terça-feira, 22 de maio de 2012

CONHECER EQUIPE DE TRABALHO


Você conhece a sua equipe?

Independente da posição que você ocupe na sua equipe é fundamental que conheça os seus membros. Mas por que devo conhecer os membros da minha equipe? Para utilizar a estratégia certa para cada pessoa, obtendo assim os melhores resultados.
Mas como posso conhecer melhor a minha equipe? Observando, enxergando e escutando mais as pessoas. As necessidades e os desejos são individuais, ou seja, o que motiva um pode desmotivar outros. Existem colaboradores que precisam ser mais cobrados, enquanto outros, nem tanto. Comparo os membros de uma equipe aos filhos. Cada um requer uma estratégia certa para educá-los.
Decisões corretas sobre pessoas exigem conhecimentos de suas individualidades e de como as habilidades de cada um podem ser reconhecidas e utilizadas da melhor maneira.
O ser humano deve ser visto e valorizado. Sem dúvida, algumas das maiores necessidades da natureza humana são: sentir-se importante, ser reconhecido e ser valorizado. Infelizmente, ainda existem muitos discursos e poucas ações práticas em relação à valorização das pessoas. Sem a participação, o diálogo, o reconhecimento e o estímulo às pessoas, dificilmente conseguirá obter uma melhoria significativa na qualidade de vida no trabalho e, conseqüentemente, um aumento significativo da produtividade. Estudos revelam que o bom relacionamento é mais importante para a retenção de pessoas talentosas do que as políticas amplas da empresa, tais como salários e regalias.
As pessoas também precisam saber o que esperamos delas. Mas como fazer isso corretamente? Oferecendo feedback, ou melhor, dando retorno as pessoas de suas ações e seus comportamentos. O feedback é uma das técnicas mais poderosas de comunicação e uma ferramenta de crescimento e desenvolvimento humano. Através dele se estabelece um processo de compreensão e confiança em uma relação.
Mas para dar feedback correto é preciso entender as pessoas e a maneira como elas reagem a esse retorno, e ser capaz de fazer uma "leitura" das pessoas não é uma habilidade inata, mas algo que precisamos aprender e desenvolver.
Através do feedback encontramos pontos valiosos do outro, criamos uma abertura e construímos uma comunicação mais eficaz, tornando o diálogo mais agradável e leve, eliminando assim, algumas das principais causas de conflitos, tanto no ambiente profissional quanto pessoal. Infelizmente, poucos são habilidosos para dizer o que precisa ser dito sem magoar.
Por exemplo, um líder que não conhece a sua equipe adota sempre as mesmas estratégias para todos os membros da equipe, sendo isso muitas vezes uma das principais causas de desmotivação, descontentamento e conflitos. Fazer pessoas trabalharem é fácil, qualquer feitor de escravos sabe como. Porém, estimular a se conhecerem, aprimorando o que possuem de melhor (pontos fortes) e a desenvolver suas oportunidades de melhoria (pontos fracos), objetivando resultados coletivos, agregando valor a suas vidas pessoal e profissional, ou seja, ajudando a despertar o que cada um possui de melhor, é só para os verdadeiros líderes.

As pessoas numa equipe também devem ter consciência que além das palavras, existe um mundo infinito de nuances e prismas diferentes que geram energias ou estímulos que são percebidos e recebidos pelo outro, através dos qual a comunicação se processa. Um olhar, um tom de voz um pouco diferente, um franzir de cenho, um levantar de sobrancelhas, podem comunicar muito mais do que está contido em uma mensagem manifestada através das palavras.Agora é com você! Saber e não fazer é não saber.
Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Grupo_Equipe/Artigo/7806/voce-conhece-a-sua-equipe.html

STRESS E O PROFISSIONAL


10 sinais de um profissional estressado

Cada vez mais as pessoas se vêem impelidas a conviverem com a correria do dia a dia. Isso se evidencia não apenas no campo pessoal, como também no corporativo. Dentro das organizações, os profissionais convivem com um ritmo acelerado e um ambiente altamente competitivo e que leva a uma constante busca pela qualificação nos mais variados segmentos. O resultado: pessoas com sinais de estresse que, nem sempre, são perceptíveis e quando identificados estão em níveis elevados que podem comprometer a carreira do mais delicado e talentoso colaborador. Confira abaixo, alguns sinais claros do estresse que podem estar presentes em você, no seu colega de trabalho ou na sua equipe.
1 - Desânimo visível - Geralmente, o estresse quando se encontra em nível avançado leva as pessoas a um estado de desânimo constante. Lógico que há dias em que o indivíduo está mais cansado, devido a algum fator. No entanto, a constante falta de ânimo na vida de alguém sinaliza que algo não vai bem.
2 - Detesto o despertador - Há pessoas que quando acordam durante a semana e escutam o despertador sentem vontade de quebrá-lo, porque ele avisa que chegou a hora de levantar e ir para o trabalho. O fato de acordar cedo deixa muitas pessoas com preguiça. Mas quando se acorda com o sentimento de quem vai para local desagradável e que só vai proporcionar-lhe momentos de angústia, isso não é uma rotina saudável.
3 - A saúde pede socorro - O estresse tem levado muitas pessoas a sentirem reflexos diretos na própria saúde. Quando um profissional começa a apresentar sintomas constantes como enxaquecas, problemas no estômago, insônia, falta de apetite, entre outros, é hora de fazer de procurar um médico e fazer um check-up.
4 - Líder X Liderados - Quando é o líder que apresenta sinais claros de estresse, certamente sua equipe irá acompanhá-lo. Isso porque mesmo que tente não afetar sua performance, a liderança culminará transferindo para os demais profissionais os reflexos que o estresse lhe causa.
5 - Desempenho - Mesmo que o profissional tente dar o melhor de si, ultrapasse o horário do expediente para cumprir com suas responsabilidades, sua performance sofrerá uma queda, caso ele se encontre em um estado de estresse já avançado. O fato de não "dar conta do serviço" só o deixará angustiado e com o sentimento de que não é competente suficiente para atender às expectativas da organização.
6 - Não saio do lugar - Outro indicador que demonstra sinais de estresse no funcionário é quando ele demonstra comprometimento, realiza suas atividades com muito esforço e mesmo assim tem a sensação de que trabalhou, trabalhou, mas não "saiu do lugar". Tudo parece fugir ao seu controle e o que deveria ser prioridade, ele acaba deixando em segundo plano porque não consegue mais dar um norte às suas atividades.
7 - Autoestima - Geralmente, uma pessoa estressada sente sua autoestima "em baixa", afinal ela se encontra em estado de desequilíbrio no campo pessoal e profissional. Por essa razão, muitos necessitam buscar a ajuda dos profissionais da área de saúde, para que receba as orientações necessárias.
8 - Paciência zero - Existe um velho ditado popular que diz "De gota em gota, o copo transborda". Fazendo uma analogia com o profissional estressado, observa-se uma visível mudança de comportamento como, por exemplo, presença do mau humor que pode "explodir" a qualquer momento. Mesmo aquelas pessoas consideradas calmas, quando estressadas, podem apresentar momentos de tensão mesmo de situações consideradas irrelevantes.
9 - Conflitos com os colegas - Quando o estresse atinge o humor de um profissional, aumentam-se as chances de aumentarem os conflitos entre os membros de uma equipe. Logicamente, isso prejudica o clima e os demais profissionais embarcam, inconscientemente, no "leme" do fator estressante.
10 - Além da empresa - O estresse não fica restrito apenas ao ambiente organizacional. Quando o colaborador deixa o ambiente de trabalho e vai para sua casa, ele carrega consigo toda a bagagem do dia e terminar por "descarregar" sua tensão nos membros da sua família. Para piorar a situação, surgem os conflitos entre os cônjuges, os filhos, os pais e qualquer outra pessoa que esteja por perto. Tudo se transforma numa verdadeira bola de neve.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

http://www.cerebromente.org.br/n05/mente/limbic.htm

http://www.cerebromente.org.br/n05/mente/limbic.htm

Agressividade

Autora:   Ana Maria Rossi/Isma-BR
A agressividade gera estresse, que, por sua vez, causa adaptações fisiológicas que afetam o funcionamento dos órgãos e podem provocar doenças físicas e mentais. Ela resulta na liberação do hormônio chamado adrenalina, causando uma constante mobilização do sistema nervoso e cardiovascular.
A agressividade é expressa corporalmente: os olhos ficam vermelhos, os músculos, principalmente os maxilares, enrijecem; as bochechas tremem, as extremidades (mãos e pés) ficam frias e suadas e a respiração se torna rápida e superficial. Outras mudanças incluem o aumento da pressão arterial e a catecolomia na urina e no sangue.
As conseqüências da agressividade dependem do grau de estresse da pessoa e do seu equilíbrio físico e emocional. Atualmente ela tem sido associada ao ataque cardíaco prematuro. O psiquiatra Redford Williams, professor de psiquiatria na Universidade de Duke, em Durham, Carolina do Norte, nos Estados Unidos, explica que a pessoa hostil e cínica tem cinco vezes mais chances de morrer antes dos 50 anos do que a pessoa que não é agressiva.
Williams afirma que a pessoa agressiva tem um sistema nervoso fundalmentalmente diferente do da pessoa que não é hostil. O indivíduo agressivo tende a se manter alterado uma vez que se sente irado. "Parece que esses indivíduos têm um sistema nervoso parassimpático mais fraco. Quando começam a produzir adrenalina em excesso, eles se mantêm alterados por muitas horas e tendem a se relacionar com o mundo externo de maneira diferente. Essas diferenças são notadas desde a infância", diz ele. A pessoa que não é agressiva, noentanto, tende a ter um sistema nervoso parassimpático que atua como uma "tomada de luz", possibilitando que a pessoa se desligue emocionalmente do evento e se recomponha rapidamente.
Para controlar a sua agressividade, racionalize a situação. Se tiver controle sobre ela, mude-a. Caso contrário, neutralize o pensamento. Concentre-se em estabelecer uma respiração profunda e rítmica para controlar a sua emoção.

INTELLINGENCY EQ,MQ,BQ

Albert Einstein’s was estimated at 160, Madonna’s is 140, and John F. Kennedy’s was only 119, but as it turns out, your IQ score pales in comparison with your EQ, MQ, and BQ scores when it comes to predicting your success and professional achievement.
IQ tests are used as an indicator of logical reasoning ability and technical intelligence. A high IQ is often a prerequisite for rising to the top ranks of business today. It is necessary, but it is not adequate to predict executive competence and corporate success. By itself, a high IQ does not guarantee that you will stand out and rise above everyone else.
Research carried out by the Carnegie Institute of Technology shows that 85 percent of your financial success is due to skills in “human engineering,” your personality and ability to communicate, negotiate, and lead. Shockingly, only 15 percent is due to technical knowledge. Additionally, Nobel Prize winning Israeli-American psychologist, Daniel Kahneman, found that people would rather do business with a person they like and trust rather than someone they don’t, even if the likeable person is offering a lower quality product or service at a higher price.
With this in mind, instead of exclusively focusing on your conventional intelligence quotient, you should make an investment in strengthening your EQ (Emotional Intelligence), MQ (Moral Intelligence), and BQ (Body Intelligence). These concepts may be elusive and difficult to measure, but their significance is far greater than IQ.
13 images Photos: World's Most Famous Introverts
The Five Personalities of Innovators: Which One Are You? Brenna Sniderman Forbes Staff
Top Executive Recruiters Agree There Are Only Three True Job Interview Questions George Bradt Contributor
Facebook Can Tell You If A Person Is Worth Hiring Kashmir Hill Forbes Staff
Emotional Intelligence
EQ is the most well known of the three, and in brief it is about: being aware of your own feelings and those of others, regulating these feelings in yourself and others, using emotions that are appropriate to the situation, self-motivation,  and building relationships.
Top Tip for Improvement: First, become aware of your inner dialogue. It helps to keep a journal of what thoughts fill your mind during the day. Stress can be a huge killer of emotional intelligence, so you also need to develop healthy coping techniques that can effectively and quickly reduce stress in a volatile situation.
Moral Intelligence
MQ directly follows EQ as it deals with your integrity, responsibility, sympathy, and forgiveness. The way you treat yourself is the way other people will treat you. Keeping commitments, maintaining your integrity, and being honest are crucial to moral intelligence.
Top Tip for Improvement: Make fewer excuses and take responsibility for your actions. Avoid little white lies. Show sympathy and communicate respect to others. Practice acceptance and show tolerance of other people’s shortcomings. Forgiveness is not just about how we relate to others; it’s also how you relate to and feel about yourself.
Body Intelligence
Lastly, there is your BQ, or body intelligence, which reflects what you know about your body, how you feel about it, and take care of it. Your body is constantly telling you things; are you listening to the signals or ignoring them? Are you eating energy-giving or energy-draining foods on a daily basis? Are you getting enough rest? Do you exercise and take care of your body? It may seem like these matters are unrelated to business performance, but your body intelligence absolutely affects your work because it largely determines your feelings, thoughts, self-confidence, state of mind, and energy level.

Top Tip For Improvement: At least once a day, listen to the messages your body is sending you about your health. Actively monitor these signals instead of going on autopilot. Good nutrition, regular exercise, and adequate rest are all key aspects of having a high BQ. Monitoring your weight, practicing moderation with alcohol, and making sure you have down time can dramatically benefit the functioning of your brain and the way you perform at work.
What You Really Need To Succeed
It doesn’t matter if you did not receive the best academic training from a top university. A person with less education who has fully developed their EQ, MQ, and BQ can be far more successful than a person with an impressive education who falls short in these other categories.
Yes, it is certainly good to be an intelligent, rational thinker and have a high IQ; this is an important asset. But you must realize that it is not enough. Your IQ will help you personally, but EQ, MQ, and BQ will benefit everyone around you as well. If you can master the complexities of these unique and often under-rated forms of intelligence, research tells us you will achieve greater success and be regarded as more professionally competent and capable.
Keld Jensen is an expert on trust, negotiation, leadership, and communication. To learn more, visit www.KeldJensen.com and sign up for his “Power Bargaining” newsletter.

"The Introvert's Guide to Success in Business and Leadership"

I learned the critical importance of networking, and discovered my natural aversion to it, early in my career. I was a new college graduate working in the strategic planning division of a $10 billion company, and our business unit had been invited to a retirement party for one of the top executives. The gentleman retiring was someone I'd looked up to during my brief tenure, and I wanted him to know he'd made an impact on me.
While I wanted to attend the party, as an introvert I usually avoided these types of events because they made me uncomfortable. Knowing there would be a lot of senior executives at this party made me even more fearful. In the end, I tamped down my fears and went. When I arrived I found a relatively empty room save for the executive's friends and close colleagues. That night, because of the small turnout, I had the pleasure and advantage of engaging in one-on-one conversations with some of the company's top executives, an experience that would prove crucially important in advancing my career.
That evening I learned the importance of networking and realized I had to figure out how to engage in business events in ways that were comfortable for me. I went on to discover an array of strategies introverts can use, ultimately writing "The Introvert's Guide to Success in Business and Leadership". Because I figured out how to embrace networking I found myself in the plum role of leading one of the highest visibility company teams as a new marketing manager at the age of 26, and representing the company at a United Nations conference in Geneva. I went on to run a $750 million business and negotiate pharmaceutical contracts with top global companies, all in a way that worked effectively with my introverted preferences.
Here's what worked for me:
I learned to appreciate my introversion rather than repudiate it.
I have met so many introverts in business who talk about introversion as if it's a malady that one must get over in order to be successful. This is wrong. Introversion is simply a preference for the inner world of ideas because this is where we get our energy. By understanding and accepting this preference, introverts can optimize time spent with their ideas to refine them and recharge. This allows them to be as powerful and persuasive as possible when networking situations arise.
I recognized that one-on-one conversations would be my lifeline during networking. Generally speaking, business events — and particularly networking events that require engaging with groups — are demanding for introverts. An antidote to this, I learned, is to seek out conversations with one individual at a time. When I approach events this way I have more productive conversations and form better business relationships — and I'm less drained by the experience.
I stopped being afraid to be the one to reach out.
My inner introvert used to think that making the effort to introduce myself was risky. I worried that my target would not be interested in talking with me or that I would make them uncomfortable. I learned over time that when I extended my hand with a smile and an introduction my effort would be reciprocated, even when I approached executives above my rank.
Social media makes this is easier than ever. Reach out via LinkedIn, Twitter and even Facebook to people who will be attending conferences or networking events you're going to and let them know you're looking forward to meeting them. This pre-introduction leads to a more relaxed and productive in-person connection. By reaching out, you open the door to potentially rewarding business collaborations, and you do so on your own terms.
I learned to prioritize time to re-energize.
While it can be tempting to go from a networking lunch right back to work, or from a networking cocktail event right to a dinner, if you're an introvert and you do that you won't be able to bring your best self to your next commitment. Take the time to recharge, whether by walking from the lunch back to work, or by finding 30 minutes alone between cocktails and dinner.
Introverts who avoid networking are making a critical career mistake. Being an adroit networker is non-negotiable — and not as hard as it might seem.
If you're an introvert, what networking strategies have you found that work?

FONTE FORBES.

PLANEJAMENTO DE CARREIRA

Naísa Modesto
Estudar o mercado e pesquisar o perfil do executivo brasileiro é uma tarefa difícil e à qual poucos se propõem. Betania Tanure enfrentou o desafio e hoje entende bem desse assunto.
Formada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1983), Betania graduou-se doutora em Administração pela Brunel University (Inglaterra). Atualmente é professora da Fundação Dom Cabral e especialista em estratégia, pessoas e gestão empresarial.
Também é autora do livro “Executivos: Sucesso e Infelicidade” (Editora Campus), que fala sobre como equacionar essas duas questões, já que nem sempre as conquistas que alcançamos em nosso trabalho implicam em sermos felizes.
Acompanhe a entrevista que a professora concedeu ao Jornal Carreira & Sucesso.

Jornal Carreira & Sucesso: Como você começou a carreira?
Betania Tanure: Comecei na área de Recursos Humanos, sempre voltada para a questão da empresa. Fui para a Fundação Dom Cabral, onde tive duas funções básicas: professora e dirigente. Fui diretora da Fundação e responsável por todos os programas de desenvolvimentos de executivos. Sou formada em Psicologia, fiz meu doutorado em administração na Inglaterra e hoje eu tenho três pilares na minha carreira: o acadêmico, no Brasil e fora, a consultoria e o conselho de administração.

C & S: De onde vem esse interesse em trabalhar e entender o mercado corporativo?
Betania: Acho que de um sonho maior de contribuir de alguma maneira para que o mundo seja melhor. Na minha visão, as empresas têm um diferencial de transformação da sociedade tremendo e eu acho que no fundo é o que me move, especialmente pelo fato de o meu trabalho ser muito ligado às organizações. Dali saem pessoas com um poder de transformação da sociedade, das relações, de fazer o outro melhor… Isso tudo é muito forte.

C & S: Você percebe que esse papel das empresas é igual aqui no Brasil e fora do País?
Betania: Não, existem diferenças importantes em função da cultura das organizações e da cultura dos países. É isso que influencia a forma que você modela o conjunto organizacional, inclusive a interação entre empresa e sociedade.

C & S: Qual é o modelo de gestão mais disseminado no Brasil?
Betania: Do ponto de vista da pesquisa, temos três grandes pilares no modelo brasileiro. Um pilar que é a questão da flexibilidade, de encontrar alternativas. Isso caracteriza o estilo brasileiro de gestão. Costumo dizer que tudo na vida tem o lado sol e o sombra. Então o lado sol deste estilo é a questão da adaptação mais fácil e rápida às mudanças que um meio impõe – neste ponto temos uma enorme vantagem comparativa. O lado sombra é a indisciplina. Uma segunda característica é a importância das relações. Nós somos uma cultura relacional, na qual a questão do afeto e a proximidade pessoal são extremamente fortes. Isso também tem o lado sol e o sombra. O sol mostra que as pessoas se comprometem; entram nos projetos e nas empresas com o coração muito mais aberto; ligam-se afetivamente às pessoas e aos projetos de corpo e alma. O lado sombra é o favoritismo e a dificuldade de dar o feedback claro com o objetivo de impedir que os amigos fiquem magoados se eu fizer uma crítica. Tem um terceiro pilar que é como nós lidamos com as relações de poder, pois ainda somos muito autoritários com relação ao estilo de gestão. Temos uma evolução importante a ser feita. O lado sol de um sistema mais centralizado é que as decisões são mais rápidas; por outro lado, as pessoas não assumem seu papel no processo, delegam as decisões para cima.

Fonte: Betania Tanure: desvendando o mercado corporativo brasileiro | Portal Carreira & Sucesso
HAN PRESENTADO TRABAJOS CERCA DE DOS MIL DISERTANTES!! VER AQUÍ 
CON LA PRESENCIA DE DEBORAH WAN (HONG KONG)
Presidenta de la World Federation for Mental Health (WFMH)
Este año presentan trabajos profesionales no solo de todas las provincias argentinas, sino también de Francia, Brasil, Perú, China, Colombia, Venezuela, Bolivia, Honduras, Guatemala, Nicaragua, Uruguay, Paraguay, España, Chile, Perú, Ecuador, México, Italia, Portugal, Israel, Puerto Rico, Canadá y Estados Unidos, entre otros.
El VII Congreso Argentino de Salud Mental que desarrollará en el mes de mayo de 2012, es organizado por la Asociación Argentina de Salud Mental (AASM), institución miembro con derecho a voto de la la WFMH (Word Federation for Mental Health), entidad fundada en 1948 y reconocida por la OMS, la UNESCO, el Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados, la Comisión de Derechos Humanos de las Naciones Unidas, la Organización Internacional del Trabajo y otras organizaciones.
El congreso es auspiciado por más de 150 instituciones reconocidas de Argentina y del exterior. Ver aquí
Cada año participan alrededor de  3800 profesionales de la Salud mental, en 12 salones simultáneos durante tres días, con miles de autores de trabajos libres, simposios, pósters, mesas redondas, jornadas, cursos  y otras actividades científicas, convirtiéndose en uno de los principales eventos de la especialidad en América Latina.
Participan, representantes de los diferentes gobiernos en el área de salud mental, de universidades públicas y privadas, profesionales de instituciones y ONGs, asociaciones profesionales, Hospitales, centros de Salud y estudiantes de las diferentes carreras, entre otras.
Este congreso es una oportunidad para intercambiar con colegas de diferentes naciones el fruto del trabajo científico realizado durante el año.
Para los que nos acompañan año tras año, los esperamos nuevamente, y para los que nunca lo han hecho, pedimos que se integren y compartan con miles de profesionales sus trabajos y experiencia profesional.
Los esperamos!
Para descuentos en tickets aereos y alojamiento ingrese a http://www.aasm.org.ar/es/congresos/2012/template.php?file=hoteles.html
Para Informes e Inscripción haga clik aquí:
"Que me olhe nos olhos quando falo.
Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado; alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odia-lo por isso.
Neste mundo de céticos, preciso de alguém que creia, nesta coisa misteriosa, desacreditada, quase impossivel de encontrar: A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja pouco para as suas necessidades.
Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:
"Nós ainda vamos rir muito disso tudo"
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher o meu Amigo.
E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela..."
Charlie Chaplin
boa noite...consegui recuperar a minha senha de acesso ao blogg...logo, logo novs materias.