preenchidos pelo empregador, ou seja, o atendente da unidade do MTE não precisará digitá-lo novamente, o que facilita o atendimento e diminui o tempo de espera do trabalhador.

Também diminui a preocupação com requerimentos fraudulentos, pois os mesmos são transmitidos pela internet, com a utilização da Certificação Digital, agilizando o processo de pré-triagem da documentação, além de melhor o atendimento e agilizar os processos.

É o que já ocorre com a solicitação para o saque do FGTS, onde a empresa, por meio do Conectividade Social, faz eletronicamente a comunicação para a CAIXA informando o motivo da demissão, a data do desligamento e os valores depositados, agilizando o processo e poupando tempo da empresa, do ex-empregado e da própria CAIXA.

No projeto piloto SDWEB - Empregador as 71 empresas participantes do DF prestaram informações de seguro-desemprego de 250 trabalhadores, onde:

•120 arquivos foram transmitidos contendo 172 requerimentos de seguro-desemprego que foram extraídos diretamente dos sistemas informatizados de folha de pagamento;

•78 requerimentos foram digitados individualmente no sistema SDWeb; e

•154 já foram ativados pelo SDWeb nos postos de Atendimento (os demais ainda não compareceram aos postos de atendimento de Seguro-Desemprego para ativação do seu benefício).

SDWEB - Empregador

O empregador acessa o Sistema na internet e presta informações relativas aos Requerimentos do Seguro-Desemprego dos trabalhadores dispensados sem justa causa, de forma individual ou por arquivo gerado a partir da folha de pagamento.

Para o coordenador-geral do Seguro-Desemprego, do Abono Salarial e Identificação Profissional, do Departamento de Emprego e Salário do MTE, a utilização da ferramenta informatizada que o MTE disponibilizará ao empregador traz modernidade ao processo.

"A medida dispensa a aquisição em papelarias dos formulários de seguro-desemprego. Isso moderniza todo o processo, além de agilizar a prestação da informação por parte do empregador e assegurar ao trabalhador a posse do Requerimento do Seguro-Desemprego e da Comunicação de Dispensa exigidos para dar entrada no benefício.

O projeto iniciado no Distrito Federal, com grupo específico de empregadores, permitiu acompanhar detidamente a adaptação dos empregadores, atendentes de postos e trabalhadores diante dos novos processos de operação do seguro-desemprego, permitindo, assim, sua evolução, afirma o coordenador.

domingo, 8 de novembro de 2009

Scientists Identify Brain Region That May Give Rise to Schizophrenia

By Carl Sherman

About Carl Sherman

November 06, 2009

Schizophrenia is as mysterious as it is devastating. No one knows just what happens within the brain to cause the disease’s characteristic hallucinations, delusions and cognitive deficits. Now researchers have identified a small region in the hippocampus where an early increase in activity—before symptoms become marked—might represent the beginning of the disease process. The results could lead to new targets for drug treatment and new ideas for strategies to prevent the disease.

Schizophrenia is often preceded by a “prodromal” phase, when individuals begin to exhibit symptoms but fall short of the criteria for a psychiatric diagnosis. They might, for instance, withdraw socially, or hear their names in the sound of the wind rather than an outright hallucination. Some studies suggest that treatment—including medication—during these early stages may delay the onset of full schizophrenia, reduce its severity or prevent it altogether.

But not all prodromal individuals go on to develop the disease—just 35 percent within 2.5 years, says Thomas McGlashan, a professor of psychiatry at Yale University who works with such patients. In the face of this uncertainty, most clinicians believe the risks of side effects from treatment outweigh potential benefits and have adopted a conservative wait-and-see approach. “For the ‘false positives,’ which might be the majority, you’d be unnecessarily giving powerful agents that can have severe side effects,” McGlashan says.

To investigate why the prodromal phase progresses to schizophrenia in only one out of three patients, researchers from Columbia University used a high-resolution variant of functional magnetic resonance imaging (fMRI) to compare the brains of 18 people with established schizophrenia with 18 healthy controls. In the disease group, they found increased blood flow, suggesting higher levels of activity, in the orbitofrontal cortex and in a small section—the CA1 subfield—of the hippocampus. In the dorsolateral prefrontal cortex, meanwhile, blood flow decreased.

Was one of these areas the place where schizophrenia began? “Our assumption is that no matter how complex or chronic a disorder is, there will always be one region of the brain most vulnerable to it,” says Scott Small, a professor of neurology at Columbia University and senior author of the research, which appears in the September 2009 issue of Archives of General Psychiatry. Once dysfunction starts, however, it spreads broadly throughout the brain. “It’s very hard to distinguish primary from secondary areas affected by the disorder when you look at someone with full-blown schizophrenia.”

Indeed, when the researchers examined 18 young people who had prodromal symptoms—some of whom presumably had the disease in a very early stage—the group as a whole differed from the healthy controls only in the CA1 subfield.
The evidence was stronger when the researchers reanalyzed the data two years later. By then, seven in the prodromal group had been diagnosed with schizophrenia. These people had shown significantly higher CA1 activity when first measured compared with the “false positives.”
Further analysis of the fMRI data added another connection between this brain region and psychiatric disorder—increased blood flow in the CA1 subfield mirrored the severity of symptoms. Delusions, for example, tended to be more severe in patients with higher CA1 activity.

New tests and treatments?

Besides providing insight into the pathological process, pinpointing where schizophrenia begins could help doctors detect the disease in its earliest stages—and initiate treatment when it is likely to do the most good.
“This is a really exciting paper,” says James M. Stone, a clinical lecturer and honorary consultant in psychiatry at the King’s College London Institute of Psychiatry. “The fact that hyperactivity in the CA1 area of the hippocampus both predicted transition to psychosis and correlated with symptoms—it needs replication, but it’s amazing stuff.”
The paper has both theoretical and practical implications, McGlashan adds. “It probably has equal interest for people interested in what this disorder does to the brain, and in those who would like to know how good a diagnostic signal it is.”
A biological test to better predict which prodromal patients will progress to psychosis is “the golden fleece for clinicians,” but while the predictive value of the new findings is statistically significant, even if replicated they would fall short of the level of accuracy that might justify aggressive early treatment. But they’re “an important step in that direction,” McGlashan says. “It’s a good new avenue to begin looking at.”
Cheryl Corcoran, director of the Center of Prevention and Evaluation at Columbia and a co-author of the paper, agrees that talk of clinical application is premature. But “it would be interesting to look at CA1 and other potential risk factors in tandem.” Electrophysiological changes, neuropsychological profiles or genetic markers teamed with high-resolution fMRI, “might have really good predictive value.”
More generally, the findings have provocative implications for our understanding of the underlying biology of schizophrenia. The CA1 area is particularly responsive to the neurotransmitter glutamate, which is the primary neurotransmitter in most brain regions. As Stone points out, the glutamatergic system has become a subject of growing interest for schizophrenia researchers. A recent animal study at Columbia, for instance, found that mice genetically modified to reduce glutamatergic neurotransmission were resistant to the effects of drugs that otherwise induced psychotic-like symptoms.
Traditional thinking about schizophrenia has emphasized another neurotransmitter, dopamine; antipsychotics, new and old, are believed to work largely by blocking dopamine receptors. “These findings suggest we might want to think beyond antipsychotics and try other medications in young people at risk,” Corcoran says. “They suggest we consider that there are stages of illness, and that each stage might be responsive to different pharmacological treatment.”
It may be worth exploring the efficacy for very early schizophrenia of existing drugs (such as the anticonvulsants lamotrigine and gabapentin) and amino acids (such as D-serine and glycine) that affect glutamatergic neurotransmission, Corcoran says. (A clinical trial of D-serine for prodromal individuals has in fact been underway since early 2009.)
The fMRI findings could guide drug development along more precise lines than these, Small suggests. “Identifying this specific region raises the question, why is CA1 ‘hot’ in schizophrenia?” he says. . “If we can find molecular reasons why glutamate is elevated in that area, find what—an enzyme perhaps—is abnormal in the glutamate pathway, it might provide a new drug target.” -30-
Prezado Amigo,


Gostaria de contar com a sua compreensão e solicitar-lhes que, se possivel, divulgue aos seus contatos que estou atendendo em Consultorio Particular aos clientes que estejam precisando de atendimento Psicologico na área Clinica (Adulto e Idoso). Outrossim, os serviços litasdos abaixo são prestados juntamente com as Psicologas America e Eroneide.

Para agendamento de consulta, por favor, entrar em contato pelo fone: 3637 - 6728. O consultorio fica situado na Avenida Eduardo Ribeiro esquina com a Rua 24 de Maio - Edificio Cidade de Manaus - 1º Andar - sala n.º

Serviços que são Prestados:

1 - Projeto Qualidade de Vida
a) Obesidade - realizamos atendimento psicologico individualizado ou firmamos parceria com projeto social de sua empresa para melhorar a qualidade de vida de seus profissionais;

b) Fumo - realizamos atendimento psicologico individualizado ou firmamos parceria com projeto social de sua empresa para melhorar a qualidade de vida de seus profissionais nesse quesito;

c) Gerenciamento do Stress - realizamos atendimento psicologico individualizado. Realizamos curso/treinamento sobre como portar-se diante do STRESS. Firmamos parceria com projeto social de sua empresa para melhorar a qualidade de vida de seus profissionais nesse quesito;

d) - FIB - FELICIDADE INTERNA BRUTA - projeto que visa atendimento individual ou grupo e/ou firmar parceria com projeto social de sua empresa para melhorar a qualidade de vida de seus profissionais;

e) - IDOSO FELIZ - Prestar suporte psicologico individual ou grupal para melhorar a qualidade de vida do IDOSO. Realizamos visita domiciliar e de acompanhamento

2 - Area de GESTÃO de RH

a) - Gestão de Conflitos - realizamos treinamento/curso para colaboradores das empresas e gestores;

b) - Gestão da Vivencia Interpessoal - realizamos treinamento/curso para colaboradores das empresas e gestores;

c) - Gestão de R&S - realizamos treinamento/curso para colaboradores das empresas;

d) - Gestão de Administração de Pessoal - Treinamento operacional para quem trabalha em DP


Fabricio SMenezes
Psicólogo - CRP 01/11.163

sábado, 7 de novembro de 2009

SINDROME DE BOURNOUT - ADOCENDO NO TRABALHO

Amigos,

Criei um novo BLOG - SE TRABALHO, ADOEÇO? aonde estarei tratando de assuntos mais direcionados ao adoencimento do profissional no ambiente orgnaizacional. Naturalmente, que nessa proposta de prestar informações, além das coisas que vi ao longo desses ultimos 20 anos de vivencia no ambiente organizacional, estarei apresentando artigos de autores confiáveis os quais irão ampliar cada vez mais o nosso conhecimento sobre esse tema.

Apesar de aqui em MANAUS não ouvirmos nos encontros pesquisas ou palestras sobre o tema trago nesse momento o artigo de conteudo muito claro do Dr. Geraldo Ballone que apresentar os conceitos essenciais sobre o que é a SINDROME DE BOURNOUT.

Espero assim estar contribuindo com todos voces com estas informações.

FabricioMenezes
Psicologo - Crp 01/11.163


"A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).

O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço.

Essa síndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda (médicos, enfermeiros, professores).

Outros autores, entretanto, julgam a Síndrome de Burnout algo diferente do estresse genérico. Para nós, de modo geral, vamos considerar esse quadro de apatia extrema e desinteresse, não como sinônimo de algum tipo de estresse, mas como uma de suas conseqüências bastante sérias.

De fato, esta síndrome foi observada, originalmente, em profissões predominantemente relacionadas a um contacto interpessoal mais exigente, tais como médicos, psicanalistas, carcereiros, assistentes sociais, comerciários, professores, atendentes públicos, enfermeiros, funcionários de departamento pessoal, telemarketing e bombeiros. Hoje, entretanto, as observações já se estendem a todos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam e/ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas à avaliações.

Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante com o trabalho, essa doença faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil.

Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.

Os autores que defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse, alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho. Entretanto, pessoalmente, julgamos que essa Síndrome de Burnout seria a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho.

Os sintomas básicos dessa síndrome seriam, inicialmente, uma exaustão emocional onde a pessoa sente que não pode mais dar nada de si mesma. Em seguida desenvolve sentimentos e atitudes muito negativas, como por exemplo, um certo cinismo na relação com as pessoas do seu trabalho e aparente insensibilidade afetiva.

Finalmente o paciente manifesta sentimentos de falta de realização pessoal no trabalho, afetando sobremaneira a eficiência e habilidade para realização de tarefas e de adequar-se à organização.

Esta síndrome é o resultado do estresse emocional incrementado na interação com outras pessoas. Algo diferente do estresse genérico, a Síndrome de Burnout geralmente incorpora sentimentos de fracasso. Seus principais indicadores são: cansaço emocional, despersonalização e falta de realização pessoal.

Quadro Clínico

O quadro clínico da Síndrome de Burnout costuma obedecer a seguinte sintomatologia:

1. Esgotamento emocional, com diminuição e perda de recursos emocionais
2. Despersonalização ou desumanização, que consiste no desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou de cinismo para com outras pessoas no trabalho ou no serviço prestado.
3. Sintomas físicos de estresse, tais como cansaço e mal estar geral.
4. Manifestações emocionais do tipo: falta de realização pessoal, tendências a avaliar o próprio trabalho de forma negativa, vivências de insuficiência profissional, sentimentos de vazio, esgotamento, fracasso, impotência, baixa autoestima.
5. É freqüente irritabilidade, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância à frustração, comportamento paranóides e/ou agressivos para com os clientes, companheiros e para com a própria família.

6. Manifestações físicas: Como qualquer tipo de estresse, a Síndrome de Burnout pode resultar em Transtornos Psicossomáticos. Estes, normalmente se referem à fadiga crônica, freqüentes dores de cabeça, problemas com o sono, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquiarritmias, e outras desordens gastrintestinais, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, etc.

7. Manifestações comportamentais: probabilidade de condutas aditivas e evitativas, consumo aumentado de café, álcool, fármacos e drogas ilegais, absenteísmo, baixo rendimento pessoal, distanciamento afetivo dos clientes e companheiros como forma de proteção do ego, aborrecimento constante, atitude cínica, impaciência e irritabilidade, sentimento de onipotência, desorientação, incapacidade de concentração, sentimentos depressivos, freqüentes conflitos interpessoais no ambiente de trabalho e dentro da própria família.

Apesar de não ser possível estabelecer uma fórmula mágica ou regra para análise do estresse no trabalho devido a grande diversidade entre as empresas, vejamos agora algumas situações mais comumente relacionadas ao estresse no trabalho, de um modo geral.

Considera-se a Síndrome Burnout como provável responsável pela desmotivação que sofrem os profissionais da saúde atualmente. Isso sugere a possibilidade de que esta síndrome esteja implicada nas elevadas taxas de absenteísmo ocupacional que apresentam esses profissionais.

Segundo pesquisas (Martínez), a epidemiologia da Síndrome de Burnout tem aspectos bastante curiosos. Seu detalhado trabalho mostrou que os primeiros anos da carreira profissional profissional seriam mais vulneráveis ao desenvolvimento da síndrome.

Há uma preponderância do transtorno nas mulheres, possivelmente devido à dupla carga de trabalho que concilia a prática profissional e a tarefa familiar. Com relação ao estado civil, tem-se associado a síndrome mais com as pessoas sem parceiro estável.

para referir:
Ballone GJ -Síndrome de Burnout - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005

ERIC KANDEL - É UM GENICO DA NEUROCIENCIA

Eric Kandel

O Nobel de Medicina fala sobre remédios milagrosos para a memória e explica como a neurociência vai mudar a educação
por Denis Russo Burgierman - SUPERINTERESSANTE

Quando, nos anos 60, o psiquiatra Eric Kandel resolveu que ia dedicar seu tempo ao estudo da lesma-do-mar, um molusco tão pegajoso quanto primitivo, seus colegas acharam que ele tinha enlouquecido. Afinal, esse austríaco que migrou para os Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial jamais tinha manifestado interesse pelo mundo animal. Formado em letras e literatura, além de medicina, ele sempre pareceu mais interessado em desvendar os segredos do homem e, em especial, da mente humana.

Pois foi justamente isso que ele fez nas décadas que passou pesquisando o molusco. No sistema nervoso simples da lesma-do-mar, Kandel identificou os genes e as proteínas que tornam possível a memória nos neurônios. Os mecanismos que ele desvendou são os mesmos que, no cérebro humano, regem as lembranças de curto e longo prazo. Hoje pode-se dizer que quase tudo o que sabemos sobre a base molecular da memória se deve ao molusco e a Kandel.

Não é à toa que ele (Kandel, não o molusco) faturou, em outubro passado, o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia. Nesta entrevista à Super, o pesquisador de 71 anos, hoje trabalhando na Universidade Columbia, em Nova York, falou sobre a química da memória, os remédios do futuro e as incríveis novidades que irão mudar a pedagogia e a psicologia.

Super – Tem um poema que eu sei de cor. Quando eu me lembro dele, alguns versos me vêm na forma de imagens visuais, outras na de cheiros, sensações táteis, sonoras. Outros pedaços me trazem lembranças sentimentais ou me recordam de detalhes como, por exemplo, o de que o papel onde li o poema pela primeira vez era azul. Você pode me dizer onde esse poema está no meu cérebro?

O poema está armazenado em vários lugares diferentes. Conforme você o aprende, você visualiza partes dele – partes que provavelmente serão armazenadas em áreas visuais do cérebro. Outras talvez sejam guardadas em regiões ligadas à linguagem, ou nas que lidam com as emoções. Quando você recita o poema, essas diferentes áreas colaboram umas com as outras para formar uma lembrança. Acreditamos que as mesmas áreas responsáveis pelo processamento das informações cuidem das lembranças dessas informações – as áreas visuais são responsáveis pelas memórias visuais, as táteis pelas lembranças táteis e assim por diante. Não há um único “centro da memória” no cérebro, responsável por armazenar tudo.

E de que forma esse poema está guardado na minha mente?

Em grande parte, na forma de mudanças estruturais nos neurônios. A cada vez que aprendemos algo, formam-se novas ligações entre as células, novas sinapses. Seu poema causa mudanças químicas nos neurônios, induz a produção de novas proteínas, suprime outras.

Como é possível pesquisar a memória humana a partir da lesma-do-mar?

Quando comecei não sabíamos absolutamente nada sobre memória. Achei que seria útil começar do começo e, para estudar o caso mais simples, peguei o animal mais simples. Na aplísia, como chamamos a lesma-do-mar, você tem a vantagem de que há poucas células nervosas interconectadas de forma precisa, de modo que é mais fácil estudá-las.

Há muitas diferenças entre o homem e a lesma-do-mar? Temos muitas estruturas que esses animais não têm, ou dispomos do mesmo arsenal nervoso, apenas mais complexo?

Provavelmente temos alguns recursos que a aplísia não tem. Mas, surpreendentemente, nossas pesquisas estão mostrando que muito da diferença deve-se somente ao número maior de células nervosas e de suas interconexões. Nossos neurônios fazem mais ou menos as mesmas coisas – apenas estão em maior quantidade do que os da aplísia.

Pesquisas como a sua revelaram que muitas células no corpo possuem o mesmo mecanismo químico dos neurônios. Você acha que é possível que células fora do cérebro possuam algum tipo de memória?

Nós definimos memória como um resgate de informação sobre o passado que é expresso no comportamento. Os mesmos mecanismos moleculares podem estar envolvidos em mudanças a longo prazo no fígado ou no rim. Não chamaríamos isso de memória, e sim de mudanças adaptativas. Você levanta uma questão interessante: a de que é perfeitamente possível haver um número enorme de mecanismos moleculares para converter um sinal de curto prazo em um sinal de longo prazo. E que talvez o cérebro se utilize de apenas um deles para produzir memória. Talvez as células dos rins, assim como as do cérebro, sejam capazes de receber informações novas e fazer com que essas informações sejam registradas quimicamente. Dessa forma, elas também seriam capazes de um tipo de “aprendizado”.

Você descobriu a proteína CREB-1, responsável por converter lembranças de curto prazo em memórias de longo prazo. A indústria farmacêutica não poderia usar essa proteína para fazer um remédio que nos dê uma supermemória?

Provavelmente não, mas acho que aparecerão drogas nos próximos cinco anos que ajudarão pessoas idosas a melhorar um pouco sua memória. Não acho que haverá drogas que farão de mim ou de você um supermemorioso, mas, em breve, as farmácias venderão “aspirinas para a mente”.

Há motivos para acreditar que uma droga da supermemória não seja possível?

Antes de mais nada, não sei se seria desejável. Existem pessoas que possuem supermemória e elas tendem a levar uma vida miserável. Os supermemoriosos se lembram de absolutamente tudo, e todos precisamos esquecer algo. Essas pessoas geralmente são pouco criativas – para ser criativo você precisa de espaço na mente. Se você saturou a cabeça com números de telefones, o nome de todas as pessoas que você já encontrou, o nome das ruas pelas quais passou, fica difícil ter idéias. Os supermemoriosos têm a impressão de que seu cérebro está repleto de lixo. Todas as drogas possuem efeitos colaterais e os efeitos colaterais, nesse caso, podem ser piores do que a doença.

Mesmo se for uma supermemória por apenas uma hora, algo que eu tome antes de uma aula de alemão, por exemplo?

Isso seria uma boa idéia. É teoricamente possível, mas não posso prever algo tão distante.

Sua pesquisa pode mudar a psicologia?

Acho que sim. Aprendi uma quantidade enorme de coisas com a psicologia e tenho um respeito enorme por essa disciplina. Não compartilho do preconceito de vários neurocientistas, que a consideram uma pseudociência. Toda a idéia de estudar a memória é uma construção psicológica. Todo o meu trabalho deriva da psicologia. Mas essa ciência se baseava numa descrição do comportamento, sem o conhecimento do que acontece na cabeça. Termos como memória de curto e longo prazo eram conceitos abstratos e agora estamos descobrindo o substrato anatômico e fisiológico para isso. Estamos colocando a psicologia num nível biológico fundamental e, assim, vamos acabar fundindo as duas disciplinas: neurociência e psicologia serão uma coisa só.

Você tem dito também que essas pesquisas poderiam mudar a educação. Como isso aconteceria?

Por exemplo, descobrimos que o treinamento espaçado é melhor que o treinamento em massa. Ou seja, se você aprender as coisas em pequenos episódios separados absorve mais do que em uma longa sessão. Portanto, precisamos ter aulas curtas e com intervalos regulares. Acho que as pessoas ainda podem descobrir muito sobre os aspectos temporais dos eventos do aprendizado. Podemos entender melhor que parte do ciclo sono/vigília é ideal para o aprendizado, como aprender a associar as coisas, quais os tipos de dicas que facilitam a memorização de um poema. A neurociência nos ensinará uma variedade de técnicas para otimizar o armazenamento de informações no cérebro.

Fonte: drusso@abril.com.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Memorial Day

Buenos días!


Hoy es Memorial Day, o más popularmente conocido como Día de Todos los Santos. Para algunos es un día de gran dolor y sufrimiento, para otros es una fecha que aún no experimentados. Por eso se te ocurra pensar en el momento de la pérdida de un pariente.

Personalmente tuve la primera pérdida de unos dos años cuando fue mi padrastro. La causa de su muerte se debió a la utilización de más de 25 años de humo. Como una primera experiencia es realmente muy extraño ver el cuerpo inerte y sin color. Causas de una especie que no se explica. En este caso no podría ir a la hora de la sepultura, por lo tanto, no dejó la emoción.

Naturalmente, la sensación de vacío más para mi madre y no había sido fácil. Recientemente, otro la pérdida de tiempo ya ha pasado, mi padre biológico. A pesar del tiempo que no vive con él, o más de 20 años sin contacto personal que se había separado de mi madre no ha demostrado que "la sensación de pérdida ... cuando se vive es el establecimiento del enlace. .. pero el que me ha permitido estar "vivo" en el mundo. En este caso podría ir a la hora de la sepultura ...

En cualquier caso, cuando nos ocupamos de este tema no me imagino que muchas personas pierden el equilibrio y la tranquilidad. ¿Cuántos no se sometan a un proceso inicial de una depresión ... sentimiento de dejar de vivir, porque el hijo o hija u otro ser querido se ha ido, así que la vida no vale nada.

Dra. Elizabeth Klüber Ross dice que hay más de 03 etapas por las que el individuo se siente en la muerte de alguien que nos es familiar ... Uno de ellos es la ira por la pérdida .. soportar esta cuestión o este momento es muy doloroso para la familia ...

El proceso de pérdida o de dolor debe tener un promedio de tiempo que, según el experto podrá ser prorrogado por más de 3 meses ... se extiende más y más debe tener cuidado de seguir de cerca la comportamiento de esta familia. Busque un profesional de la salud personal cualificado y con experiencia es siempre buena para, en su caso, prescribir medicamentos y de apoyo, pero confían en la supervisión y ayuda de un psicólogo o psicoterapeuta, es esencial ....

Pero hablando más de cerca a nuestra realidad humana ... si estás en el estado de ánimo a llorar, hazlo. Liberar esta emoción a fin de que su nivel de estrés no se expande. Aparte de las soluciones jurídicas existentes, no se olvide de la BE es superior en todos nosotros.

Un abrazo
FabricioMenezes
Psycologist

DIA DE FINADOS - LUTO

Bom dia!

Hoje é dia de finados ou mais popularmente conhecido como O DIA DE FINADOS. Para alguns é um dia de muita dor e sofrimento, para outros é uma data ainda não vivenciada. Por esse motivo sequer cogitam de pensar no momento da perda de algum familiar querido.

Pessoalmente tive a primeira perda acerca de dois anos quando foi-se o meu padrasto. O motivo de sua morte foi decorrente do uso por mais de 25 anos de fumo. Como primeira experiencia realmente é muito estranho ver o corpo inerte e sem cor. Causa uma espécie que não é explicada. Para esse caso não pude ir até o momento do sepultamento, pois, a emoção não deixou.

Naturalmente que o sentimento de vazio fora maior para minha genitora e não fora fácil. Recentemente outra perda aconteceu, agora, a do meu pai biologico. Apesar do tempo de não convivencia com ele, ou seja, há mais de 20 anos sem maiores contatos pessoais pois já estava separado de minha genitora não se estabeleceu aquele "sentimento" de perda...quando se convive é que se estabeleçe o vínculo...mas foi quem me permitiu estar "vivo" no mundo. Para este caso pude ir até o momento do sepultamento...

De qualquer modo quando tratamos dessa questão não imaginamos que muitas pessoas perdem o equilibrio e a tranquilidade. Quantos não se submetem ao processo inicial de uma depressão...do sentimento em deixar de viver, pois, o filho ou filha ou outro ente querido se foi e, portanto, a vida não vale mais nada.

A Dra Elizabeth Kluber Ross afirma que existem mais de 03 fases que o individuo sente no processo da morte de alguem que nos é familiar...um deles é a revolta pela perda..lhe dar com esta questão ou este momento é muito doloroso para a familia...

O processo da perda ou luto deverá levar em tempo uma média de tempo, que de acordo com os especialista poderá estender-se por mais de 3 meses...alongando-se mais e mais deve-se ter o cuidado de acompanhar com atenção a conduta deste familiar. Procurar um profissional de saude qualificado e experiente é sempre bom para, se for o caso, prescrever medicamentos de suporte e, ainda, contar com a supervisão e ajuda de um psicologo e/ou psicoterapeuta...é essencial.

Mas falando mais de perto a nossa realidade humana...se voce estiver com vontade de chorar, faço-o. Libere esta emoção afim de que o seu nivel de STRESS não se amplie. Afora os recursos legais existentes não se esqueça do SER superior que há em todos nós.

Um grande abraço

FabricioMenezes
Psicologo
CRP 01/11.163

PORTAL TRANSPARENCIA BRASIL - UTILIDADE PUBLICA

Bom dia!

Aproveitando esse final de semana e o feriado recomendo que voces acessem como serviço de UTILIDADE PUBLICA o site do portal TRANSPARENCIA.

www.portaltransparencia.gov.br/

domingo, 1 de novembro de 2009

TORMENTOS X ANSIEDADE - VERSAO ESPANHOL

TORMENTOS X ANSIEDAD

Estamos viviendo un momento muy delicado en nuestras vidas, porque estamos sometidos a una ola de información que buscan una forma de descaracterizar nuestra existencia. Estos informes suponen un cambio en nuestro comportamiento, nuestra manera de pensar e incluso en el acto.

Cuando sentimos que hemos dado a estos comportamientos que se imponen, surge en nosotros un vacío interior, a veces, la tristeza y también una especie de ansiedad.

Es característico de los seres humanos a buscar su felicidad en el ínterin, la cuestión de la felicidad está en aspectos estrictamente personales, que eran alimentados por la familia, los medios de comunicación. Por la sociedad. Para muchos de nosotros, la felicidad está en la luz eléctrica en su casa, coche del año, teléfono celular, bien empleados, tener hijos, ser conectado a la Internet, para viajes, etc ... además de la posesión de la propiedad proporciona la condición social.

Cuando no somos dueños de estos productos comenzó a sufrir, y nos damos cuenta de que este tipo de felicidad se escapa de las manos constantemente.

A partir de estas preocupaciones nos preocupa, se presenta un marco de ansiedad, que pueden incluso poner en peligro nuestra salud física y mental. Todo gira en torno a las cosas que tratamos de tener una cantidad grande, y ser diferentes de los que están de nuestro lado. Este sentimiento aún prevalece, por lo tanto, siempre nos consideramos mejores que otros.

Dra. Karen Horney, psicoanalista, describe en su libro La personalidad neurótica de nuestro tiempo, publicado en los años 30 que la ansiedad es una advertencia implícita de que hay algo loco en nosotros (...)" y tratamos de escapar de esa sensación de la utilización de los mecanismos internos que tratan de negar varias maneras estos tormentos, y los matices íntimos de ansiedad siempre presente en cada uno de nosotros. Aunque la Dra. Karen Horney estados que hemos desarrollado una ansiedad interna que ella llama la ansiedad básica que representa "todo lo que perturbe la seguridad del niño en relación con sus padres (...)" De este concepto podemos ver que estos procesos la ansiedad y angustias interiores, también favorecido por la actitud de los padres hacia sus hijos desde el tratamiento emocional a los niños. Por lo tanto en virtud de varios ansiedad, que utilizan esas estrategias, de su inconsciente, ciertas conductas para defenderse de esta ansiedad, es decir, a ser hostil, sumiso, quejumbrosa, autoritario.

A partir de este contexto, se convierten en adultos que tienen una sensibilidad exagerada, y el uso de los conceptos planteados por la Dra. Karen Horney, tenemos un comportamiento neurótico que el otro se requiere una gran cantidad de afecto y aprobación para hacer frente a nuestras angustias y tormento interior.

Como ejemplo tenemos una necesidad neurótica un socio que puede depender, en otras palabras, nos convertimos en un parásito de la otra, porque tenemos miedo de ser abandonado. Sin embargo, hemos desarrollado otros tipos de comportamiento neurótico necesidad neurótica como: para poder explotar a los demás, el prestigio y la admiración personal.

El diario Folha de Sao Paulo publicados durante el año 1998, una encuesta llevada a cabo desde 1958 hasta 1997, organizado por la Facultad de Medicina de Londres, donde fueron examinados 6574 personas nacidas en la misma semana y se han identificado en el panorama general de esta investigación, que muchas familias durante esos años, a través de varias crisis, lo que condujo a un procedimiento de divorcio, el clima de tensión en la familia, haciendo hincapié en las tablas que vivían en estos entornos. Estas imágenes de las ansiedades y aflicciones show íntimo que muchos de los niños que viven en estos hogares tenían una estatura pequeña, un aprendizaje y problemas de memoria en el rendimiento escolar. Un hecho muy interesante mencionado en el informe fue el uso de una estrategia de política educativa adoptadas en los EE.UU. tras el análisis de este trabajo que sobresalen en la conciencia de los adultos acerca de su papel social, el incentivo para mantener un diálogo con los bebés, y tratar de evitar conflictos familiares y la violencia.

A menudo, la condición de simples mortales, queremos ganar a toda costa la paz del corazón, que llaman a este momento de la imagen principal, como se cita la Dra. Karen Horney. Sin embargo, estamos rodeados de tantos problemas personales, que descubrimos con más detalle, se observa una realidad enferma.

Queremos que se sienta mejor, no hay problemas personales, sin conflictos, sin ansiedad, pero no podemos, porque hay una contradicción entre lo que queremos y lo que somos en realidad. Como hemos dicho el Dr. Alfred Adler, tienen un objetivo en la vida - de ganar la paz del corazón -, pero nuestra forma de vida, es decir, nuestro comportamiento no coincide con lo que queremos lograr.

De hecho no tenemos un ideal. Y para aquellos que no tienen un ideal en la vida, queda la sensación de pérdida, la soledad, miedo, ansiedad, etc ...

Si podemos trabajar en nosotros la cuestión de apego, la posesión, y sin embargo, nos convertimos en seres más comprensible para ellos mismos, tratando de comprender sus límites y por lo tanto la programación de su existencia de manera que anima a los momentos de crecimiento interior y la comprensión de que todos los la vida es y lo que queda a los valores materiales son los verdaderos logros de nuestro ser, por supuesto, esos momentos de apatía, tristeza, tormento interior, y la ansiedad.
 
FabricioMenezes
Psycologist
CRP 01/11.163

DEMISSÃO - REFLEXÃO PESSOAL - VERSAO INGLES

Resignation, some points to ponder.


I believe that the most delicate moment of the professional relationship is the time when the contractual ties already no longer able to support themselves. The reasons for this outcome are the most diverse possible, however, is always a significant moment.

As with the affective relationship, when things are no longer being supported, and the relationship no longer holds, the moment experienced at that moment always creates a sense of anguish. Especially when it hit this coexistence, with moments of anguish that are generated then.

Our social relations so far have to be mediated by the presence of contracts, agreements, rules, so that we are not harmed while employees and organizations, and not harming others, because we lack actual conditions to live fully the general recommendation that Master Jesus: love one another.

But returning to the rules for good living organization, if there is no longer serving our personal goals, or the organizational environment does not agree with what we think it should be, the better we hung up that contract. Therefore, it is always remember above all that building relationships is our goal in any environment, because we do not live alone.

Looking to give a psychological and emotional touch is worth recalling a point in the text published by Dr. Geraldo Ballone - Psychiatrist:

"The overall mental state with which the person presents and reflects their lives Affectivity. As the spectacle lenses, filters of Affection make the sun is seen more or less brightness, that life outlook optimistic or pessimistic, that the past is revived as a heavy burden, or simply reminding gently. Interfere well actually perceived by each one of us, more precisely, in the presentation that each person in the world, your world. "

With regard to the topic that is the difficulty we all have a good management of our emotions, attitudes of facts such that dismissal is the subject, remember that there are some more or less a year or two was aired in the media an employee to learn that American had been fired has become of extreme anger and simply because of a sharp anger killed his manager. In Brazil there have been a similar case.

For these attitudes the degree of irritability is the main symptom of Explosive Personality Disorder, as quoted by Dr. Geraldo Ballone. He claims that the degree of emotional reactivity is such a high emotional tension and so high that the individual enters a kind of short circuit. He calls these reactions angry or angry outbursts that endanger the lives of people in the environment and the integrity of the property.

Explains Dr. Geraldo Ballone that these individuals hear a word out, and before he has understood its true sense, react explosively, or responding to insults with violence.

Therefore, it is a difficult process for some of us we approach satisfactorily this time of organizational separation. The hardest thing is to feel useless, and despised by those who are their direct managers, these situations are the impressions and perceptions of who is leaving.

The problems and difficulties should always be clear in our mind. As an organizing company requires a careful study to constitute it, to check the pros and cons of its implementation, the more lucid we are in relation to this matter, which is to resign, and if it is hopeless to be avoided can undoubtedly provide ourselves a peace that will be needed after the shutdown, because, aggression and resentment, hurt, will not resolve this context.

If the resignation happen effectively search record their impressions in an appropriate manner during the interview shutdown, because this company has serious item in their HR processes to be taken as a parameter for possible internal improvements. Another issue to be addressed is to remember that every organization should follow strictly the time to effect the shutdown which is the address that is determined by Law no. 7855 of 24.10.89 that made a change in the CLT in Article 477:

The payment of installments in the instrument of termination or receipt of discharge should be made within:

• a) until the first working day after the end of the contract, or

• b) until the tenth day following the date of notification of dismissal, when the absence of notice, the same compensation or waiver of compliance.

With the completion of the shutdown process, schedule to search manage as best as possible the coming months, if they can continue to study and / or updates search professionals do it. What about the family stay strong and program yourself to new experiences.

Fabricio Menezes
Psychologist
CRP 01/11.163

DEMISSÃO - REFLEXÃO PESSOAL

Demissão, alguns pontos para refletir.


Acredito que o momento mais delicado da relação profissional é o momento em os laços contratuais já não tem mais condições para se sustentarem. Os motivos para esse desenlace são os mais diversos possíveis, porém, sempre é um momento significativo.

Assim como no relacionamento afetivo, quando as coisas já não estão mais sendo suportadas e, a relação já não se sustenta, o momento vivenciado naquele instante gera sempre um sentimento de angústia. Ainda mais quando é atropelada essa convivência, com isso momentos de angustia são gerados então.

As nossas relações sociais até o momento têm de ser intermediadas pela presença de contratos, acordos, regras, afim de que não sejamos prejudicados enquanto colaboradores e organizações e, nem prejudiquemos os outros, pois, nos faltam condições reais para vivermos plenamente aquela recomendação do grande mestre JESUS: amai-vos uns aos outros.

Mas retomando as regras estabelecidas para uma boa convivência organizacional, se a lá já não está atendendo aos nossos objetivos pessoais, ou o ambiente organizacional não está de acordo com aquilo que achamos que deveria ser, melhor será nos desligarmos desse contrato. Para tanto é sempre lembrar antes de tudo que construir relações é a nossa meta em qualquer ambiente, pois, não vivemos isolados.

Procurando dar um toque psicológico e emocional vale a pena relembrar um ponto do texto publicado pelo Dr. Geraldo Ballone – Psiquiatra:

“O estado psíquico global com que a pessoa se apresenta e vive reflete a sua Afetividade. Tal como as lentes dos óculos, os filtros da Afetividade fazem com que o sol seja percebido com maior ou menor brilho, que a vida tenha perspectivas otimistas ou pessimistas, que o passado seja revivido como um fardo pesado ou, simplesmente, lembrando com suavidade. Interfere assim na realidade percebida por cada um de nós, mais precisamente, na apresentação que cada pessoa do mundo, de seu mundo”.

No tocante ao tema em questão que é a dificuldade que todos nós temos de bem administrarmos as nossas emoções, atitudes diante de fatos dessa natureza que é o tema demissão, lembro que há cerca de mais ou menos um ou dois anos foi veiculado na mídia que um empregado americano ao saber que fora demitido tomou-se de extrema cólera e, simplesmente, por conta de uma raiva acentuada matou o seu gestor. No Brasil já houve um caso semelhante.

Para essas atitudes o grau de irritabilidade é o sintoma principal do Transtorno Explosivo da Personalidade, conforme citado pelo Dr. Geraldo Ballone. Afirma ele que o grau de reatividade emocional é tal alto e a tensão afetiva tão alta que o individuo entra num tipo de curto-circuito. Ele os chama, estas reações de paroxismos coléricos ou furiosos que põem em perigo a vida de pessoas do ambiente e a integridade da propriedade.

Esclarece o Dr. Geraldo Ballone que esses indivíduos ouvem uma palavra qualquer e, antes que tenha compreendido o seu verdadeiro sentido, reagem de maneira explosiva, respondendo com insultos ou com atos de violência.

Portanto, é um processo difícil para alguns de nós encararmos de modo satisfatório esse momento da separação organizacional. O mais difícil é sentir-se sem utilidade, desprezado por aqueles que são os seus gestores diretos, situações essas que são as impressões e percepções de quem está saindo.

Os problemas e as dificuldades devem estar sempre claros em nossa mente. Assim como organizar uma empresa exige um estudo acurado para constituí-la, para se verificar os prós e contras de sua implantação, quanto mais lúcidos formos com relação a esta questão, que são a demissão, e se ela não tem mais jeito de ser evitada poderemos sem sombra de dúvidas proporcionarem a nós mesmos uma tranqüilidade que será necessária para o depois do desligamento, pois, agressividade e ressentimento, magoam, não resolverá esse contexto.

Se a demissão acontecer efetivamente, procure registrar as suas impressões de modo adequado no momento da entrevista de desligamento, pois, empresa séria tem este item nos seus processos de RH para tomar como parâmetro para possíveis melhorias internas. Outro ponto a ser analisado é lembrar que toda organização deverá seguir a risca os prazos para se efetivar o desligamento quais sejam atender o que está determinado na Lei nº. 7.855, de 24.10.89 que fez uma alteração na CLT em seu artigo 477:

O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos:

• a) até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato; ou

• b) até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento.

Concretizado o processo do desligamento, agende-se, procure administrar da melhor forma possível os próximos meses, se puderem dar continuidade aos estudos e/ou atualizações profissionais procure faze-lo. E quanto a família mantenha-se firme e programe-se para novas experiências.

Fabricio Menezes
Psicólogo
CRP 01/11.163

Psychologists Without Borders

Friends,


It is always rescuing social actions that contribute to the welfare of individuals. I think it important to disclose this information because if they can also contact professional psychology from other countries to add experiences and exchange information is very important.

The following was presented by Prof. Rosane Neves and Students. To read the document just click on the title above, ok?
I will utilize the information.

Psychologists Without Borders

Natural disasters and wars cause much damage to people, and great sources of stress. This is because in such situations, society is destabilized, there is, in most cases, economic losses and health, with imminent risk of death. The psychological damage, which are often neglected, can be very serious. With this in view, the actions of organizations like Psychologists Without Borders may be relevant.

In April 2005, the movement Psychologists Without Borders has launched the first Congress of the Latin American Psychology - ULAPSI, offspring of Latin American entities of psychology with the Federal Council of Psychologists (CFP). His goal was to organize the provision of psychological services in post-disaster, initially in Latin America. In August of that year, had a site of movement in construction. (www.pol.com.br)

However, currently, there is no continuity in Brazil, the project Psychologists Without Borders, or by the Regional Council, or by the Federal Council of Psychology. Regarding Congress ULAPSI this year (2007), which is closest to the subject is one of the thematic lines: Psychology and Natural Disasters. However, it is unclear whether the movement is at stake. (www.ulapsi.org)

In the U.S., there is such an entity entitled Psychology Without Borders (www.pwob.org), which states international, nonpartisan and nonprofit. It was created in 2005 in Austin, in order to help combat the fear and terror in the populations affected by terrorism, armed conflict or natural disasters. It thus tries to devise strategies for mental health by mobilizing teams, promoting research and educational programs and partnerships with medical staff and mental health of affected communities in order to offer the mental health practices considered by them as "best."

In France, there was the aide psychologique sans Frontières (www.sfpsy.org) - State-Psychological Without Borders, an association created in 1999 and consists of an international team (almost all Western). Initially, the goal was to address the areas not served by cells called psychological help rescue those in the cities of France. Subsequently, Canada, Belgium and Switzerland have set up branches of the same agency, which today are designed to intervene by offering psychological help and relationship to people or groups who face situations of natural or accidental. To this end, develop actions together with the local human resources (including incorporating their practices psi) and employ strategies to help immediately, but for the maintenance of the body of prolonged psychological aid. The ethics of the entity does not involve attempts to transpose a Western psychological knowledge to the sites affected (such as Tajikistan and Afghanistan).

The NGO Psychologists Sin Fronteras (www.psicologossinfronteras.net), Spain, was established in the mid 90s in the Basque Country, in order to provide psychological and psychosocial assistance to populations affected by disasters, situations of social crisis or war, without any discrimination ethnic, political, philosophical, gender or religion. Soon, other organizations with similar goals were added to this project Basque (Spain: Madrid, Asturias, Albacete, Valencia and Navarra, in Argentina: San Luis, Santa Fe, Cordoba and Mendoza). All of them are now working together and ethical standards in common: the universality of human rights, the historicity criticism, the intolerance of the intolerant and the ethical and political responsibility.

References
Website: http://www.pol.com.br/
Website: http://www.psicologossinfronteras.net/
Website: http://www.pwob.org/
Website: http://www.sfpsy.org/
Website: http://www.ulapsi.org/

Roudinesco, E. and Plon, M. Dictionary of Psychoanalysis. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.

PSICOLOGOS SEM FRONTEIRAS

Amigos,

É sempre resgatar ações sociais que contribuem para o bem-estar dos individuos. Julgo importante divulgar essa informação, pois, se puderem também manter contato com profissionais de psicologia de outros paises para acrescentar experiencias e trocar informações é muito importante.

O texto abaixo foi apresentado pela Prof Rosane Neves e Alunas. Para ler o original basta clicar no titulo acima, ok?

Espero que aproveitem bem a informação.

Psicólogos Sem Fronteiras
Os desastres naturais e as guerras provocam muitos danos às populações, sendo grandes fontes de estresse. Isso porque, em tais situações, a sociedade fica desestabilizada, havendo, na maioria das vezes, prejuízos econômicos e à saúde, com iminente risco de morte. Os danos psicológicos, que muitas vezes são negligenciados, podem ser muito graves. Tendo isso em vista, a ação de organizações do tipo Psicólogos Sem Fronteiras pode ser pertinente.

Em abril de 2005, o movimento Psicólogos Sem Fronteiras foi lançado no I Congresso da União Latino-americana de Psicologia – Ulapsi, fruto da união de entidades latino-americanas de psicologia com o Conselho Federal de Psicologia (CFP). Seu objetivo era organizar a prestação de serviços de psicologia em situações de pós-desastre, inicialmente na América Latina. Em agosto desse mesmo ano, já havia um site do movimento em construção. (www.pol.com.br)

No entanto, atualmente, não há nenhuma continuidade, no Brasil, do projeto Psicólogos Sem Fronteiras; nem por parte do Conselho Regional, nem por parte do Conselho Federal de Psicologia. Em relação ao congresso da ULAPSI desse ano (2007), o que mais se aproxima do assunto é uma das linhas temáticas: Psicologia e Desastres Naturais. Porém, não está claro se o movimento estará em pauta. (www.ulapsi.org)

Nos EUA, há uma entidade desse tipo, intitulada Psychology Without Borders (www.pwob.org), que se declara internacional, apartidária e sem fins lucrativos. Foi criada em 2005 na cidade de Austin, com o objetivo de ajudar a combater o medo e o terror nas populações atingidas por terrorismo, conflitos armados ou desastres naturais. Para isso, busca elaborar estratégias de saúde mental, mobilizando equipes, fomentando pesquisas e programas educacionais e estabelecendo parcerias com equipes médicas e de saúde mental das comunidades atingidas, visando oferecer as práticas de saúde mental tidas por eles como “melhores”.

Na França, surgiu a Aide Psychologique sans Frontières (www.sfpsy.org) - Auxílio Psicológico Sem Fronteiras-,associação criada em 1999 e constituída por uma equipe internacional (quase toda ocidental). Inicialmente, o objetivo era suprir as áreas não atendidas pelas chamadas células de ajuda psicológica de emergência que existem nas cidades francesas. Posteriormente, Canadá, Bélgica e Suíça criaram sucursais dessa mesma agência, que hoje têm por objetivo intervir oferecendo auxílio psicológico e relacional às pessoas e/ou grupos vítimas de situações de catástrofes naturais ou acidentais. Para isso, desenvolvem ações em conjunto com os recursos humanos locais (inclusive incorporando suas práticas psi) e empregam estratégias de ajuda imediata, porém visando a manutenção de corpo de auxílio psicológico prolongado. A ética da entidade não envolve tentativas de transposição de um saber psicológico ocidental aos locais atingidos (como o Tadjiquistão e o Afeganistão).

A ONG Psicologos Sin Fronteras (www.psicologossinfronteras.net), da Espanha, foi criada em meados dos anos 90 no País Basco, visando proporcionar assistência psicológica e psicossocial a populações atingidas por cataclismos, situações de crise social ou de guerra, sem nenhuma discriminação étnica, política, filosófica, de gênero ou religiosa. Logo, outras organizações com objetivos similares somaram-se a este projeto basco (na Espanha: Madri, Astúrias, Albacete, Valência e Navarra; na Argentina: San Luis, Santa Fé, Córdoba e Mendoza). Todas elas estão hoje trabalhando juntas e sob parâmetros éticos comuns: a universalidade dos direitos humanos, a historicidade crítica, a intolerância para com os intolerantes e a responsabilidade ética e política.

Referências
Sítio na web: http://www.pol.com.br/
Sítio na web: http://www.psicologossinfronteras.net/
Sítio na web: http://www.pwob.org/
Sítio na web: http://www.sfpsy.org/
Sítio na web: http://www.ulapsi.org/

Roudinesco, E. e Plon, M. Dicionário de Psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

GINASTICA LABORAL - Gera Hora Extra

SUPRESSÃO DE INTERVALO PARA GINÁSTICA LABORAL GERA HORA EXTRA

Fonte: TRT/MG - 16/10/2009 - Adaptado pelo Guia Trabalhista

A 6a Turma do TRT-MG, acompanhado o voto da juíza convocada Maria Cristina Diniz Caixeta, manteve a condenação de uma empresa a pagar à trabalhadora 30 minutos extras mensais, pela supressão do intervalo de dez minutos diários para ginástica laboral, três vezes no mês.

A reclamada alegava que o intervalo de dez minutos diários para a prática da ginástica laboral era concedido dentro das seis horas habituais, não havendo extrapolação de jornada. Dessa forma, o período já era remunerado. Além disso, por se tratar de pausa concedida por liberalidade, eventual supressão não poderia ser cobrada como hora extra.

Mas, no entender da relatora, o intervalo para ginástica, instituído pela empregadora, é benefício que se integra ao contrato de trabalho e, se não observado regularmente, caracteriza, sim, jornada extraordinária. No caso, foi demonstrado pela prova testemunhal que a reclamante usufruía habitualmente a pausa para ginástica, mas, nos dias de maior movimento, o intervalo era suspenso.

Tendo em vista as declarações das testemunhas e da reclamante, no sentido de que a ginástica era suspensa, em média, três vezes por mês, a relatora manteve a condenação. (RO nº 00380-2009-011-03-00-6).

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Todo chefe tem de ser um bruto?


Fonte: Revista Epoca - Edição 469

Novos estudos explicam os mecanismos que favorecem os narcisistas, stúpidos e idiotas na escalada profissional dentro das empresas. E mostram que o líder mais apto a subir na empresa raramente é o mais eficiente
Steve Fishman, da New York, e Mauro Silveira


Os psicólogos em geral têm pouca paciência com esse tema. “De onde eles tiram isso?”, pergunta Robert Hogan. Para os psicólogos, a personalidade é uma combinação de cinco conjuntos de traços: abertura, consciência, extroversão, amabi-lidade, neurose. Pesquisadores encontraram uma correlação moderada entre cada um dos cinco traços e a eficiência do chefe. Mas, quando os traços foram amalgamados em um tipo de perfil, sua relação com a eficiência provou ser mais forte que a inteligência, uma qualidade que todo chefe supostamente deve ter.
A sua própria maneira, os psicólogos organizacionais também têm crenças esotéricas. Eles consideram abertura o traço de personalidade mais importante. Alguém aberto está pronto para aceitar novas experiências, novas idéias, novas pessoas. Ele não é dogmático. Gosta de diversidade. Ele não é um mestre de tarefas viciado na rotina que berra ordens hierarquia abaixo. Organizações mudam rapidamente hoje em dia. Supostamente, elas devem ser ágeis, e os chefes também.
A pessoa conscienciosa é pontual, cumpre prazos, tem uma boa ética de trabalho. É um traço mais relevante para quem está subindo, menos crucial para quem está no topo. A pessoa amável gosta de todo mundo e gosta de ser amada. É um excelente traço para um membro da equipe, não muito para o chefe. Na realidade, a liderança eficaz se correlaciona com uma baixa amabilidade. A psicóloga Sofia Esteves, sócia-diretora da DM Recursos Humanos, diz que carregar a marca de bonzinho torna o crescimento profissional mais difícil. “Não digo que não há possibilidade de uma pessoa tida como boazinha chegar a uma posição de chefia, mas ela certamente terá de trabalhar dobrado para garantir o resultado e contar com a ade-são das pessoas.” Alguém com elevado nível de neurose é um alarmista nato. Ele é nervoso e dado à ansiedade.
Quando a questão é se uma personalidade é boa ou má, simpática ou ruim, o psicólogo organizacional é agnóstico. Em certas circunstâncias, você pode querer um chefe neurótico. “Nossas pesquisas demonstram que os neuróticos são emocionalmente expressivos”, diz Adler. “Eles são honestos e têm senso de urgência. Às vezes isso é exagerado, o que cria ansiedade desnecessária, mas outras vezes ela tem um lugar.”
Adler e seus colegas às vezes observam as nuanças das diferentes personalidades ao colocar uma dezena de pesso-as numa sala de conferências e dar-lhes uma hora para realizar alguma tarefa. Aí pedem que o grupo vote em um líder. O exercício reflete a maneira como muitas vezes se escolhem os chefes.
Nenhum estudo concluiu que carisma e desempenho andam juntos. A única coisa com que o carisma anda junto é o salário
Em sua forma mais pura, o intuito é observar como o grupo interage quando não existe uma estrutura. Muitas vezes você encontra os cinco perfis representados. Existe pelo menos uma personalidade amável. Essa pessoa pode ter as melhores idéias, mas as apresenta de maneira educada, até humilde. Existe o neurótico olhando para o relógio. Ele é o tipo emotivo que eleva a voz. Existe um empreendedor (um elemento de consciência). Ele está cheio de idéias e determinado a encontrar o melhor resultado. Pode haver um obsessivo, tomando nota de tudo, garantindo que todos se atenham ao tópico. Invaria-velmente uma figura de líder emerge dessa miscelânea, muitas vezes o mesmo tipo de pessoa. Os pesquisadores o chamam de “líder emergente”, que é diferente do “líder eficiente”. O líder emergente parece ser o melhor chefe e, na maioria das vezes, ganha o cargo. Mas será um chefe eficiente?
Pesquisas como essa raramente fornecem informações sobre a eficiência. Elas só mostram o que uma pessoa precisa fazer para ser percebida como líder. Fica claro que as pessoas, inclusive as que cuidam da contratação, selecionam chefes com base naquilo que elas pensam que chefes devem ser. Hogan destaca o fato de que “gerentes raramente são promovidos com base em seus talentos para a liderança”.
O desafio é ir além do grupo de liderança e separar o líder emergente do eficiente; o arrivista bem-sucedido do bom chefe. A dificuldade é que existe pouca coincidência entre o grande arrivista e o grande líder – 10% é tudo o que se constatou. O narcisista inevitavelmente tem um bom desempenho na experiência da sala de conferência, em parte porque consegue agir como se já fosse o chefe. Em grupos de liderança (como em festas de jantar) ele é um perito. O líder emergente pode não dar nenhum valor à opinião das pessoas. Mas parece escutar e se importar.
Talvez a característica mais marcante do líder emergente seja que ele parece carismático. As pessoas adoram carisma, a sensação de que alguma coisa está viva, engajada. Freud provavelmente foi o primeiro a destacar que o narcisista é “o tipo de pessoa que nos impressiona como uma personalidade”. Nós não apenas queremos que nosso chefe goste de nós, queremos gostar dele. Nesse aspecto, carisma é como um pó mágico. Assim, a pessoa com os instintos narcisistas, com comando pessoal e uma capacidade de encher uma sala (especialmente uma sem líder) recebe o tapinha nas costas. E aí começa a calamidade.
Tristemente, uma vez que se torna chefe, o narcisista com freqüência vê o cargo como um degrau para o próximo posto. Arrivistas nem sequer fazem o mesmo trabalho que o gerente eficiente. O carisma pode ser um recurso, um bem, para o arrivista, mas ele não ajuda necessariamente o gerente. “Quatro estudos especializados examinaram o carisma”, diz Robert Kaiser, co-autor, com Hogan, de The Versatile Leader (O Líder Versátil). “Nem um único concluiu que carisma e desempenho andam juntos. A única coisa com a qual o carisma se correlaciona é o salário.”
A promessa dos novos psicólogos empresariais é que eles podem fazer algo a respeito da pessoa absorvida em si antes que ela chegue ao topo. Personalidades não mudam, eles sabem; portanto, é melhor eliminar aqueles que você não quer antes que eles dêem o bote. Para isso utilizam os testes. “Nós determinamos qual é seu estilo preferido”, diz Adler. “Não podemos mudá-lo. Mas podemos medi-lo.”
Empresas buscam personalidades diferentes, mas não há muitas em busca do narcisista radical e consumado. (E cuidado: não existe colega mais tóxico que um narcisista frustrado, com sua fúria e senso de vitimização.)

FAP - VEJA O INDICE FAP DE SUA EMPRESA

O Decreto 6.042/2007 instituiu a aplicação, acompanhamento e avaliação do Fator Acidentário de Prevenção - FAP e do Nexo Técnico Epidemiológico, através da inclusão do artigo 202-A no Regulamento da Previdência Social.
O objetivo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) é incentivar a melhoria das condições de trabalho e da saúde do trabalhador estimulando as empresas a implementarem políticas mais efetivas de saúde e segurança no trabalho para reduzir a acidentalidade.
O FAP juntamente com as respectivas ordens de freqüência, gravidade, custo e demais elementos que possibilitem a verificação, por parte da empresa, do seu respectivo desempenho dentro da sua SubClasse da CNAE, bem como a legislação correlata e dúvidas freqüentes foi disponibilizada a partir do sítio do Ministério da Previdência Social – MPS.
A proteção acidentária é determinada pela Constituição Federal como a ação integrada de Seguridade Social dos Ministérios da Previdência Social - MPS, Trabalho e Emprego - MTE e Saúde - MS.
O valor social do trabalho é estabelecido sobre pilares estruturados em garantias sociais tais como o direito à saúde, à segurança, à previdência social e ao trabalho, decorrentes do art. 1º da Constituição Federal.
O direito social ao trabalho seguro e a obrigação do empregador pelo custeio do seguro de acidente do trabalho também estão inscritas no art. 7º da CF/88.
Consulta pela Internet

O Ministério da Previdência Social publicará anualmente, sempre no mesmo mês, os índices de freqüência, gravidade e custo, por atividade econômica, e disponibilizará, na Internet, o FAP por empresa, com as informações que possibilitem a esta verificar a correção dos dados utilizados na apuração do seu desempenho.
Para o cálculo anual do FAP, serão utilizados sempre os dados de dois anos imediatamente anteriores ao ano de processamento. Excepcionalmente, o primeiro processamento do FAP (2009) utilizou os dados de 1º de abril de 2007 aos 31 de dezembro de 2008.
Para as empresas constituídas após janeiro de 2007, o FAP será calculado no ano seguinte ao que completar dois anos de constituição.
O acesso às informações está disponível no sítio do
Ministério da Previdência Social e também da Receita Federal do Brasil.
É importante frisar que o empregador deverá se utilizar de uma senha para acesso a estas informações. Esta senha é a mesma que as empresas se utilizam junto à Receita Federal do Brasil para aos demais tributos.
Fonte: Guia Trabalhista

Depressão e Transtorno Bipolar

I. Depressão e transtorno bipolar
Depressão

A depressão é um dos transtornos mentais mais comuns e acomete cerca de 10% dos brasileiros. Os sintomas mais freqüentes deste transtorno são uma sensação de tristeza constante e a perda do prazer na realização de atividades que antes eram prazerosas. Estes sintomas habitualmente são acompanhados por outras manifestações, como alterações no apetite (uma grande redução do apetite ou aumento do apetite, causando grandes variações no peso do paciente em pouco tempo), insônia ou sonolência exagerada, perda de energia e dificuldade para realizar tarefas cotidianas, dificuldades para pensar e tomar decisões, sentimentos de impotência ou culpa e, em casos mais graves, pensamentos sobre suicídio e tentativas de suicídio.
A depressão pode surgir em qualquer idade, da infância à velhice, porém é mais freqüente que o primeiro episódio aconteça no decorrer da terceira década de vida (entre os 20 e os 30 anos de idade) ou por volta dos 60 anos de idade. A maior parte dos pacientes apresenta apenas um episódio de depressão e, uma vez instituído o tratamento adequado, apresenta remissão completa dos sintomas.
Algumas pessoas podem apresentar um segundo episódio depressivo em
um período de meses a anos após a melhora dos sintomas e um contingente ainda menor apresentará diversos episódios ao longo da vida.

Nem todos os episódios de depressão envolvem riscos iminentes à vida, porém sempre causam, de alguma maneira prejuízos no funcionamento individual e nas relações familiares e profissionais dos indivíduos acometidos. A depressão é uma doença tão freqüente na população e tão devastadora que uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde mostrou que a depressão é a segunda maior causa de incapacidade no mundo, com as doenças cardiovasculares como as maiores causas de incapacidade.
Apesar de a tristeza ser um dos sintomas mais comuns de depressão e de pessoas tristes se descreverem como deprimidas, é importante diferenciar estes dois termos. A tristeza é um sentimento comum e que pode acometer qualquer pessoa que perca um ente querido, que termine um relacionamento ou que tenha um projeto pessoal frustrado. Este sentimento, entretanto, é passageiro e costuma se abrandar com o tempo. A depressão pode acontecer com ou sem um evento estressante anterior e perdura por longos períodos, sendo necessárias, no mínimo, duas semanas de ocorrência contínua dos sintomas para que seja considerado este diagnóstico.
Diversos fatores estão são responsáveis pelo surgimento de um episódio de depressão, como alterações em neurotransmissores (substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre os neurônios – as células do cérebro), fatores genéticos, traços de personalidade e fatores ambientais.
O tratamento da depressão é feito de múltiplas formas. Em primeiro lugar, é necessário estabelecer o diagnóstico correto através de um exame médico, pois muitas doenças, como o hipotireoidismo, podem causar sintomas semelhantes ao da depressão, embora tenham tratamento completamente diverso.
Uma vez feito o diagnóstico, o tratamento será feito com o uso de medicamentos e/ou psicoterapia. Episódios de depressão leve podem ser tratados apenas com psicoterapia, ou com o uso de medicamentos, ou uma combinação das duas abordagens (estudos atuais mostram que a combinação das duas formas de tratamento promove mais benefícios que cada forma isoladamente). Episódios moderados ou graves são tratados obrigatoriamente com o uso de medicamentos, podendo ser complementados com psicoterapia. Habitualmente são utilizados medicamentos conhecidos como antidepressivos, que existem em diversas formas, combinados com medicamentos para reduzir a ansiedade e auxiliar o paciente a conciliar o sono quando necessário. Normalmente, o tratamento começa a surtir efeito em um período entre uma e três semanas após o início do uso da medicação. O tratamento deve ser mantido por alguns meses após a remissão completa dos sintomas para assegurar que o paciente não tenha uma recaída. A maior parte dos pacientes obtém uma melhora duradoura com a manutenção do tratamento por cerca de seis meses após a remissão dos sintomas em um primeiro episódio. A depressão recorrente necessita de tratamento mais prolongado, que pode atingir dois, cinco ou vários anos.
Algumas vezes, os sintomas são tão graves que levam o paciente a não querer comer, beber qualquer tipo de líquido, pensar em matar-se ou mesmo a tentar cometer o suicídio. Nestes casos, o tratamento habitualmente é iniciado com o paciente internado, para que sua vida possa ser protegida em um ambiente adequado.
Quando os sintomas são muito graves, como, por exemplo, com tentativas de suicídio, quando uma resposta rápida ao tratamento é necessária ou quando os efeitos colaterais dos medicamentos podem ser danosos, a eletroconvulsoterapia é uma forma de tratamento segura e eficaz, que pode proporcionar a melhora dos sintomas em pouco tempo.

Fonte: ABP - Associação Brasileira de Psiquiatria.

O que faz o PSICÓLOGO, PSICANALISTA, PSICOTERAPEUTA, ENFERMEIRO

PSICÓLOGO
Com formação no curso de Psicologia, da área de humanas, o psicólogo pode se especializar na aplicação de terapias úteis para os portadores de transtornos mentais. Assim, é um agente importante para o tratamento multidisciplinar,recomendado no atendimento de saúde mental.
Entretanto, por não possuir formação e conhecimento médico, o psicólogonão pode prescrever remédios nem realizar outros procedimentos médicos que colaboram para a melhora do quadro clínico de pacientes que deles necessitam.
Para esse tipo de atuação, é essencial a presença de um médico, de
preferência um especialista.
PSICOTERAPEUTA
Em geral, o psicoterapeuta é um profissional da psiquiatria ou da psicologia que se especializa na aplicação de terapias não-medicamentosas. Em geral, o uso da psicoterapia aumenta a eficiência do tratamento.
Existem modalidades de psicoterapia, que podem ser utilizadas de acordo com as características de cada paciente e transtorno. As mais comuns são a cognitivo-comportamental, analítica, a familiar, o psicodrama, e a psicanálise.

PSICANALISTA
A psicanálise é uma das modalidades possíveis de psicoterapia. Desenvolvida inicialmente pelo médico austríaco Sigmund Freud, a psicanálise busca compreender as causas dos distúrbios mentais através da investigação do inconsciente do ser humano.
Para isso, o psicanalista se dispõe a ouvir o paciente e, dessa forma, busca ajudá-lo a entender os motivos das inquietações e dificuldades que enfrenta.
---
TERAPEUTA OCUPACIONAL
Na concepção de tratamento multidisciplinar indicado para a maioria dos transtornos mentais, a terapia ocupacional é uma das disciplinas da saúde que auxiliam na recuperação destes pacientes. O terapeuta ocupacional trata de pessoas com diminuição, déficit ou incapacidade física ou mental, temporária ou permanente. Trata-se de um profissional de saúde qualificado, que envolve o paciente em atividades destinadas a promover o restabelecimento e o máximo uso de suas funções com o propósito de ajudá-lo a fazer frente às demandas de seu ambiente de trabalho, social, pessoal e doméstico e a participar da vida em seu mais pleno sentido.
ENFERMEIROS
No atendimento em saúde mental, o papel dos enfermeiros também é importante.
Especialmente em locais destinados ao tratamento de transtornos mais
graves e incapacitantes, é necessária a presença de profissionais habilitados e capacitados para lidar com as características específicas desses pacientes.
Nessas instituições, é imprescindível a presença de uma equipe completa para garantir um tratamento minimamente eficaz.
Fonte: ABP - Associação Brasileira de Psiquiatria

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Consulta por e-mail - do blogger:

"meu esposo ficou encostado pelo sus por muito tempo +-quatro anos,segundo o rh da empresa durante este periodo nao foi recolhido fgts e inss,em caso de demissao quais sao os dereitos dele,gostaria de
saber.janedapalhada@gmail.com "
Considerando que o e-mail não está correto tomo a liberdade de expressar a minha opinião acerca dessa solicitação:

Do ponto de vista legal, considerando o tempo de afastamento o seu esposo perde o direito às todas as férias, pois,
- conforme prevê a legislação da previdencia social "quem fica afastado mais de 06(seis) meses continuo ou de forma alternada perde direito as férias".
- referente ao FGTS o procedimento é este mesmo, somente nos casos de afastamento no código 91( Auxilio Acidentário ) a empresa deve recolher automaticamente o valor de FGTS mensalmente na folha de pagamento.
- quanto a rescisão é bom ter cuidado, pois, não se pode simplesmente demiti-lo. Se não cabe mais recurso para que este fique pela previdencia social conforme prevista na CARTA DE CONCESSÃO registrado pelo INSS ainda que retorne a empresa (a vaga deste deve ser preservada) o gestor de RH deverá inicialmente encaminha-lo para o médico do trabalho da empresa para avaliação por conta do RETORNO AO TRABALHO por motivo de doença. Somente este profissional é quem irá dizer/definir se este pode ou não ser demitido ou retornar ao setor de trabalho.
- Em último caso verifique junto a DRT de seu municipio outras questões pertinentes.
- Para o caso de achar que tem direito em permanecer em gozo de auxilio doenca ou acidente e o INSS não querer mais prorrogar o prazo recomendo-lhe procurar a DEFENSORIA PUBLICA DA UNIAO e mover uma ação contra o INSS...não há nenhum custo para o reclamante...ok
Espero te-la ajudado.
Grande Abraço e Obrigado pelo acesso ao meu BLOGG.

SEGURO DESEMPREGO - PARCELAS A SEREM PAGAS

Bom dia!
Em resposta a um questionamento por e-mail registro abaixo as seguintes informações que refere-se ao PAGAMENTO das PARCELAS do Seguro Desemprego:

"o Ministério do Trabalho anunciou que haverá reajuste no seguro-desemprego em 2009. A mudança foi publicada em Diário Oficial na última segunda-feira (2), mas já anima milhões de trabalhadores que usufruem do benefício.
O novo valor do seguro-desemprego terá como base de cálculo a faixa salarial dos trabalhadores. Desta forma, o valor mí­nimo do auxí­lio ao desempregado passou para R$ 465,00 e o máximo, para R$ 870,01.
Vale ressaltar que todas as parcelas pagas a partir do dia 1º de fevereiro seguirão esses parâmetros, independentemente da data em que o trabalhador fez o seu pedido.
O salário-desemprego é pago aos trabalhadores que comprovem no mí­nimo 6 meses de ví­nculo empregatício. Caso ele tenha sido empregado durante 6 a 11 meses nos últimos 30, tem direito a 3 parcelas. Quem comprovar ter trabalhado entre 12 e 23 meses nos últimos 36 recebe 4 parcelas. Aquele que ficou empregado durante 24 meses nos últimos 36 tem direito a 5 parcelas.
Confira os novos valores da tabela de pagamentos do seguro-desemprego 2009:
O trabalhador que ganhou na média até R$ 767,60 receberá 80% de seu salário médio.
O trabalhador que recebeu um salário médio entre R$ 767,71 e R$ 1.279,46 receberá 50% do montante do salário médio que exceder os R$ 767,60, acrescido de um valor fixo de R$ 614,08.
O trabalhador que recebeu um salário médio maior que R$ 1.279,46 recebe R$ 870,01.
Grande Abraço,

sábado, 10 de outubro de 2009


Recebi este Folder sobre o II SIMPOSIO INTERNACIONAL sobre o ACOMPANHAMENTO TERAPEUTICO(AT). Os que puderem participar aproveitem, pois, conhecer é sempre bem vindo.

FERIADO - BOM PARA RELAXAR E TRABALHAR


CHEGOU O FERIADO!
Amigos, desejo a todos um bom final de semana e um ótimo feriado.
Para os que trabalham nesse periodo...ficar sem Stress é o mais importante.
Para quem está viajando recomendo o restaurante RASCAL: http://www.rascal.com.br/ o endereço em São Paulo: Alameda Santos, 870 - Fone: 11-3141-0692. A partir deste contato voce pode obter os outros endereços.
Vi a reportagem do empreendedor que criou este restaurante e está de parabéns! Equipe bem organizada, consciente da importancia do papel de cada um.
Aproveitem!
FabricioMenezes
Psicologo e Supervisor RH

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

CANAL RH - Muito bom!

Amigos,

Quero recomendar o site CANALRH que está muito bem estruturado, inclusive, contendo as orientações gerais sobre como elaborar um Video-Curriculum. Para acessa-lo voce precisa apenas cadastrar-se gratuitamente. Eu gostei e recomendo.
Eis o Link abaixo. Se quiser basta clicar no titulo dessa materia e voce também ser vinculado ao link de imediato.
http://www.canalrh.com.br/videoCV/default.asp
Abraços,