terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PARABOLA DO BOM SAMARITANO e o AMBIENTE ORGANIZACIONAL

Fazendo uma paralelo com a parabola do BOM SAMARITANO fiquei imaginando esta estória apresentada por JESUS atualizada para os dias de hoje rferente aos contextos organizacionais.

Imaginei aquele jovem saindo de JERUSALEM para JERICO...ou seja, nos dias de hoje o jovem de 14 anos a 24 anos iniciando os seus primeiros contatos no mercado de trabalho via o contrato especial do jovem aprendiz todo entusiasmado. Primeiro salário, primeiras experiencias, primeiros contatos com pessoas diferentes com quem nunca manteve nenhum relacionamento sequer pessoal.

Imaginei ainda os demais que não estando nesse processo já graduado, porém novo no mercado inicia a sua busca por uma recolocação no mercado de trabalho e também em busca de uma qualificação profissional que complemente o nivel de conhecimento e que o torne multifuncional.

Outros nesse período de tanto terem ouvido e visto na midia já perceberam que provavelmente poderão alcançar os seus sonhos: trabalhar, ficar rico, ter condições de sobreviver, viver e desfrutar do que a vida oferece. Querem percorrer os caminhos do crescimento pessoal atrelado às questões profissionais. Não podem ficar desempregados, pois, quem não trabalha está fora do mercado, da sociedade e de si mesmo. Correrá o risco de ficar deprimido.

Porém chegou o grande dia e aí as situações acontecem, os processos de aprendizagem se efetivam...começa perceber a rotina do dia a dia. Como é cansativo acordar cedo. Pensa ele, "se eu soubesse que era tão puxado".UFA! já tinha desistido. Um outro ponto importante é que as questões do dia a dia começam a surgir sistemáticamente exigindo uma atitude profissional rápida. Pensa ele, " mas eu não estou preparado". Mas continua... Começa então a identificar os jogos de interesses explicitos e os implicitos. Nesse ponto faz-me lembrar o dia em que o Gerente Administrativo e Financeiro deixou passar a informação de quanto o CHEFE/DONO DA EMPRESA gastava numa conta "X" com ele e os seus contatos...ficamos nos mordendo por dentro, pois, o discurso era de que não havia dinheiro e outras coisitas mais.

Este jovem que está percorrendo a estrada de JERUSALEM para JERICO já percebeu que as pessoas da empresa são as vezes meio estranhas. Há dias em que estão sorrindo outras vezes estão emburradas, chateadas, irritadas...reclamam de tudo e do chefe. Porém, quando ele chega...é estranho elas começam a sorrir e ja que estavam falando mal dele simplesmente param os comentários. Estranho...muito estranho.

E por falar em chefe tem ele já percebeu nessa caminhada que tem chefe de todo o jeito. Uns que são legais, outros que dão bom dia, boa tarde...outros que desejam bom final de semana para os empregados...outros, nossa senhora, se pudessem viver num PEDESTAL. Ele fica só olhando. Mas que coisa mais maluca. Incrivel.

Há dias que parecem que os colegas estão numa verdadeira guerra silenciosa. Não respeitam as pessoas, falam mal, chigam queimam em verdadeiras fogueiras verbais alguns colegas do trabalho. Que coisa mais estranha. Ja percebi que alguns ajudam, outros são religiosos mas em certas ocasioes é mesmo que não ser. Tem a estoria daquea chefa que só quer contratar empregados da igreja dela...mas que coisa. Outro, vive emprestando dinheiro. Dizem, é o tal do agiota.

Mas que complicação essa coisa de empresa. Ás vezes ele pensa em desistir. Nas revistas de RH somente mostram que faz muito sucesso. É um tal de CEO ou de CEU...que ele não entende bem.

Mas o tempo passa o tempo voa e o BAMERINDUS que continuava numa boa...FALIU. Ele com o passar do tempo fica mais calejado. Mas não desiste. O NATAL chegou e é aquela festa na empresa. Despois que ela acaba no corredor, é uma fofoca...pensa ele..que coisa...nem no natal!

Bom, vamos parar por aqui. E por falar em NATAL quero desejar a todos um FELIZ NATAL!

FabricioMenezes
CRP 01/11.163
Psicologo e Gestor de RH
Instrutor de Treinamento

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